<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703</id><updated>2012-01-07T12:32:38.174-02:00</updated><category term='Darwin'/><category term='Da Vinci'/><category term='Notícias'/><category term='Dinossauros'/><category term='Palavra de Especialista'/><category term='Youtube'/><category term='naturalismo'/><category term='Dilúvio'/><category term='Fritz Müller'/><category term='Método Científico'/><title type='text'>Linha de Frente Evolucionista</title><subtitle type='html'>Informações sobre a Teoria da Evolução das Espécies, sobre Ciência e sobre biologia em geral.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>57</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-1398622999589805353</id><published>2008-01-05T03:13:00.000-02:00</published><updated>2008-01-05T03:21:29.074-02:00</updated><title type='text'>Defendendo a Nomenclatura Científica</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Recomeçando as postagens após alguns meses...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Não me recordo em qual livro li esse trecho, mas define bem a importância sistemática, de onde extraímos boa parte das argumentações sobre biodiversidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;"Sem a sistemática, a ciência da biologia abrasaria até travar ou, ainda pior, derivaria por entre feudos reducionistas isolados ou escolas deterministas sem um arcabouço conceitual ou de continuidade."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-1398622999589805353?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/1398622999589805353/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=1398622999589805353&amp;isPopup=true' title='31 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/1398622999589805353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/1398622999589805353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2008/01/defendendo-nomenclatura-cientfica.html' title='Defendendo a Nomenclatura Científica'/><author><name>Allysson Allan</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://i101.photobucket.com/albums/m77/allyssonallan/Pau%20Ferro/pauferro037.jpg'/></author><thr:total>31</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-5691531469709035491</id><published>2007-08-25T18:16:00.000-03:00</published><updated>2007-08-25T23:37:39.871-03:00</updated><title type='text'>Defendendo a Nomenclatura Científica</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;a href="http://sciencenow.sciencemag.org/cgi/content/full/2007/813/1?etoc"&gt;1% de solução&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiu na Science, no dia 13 de agosto, uma possível resposta para o paradoxo dos 99% de similaridade entre chimpanzés e humanos, tudo isto após um grupo de cientistas da Universidade de Durham, na Carolina do Norte, analisarem 6280 genes presentes nos chimpanzés, humanos, e a título de comparação, nos macacos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mês passado, expus um artigo de Cohen, que trata do mesmo tema proposto no âmbito das comparações moleculares, &lt;a href="http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/defendendo-nomenclatura-cientfica_12.html"&gt;o mito do 1%.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores acharam que das regiões escolhidas, por volta de 575 genes humanos --- genes envolvidos em funções cerebrais e nutricionais --- que se submeteram a esta seleção são completamente distintos entre os humanos e chimpanzés, inferindo que o tipo de dieta alimentar foi de extrema importância para a evolução humana, o onivorismo teve um papel importante ante o constante frugivorismo dos chimpanzés. A demanda de alguns nutrientes para expansão encefálica é evidente, e é assim que os genes estão expressados. O que nos faz tão diferentes dos chimpas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dieta e Funções Cerebrais, molecularmente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-5691531469709035491?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/5691531469709035491/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=5691531469709035491&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/5691531469709035491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/5691531469709035491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/08/defendendo-nomenclatura-cientfica_25.html' title='Defendendo a Nomenclatura Científica'/><author><name>Allysson Allan</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://i101.photobucket.com/albums/m77/allyssonallan/Pau%20Ferro/pauferro037.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-6563579481817488500</id><published>2007-08-23T20:33:00.000-03:00</published><updated>2007-08-23T20:40:22.967-03:00</updated><title type='text'>Notícias</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Gorila ancestral recua origem humana&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fóssil etíope tem 10 milhões de anos e contraria evidências genéticas de separação recente entre homem e chimpanzé&lt;br /&gt;Dentes da nova espécie foram achados por grupo da Etiópia e do Japão e são nova prova da origem dos grandes primatas na África&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Claudio Ângelo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Editor de Ciência&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lugar parecia pouco promissor para uma caça ao tesouro: uma colina formada por sedimentos soltos numa região árida e de difícil acesso na Etiópia central. A formação Chorora, como é conhecida, tem poucos fósseis, a maioria em péssimo estado de preservação. Até agora, não havia revelado nada à ciência. Mas essa história mudou, graças à teimosia de um grupo de pesquisadores etíopes e japoneses. Eles encontraram ali os restos fossilizados de uma nova espécie de macaco, que pode ajudar a esclarecer a própria origem dos humanos.O animal, batizado Chororapithecus abyssinicus (ou macaco abissínio de Chorora) viveu há cerca de 10 milhões de anos e está sendo considerado o mais velho parente dos gorilas.Acontece que, até agora, vários paleontólogos e geneticistas consideravam que os gorilas só tivessem se separado dos chimpanzés na evolução bem depois disso. Como foi após essa separação que os chimpanzés se separaram dos hominídeos, a descoberta do gorila pré-histórico etíope implica que a família humana é mais antiga do que se supunha -pode chegar a 9 milhões de anos."O material é muito esparso, mas há uma possibilidade intrigante de que ele represente o clado [família] dos gorilas depois que eles se separaram do ancestral comum entre humanos e chimpanzés", explica o antropólogo David Pilbeam, da Universidade Harvard (EUA)."Isso só poderia ser o caso se o ancestral comum entre os grandes macacos africanos e os seres humanos tivesse mais de 10 milhões de anos, o que significaria que a divergência entre humanos e chimpanzés aconteceu há mais de 8 milhões de anos", continua o cientista.O galho que faltavaO grupo liderado por Gen Suwa, da Universidade de Tóquio, e Berhane Asfaw, do Rift Valley Research Service, em Adis Abeba, encontrou os fósseis -um conjunto de meros oito dentes- depois de andar cem quilômetros pela região de Chorora sem achar nada de especial."Era o nosso último dia de levantamentos de campo em fevereiro de 2006. Nosso assistente de campo, Kampiro, encontrou o primeiro dente. Ele o apanhou e mostrou para mim, e eu soube que aquilo era algo novo -o primeiro grande primata fóssil da Etiópia", disse Asfaw num comunicado.A empolgação com o achado se justifica: apesar de vários hominídeos fossilizados já terem sido achados na África (inclusive na Etiópia), raríssimos são fósseis de macacos. E é neles que está a chave para entender a seqüência evolutiva que deu origem ao Homo sapiens.A ausência de fósseis de ancestrais de gorilas e chimpanzés para comparar com os de hominídeos tem feito os cientistas se fiarem em dados obtidos por DNA para datar a origem de cada grupo. O Chororapithecus é uma das primeiras "balizas" para as datações de DNA. E mostra que elas possivelmente estão erradas.Suwa e seus colegas afirmam, em estudo na revista "Nature" de hoje, que estão diante de um animal muito parecido com os gorilas. Os dentes são adaptados a uma dieta de vegetais fibrosos, como a dos gorilas.Analisando-os, os cientistas concluíram que a linhagem dos gorilas já estava bem estabelecida há 10 milhões de anos. Portanto, a divergência entre ela e o ramo dos humanos e dos chimpanzés seria mais antiga do que o DNA indica.A falta de fósseis de grandes macacos na África também levou alguns cientistas a propor que os ancestrais comuns de gorilas, seres humanos e chimpanzés não evoluíram na África, mas sim foram imigrantes da Eurásia. "O Chororapithecus sugere, mais uma vez, que a África é o local de origem tanto dos humanos quanto dos grandes macacos modernos", afirmam Suwa e seus colegas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Folha de São Paulo, quinta-feira, 23 de agosto de 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-6563579481817488500?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/6563579481817488500/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=6563579481817488500&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/6563579481817488500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/6563579481817488500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/08/notcias_23.html' title='Notícias'/><author><name>Ravick</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00731080940380883593</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://bp0.blogger.com/_oSeaX5QTyj0/R9SrlJDq1tI/AAAAAAAAAAM/3udFTL1mqMM/S220/ravick.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-1307660688132364986</id><published>2007-08-07T20:57:00.000-03:00</published><updated>2007-08-08T19:26:01.919-03:00</updated><title type='text'>Defendendo a Nomenclatura Científica</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parcialidade Exegética,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um defendendo seu peixe na grande área das Ciências Biológicas, uma delas é a astrobiologia, que ao contrário da bioquímica, da biologia molecular e subáreas adjacentes, não dá respaldos científicos a Teoria da Abiogênese, que teve seu ápice com os cientistas Miller e Urey, em seu importantíssimo experimento, há décadas atrás (1952), &lt;a href="http://www.ncseweb.org/icons/icon1millerurey.html"&gt;sendo repetida por vários outros cientistas&lt;/a&gt;. E dando origem a outras curiosidades desmistificadas por Sidney Fox, Thomas Cech, dentre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.astrobio.net/amee/spring_2007/features_06.htm"&gt;AMEE&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo: Um dos maiores quebras-cabeça na biologia é ainda um dos principais desafios para a astrobiologia. Como a vida só emergiu na Terra e sobre quais condições podê se levantar a partir de outros corpos planetários?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os reacionários da Panspermia voltaram a atacar, portanto, mantenha o senso-crítico aguçado ante algo "científico".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-1307660688132364986?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/1307660688132364986/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=1307660688132364986&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/1307660688132364986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/1307660688132364986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/08/defendendo-nomenclatura-cientfica.html' title='Defendendo a Nomenclatura Científica'/><author><name>Allysson Allan</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://i101.photobucket.com/albums/m77/allyssonallan/Pau%20Ferro/pauferro037.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-8801202110413743085</id><published>2007-08-02T23:15:00.000-03:00</published><updated>2007-08-02T23:23:00.151-03:00</updated><title type='text'>NOS JOGOS, UMA PISTA SOBRE AS REGRAS DA EVOLUÇÃO</title><content type='html'>Carl Zimmer&lt;br /&gt;The New York Times&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Martin Nowak estava no colégio, seus pais pensavam que ele seria um bom garoto e se tornaria um médico. Mas quando partiu para a Universidade de Viena, ele abandonou a medicina por algo chamado bioquímica. Para seus pais, era algo que tinha a ver com levedo e fermentação. Eles ficaram um pouco  preocupados. Quando o filho deles entrou no curso de doutorado, eles ficaram ainda mais preocupados. Ele anunciou que agora estava estudando jogos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final, Nowak se saiu bem. Ele agora é diretor do Programa de Dinâmicas Evolucionárias de Harvard. Os jogos eram na verdade modelos matemáticos versáteis que Nowak podia usar para fazer importantes descobertas em campos tão variados quanto economia e biologia do câncer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Martin tem uma paixão por pegar idéias informais que pessoas como eu consideram teoricamente importantes e emoldurá-las como modelos matemáticos", disse Steven Pinker, um lingüista de Harvard que está colaborando com Nowak no estudo da evolução da linguagem. "Ele permite que nossas intuições sobre o que leva a o quê sejam testadas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na superfície, os muitos projetos de Nowak podem parecer aleatoriamente espalhados por várias ciências. Mas há um tema por trás de seu trabalho. Ele deseja entender uma das características mais fundamentais, porém mais enigmáticas da vida: a cooperação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando biólogos falam em cooperação, eles falam mais amplamente do que o restante de nós. Cooperação é o que acontece quando alguém ou algo se beneficia porque outra pessoa ou coisa pagou o preço. O benefício pode assumir muitas formas, como dinheiro ou sucesso reprodutivo. Um amigo deixa o trabalho para pegar você no hospital. Uma abelha operária estéril cuida dos ovos em uma colméia. Mesmo as células no corpo humano cooperam. Em vez de se reproduzirem o mais rápido que podem, cada célula respeita as necessidades do corpo, ajudando a formar o coração, pulmões ou outros órgãos vitais. Mesmo os genes em um genoma cooperam para trazer um organismo à vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em recentes estudos, Nowak argumentou que a cooperação é um dos três princípios básicos da evolução. Os outros dois são a mutação e seleção. Sozinhos, mutação e seleção podem transformar uma espécie, gerar novas características como membros e olhos. Mas a cooperação é essencial para a vida evoluir a um novo nível de organização. Protozoários unicelulares precisaram cooperar para dar surgimento aos primeiros animais multicelulares. Os seres humanos tiveram que cooperar para o surgimento de sociedades complexas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós vemos este princípio em toda parte na evolução onde coisas interessantes estão acontecendo", disse Nowak.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas apesar da cooperação poder ser central para a evolução, ele apresenta questões que não são fáceis de responder. Como indivíduos competidores começam a cooperar para o bem maior? E como continuam cooperando diante da exploração? Para responder estas perguntas, Nowak joga jogos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus jogos são descendentes intelectuais de um quebra-cabeça chamado Dilema do Prisioneiro. Imagine que é oferecido a dois prisioneiros separados o mesmo acordo: se um deles testemunhar e o outro não falar, o que testemunhar ficará livre e o outro ficará na cadeia por 10 anos. Se ambos se recusarem a falar, o promotor só poderá mantê-los na cadeia por seis meses. Se um acusar o outro, ambos receberão sentenças de cinco anos. Sem saber o que o outro prisioneiro fará, como cada um deve agir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma como o Dilema do Prisioneiro coloca a cooperação contra a delação revela uma característica importante da evolução. Em qualquer encontro entre dois membros da mesma espécie, cada um pode cooperar ou delatar. Certas espécies de bactérias, por exemplo, espalham uma enzima que quebra os alimentos, que todas as bactérias podem então absorver. Custa energia produzir tais enzimas. Se um dos micróbios deixa de cooperar e não produz enzimas, ele ainda assim pode desfrutar da refeição. Ele pode ganhar uma vantagem reprodutiva potencial sobre as bactérias que cooperam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dilema do Prisioneiro pode parecer abstrato, mas este é o motivo para Nowak gostar dele. Ele o ajuda a entender regras fundamentais da evolução, assim como Isaac Newton descobriu que objetos em movimento tendem a permanecer em movimento. "Se ele estivesse obcecado com a fricção, ele nunca teria descoberto esta lei", disse Nowak. "Da mesma forma, eu tento me livrar do que não é essencial para encontrar o essencial. A verdade é  simples".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nowak encontrou suas primeiras pistas para a origem da cooperação no curso de doutorado, colaborando com seu orientador de Ph.D., Karl Sigmund. Eles construíram uma versão do Dilema do Prisioneiro que capturava mais a essência de como os organismos se comportavam e evoluíam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No jogo deles, toda uma população de jogadores entra em uma competição em rodízio. São formados pares aleatórios de jogadores e cada um escolhe se cooperará ou delatará. Para fazer a escolha, eles podem lembrar suas experiências anteriores com outros jogadores individuais. Alguns jogadores podem usar uma estratégia na qual  tinham 90% de chance de cooperar com um jogador com o qual já cooperaram no passado. Os jogadores são recompensados com ase em suas escolhas. Os jogadores mais bem-sucedidos reproduzirão. Cada novo jogador tinha uma pequena chance de fazer uma mutação aleatória de sua estratégia. Se tal estratégia se revelasse mais bem-sucedida, ele poderia dominar a população, eliminando seus ancestrais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nowak e Sigmund observaram este torneio ao longo de milhões de rodadas. Freqüentemente os vencedores usavam uma estratégia que Nowak chamou de "vencedor mantém, perdedor muda". Caso fossem bem-sucedidos na rodada anterior, eles repetiam a mesma coisa. Caso não se saíssem tão bem, eles mudavam. Sob certas condições, esta estratégia fez com que a cooperação se tornasse comum entre os jogadores, apesar do lucro a curto prazo da delação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visando estudar esta nova versão do Dilema do Prisioneiro, Nowak teve que desenvolver novas ferramentas matemáticas. Estas ferramentas provaram ser úteis também no estudo do câncer. Câncer e Dilema do Prisioneiro podem parecer não ter nada a ver, mas Nowak vê uma ligação íntima entre os dois. "O câncer é uma quebra da cooperação", ele disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes surgem mutações nas células que as fazem replicar rapidamente, ignorando os sinais para parar. Algumas de suas descendentes adquirem as novas mutações, permitindo que se tornem ainda mais bem-sucedidas que as células cancerosas. Em outras palavras, elas evoluem em delatoras ainda mais bem-sucedidas. "O câncer é uma evolução que não queremos", disse Nowak.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para estudar o câncer, Nowak teve que dar alguma estrutura para seus modelos. No Dilema do Prisioneiro, os jogadores normalmente encontram uns aos outros aleatoriamente. No corpo humano, por outro lado, as células só interagem com as células de sua vizinhança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo notável destas vizinhanças pode ser encontrado nos intestinos, onde o tecido é organizado em milhões de bolsas minúsculas. Uma única célula-tronco no fundo de uma bolsa se divide e suas células filhas são elevadas para as paredes da bolsa. As células que chegam ao topo são eliminadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nowak adaptou um ramo da matemática conhecido como teoria de gráficos, que possibilita o estudo de redes, para analisar como o câncer surge nestas vizinhanças locais. "Nosso tecido é na verdade organizado para adiar o início do câncer", ele disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As bolsas de células intestinais, por exemplo, só podem conter algumas poucas gerações de células. Isto reduz as chances de que qualquer uma se tornará cancerosa. Todas as células em cada bolsa são descendentes de uma única célula-tronco, de forma que não há competição entre linhagens para assumir o controle da bolsa. Enquanto Nowak desenvolvia este modelo de vizinhança, ele percebeu que ajudaria estudar a cooperação humana. "A realidade é que há uma probabilidade muito maior de eu cooperar com meus amigos, e é muito mais provável que interajam com seus amigos", disse Nowak. "Logo, é muito mais parecido com uma rede".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nowak e seus amigos descobriram que quando colocavam os jogadores em uma rede, o Dilema do Prisioneiro se desenvolvia de forma diferente. Surgiam núcleos firmes de cooperadores e os delatores em outros pontos da rede não conseguiam minar o altruísmo deles. "Mesmo quando fora de nossa rede há trapaceiros, nós ainda assim conseguimos ajudar muito uns aos outros", disse Nowak. Isto sem contar que a cooperação sempre emerge. Nowak identificou as condições em que pode surgir com uma equação simples: B/C&gt;K. Isto é, a cooperação surgirá se a razão benefício-custo (B/C) for maior que o número médio de vizinhos (K).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É a coisa mais simples possível que se pode esperar e é completamente espantosa", ele disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro estímulo para a cooperação vem das reputações. Quando decidimos se vamos cooperar, nós não apenas nos apoiamos em nossas experiências anteriores com uma pessoa em particular. As pessoas podem ganhar reputações que as precedem. Nowak e seus colegas foram pioneiros de uma versão do Dilema do Prisioneiro na qual os jogadores adquirem reputações. Eles descobriram que se as reputações se espalharem rápido o bastante, elas podem aumentar as chances de ocorrer cooperação. As chances passavam a ser menores dos jogadores serem enganados por delatores e maiores de se beneficiarem com a cooperação. Nas experiências realizadas por outros cientistas com pessoas e animais, os modelos matemáticos de Nowak parecem se enquadrar. A reputação tem um efeito poderoso em como as pessoas jogam jogos. As pessoas que têm reputação de não cooperarem tendem a ser excluídas ou punidas por outros jogadores. Os jogadores cooperativos são recompensados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Você ajuda porque sabe que lhe dá a reputação de uma pessoa que ajuda, que será ajudada", disse Nowak. "Você também olha para outros e os ajuda de acordo com a forma como ajudaram".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema da cooperação humana é importante não apenas para biólogos matemáticos como Nowak, mas para muitas pessoas envolvidas no atual debate sobre religião e ciência. Alguns alegam que é improvável que a evolução pudesse ter produzido o senso de moralidade dos seres&lt;br /&gt;humanos, o altruísmo de heróis e santos. "O altruísmo desinteressado representa um grande desafio para o evolucionista", escreveu o dr. Francis S. Collins, diretor do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano, em seu livro de 2006, "A Linguagem de Deus".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nowak acredita que os biólogos evolucionários deveriam estudar o comportamento médio em vez de alguns poucos casos extremos de altruísmo. "O comportamento santo infelizmente não é a norma", disse Nowak. "A atual teoria pode certamente explicar uma população onde algumas pessoas agem de forma extremamente altruísta".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isto não torna Nowak um ateísta. "A evolução descreve as leis fundamentais da natureza segundo as quais Deus decidiu desdobrar a vida", ele declarou em março em uma palestra intitulada "Evolução e Cristianismo" na Escola de Teologia de Harvard. Nowak está  colaborando com teólogos de lá em um projeto chamado "A Evolução e a Teologia da Cooperação", para ajudar os teólogos a abordarem a biologia evolucionária em seus próprios trabalhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nowak às vezes vê seus colegas cientistas surpresos quando ele defende a religião. Mas ele acredita que a surpresa vem da incompreensão dos papéis da ciência e da religião. "Como a matemática, muitas declarações teológicas não precisam de confirmação científica".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Assim que você tem a prova do Último Teorema de Fermat, não é preciso esperar pelos cientistas nos dizerem se está certo. É aquilo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2007/08/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-8801202110413743085?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/8801202110413743085/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=8801202110413743085&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/8801202110413743085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/8801202110413743085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/08/nos-jogos-uma-pista-sobre-as-regras-da_02.html' title='NOS JOGOS, UMA PISTA SOBRE AS REGRAS DA EVOLUÇÃO'/><author><name>Ravick</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00731080940380883593</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://bp0.blogger.com/_oSeaX5QTyj0/R9SrlJDq1tI/AAAAAAAAAAM/3udFTL1mqMM/S220/ravick.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-380562583053862405</id><published>2007-07-31T20:13:00.000-03:00</published><updated>2007-08-01T02:58:19.537-03:00</updated><title type='text'>Defendendo a Nomenclatura Científica</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você sabe o que é a árvore da biodiversidade? É o que conhecemos no mundo acadêmico por cladograma, que através da análise morfológica nos mostra as relações evolutivas existentes entres os diversos táxons (espécie, gênero, família, ordem, classe, filo). Além da anatomia e outras vertentes macros, utilizada em larga escala pelos primeiros sistematas, atualmente, tem-se usado a genética, como principal fonte de análises comparativas através de alguns &lt;a href="http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/defendendo-nomenclatura-cientfica.html"&gt;marcadores moleculares&lt;/a&gt; como microsatélites, SINES e SNPs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história da evolução da sistemática nos mostra o método comparativo de ver a vida através da taxonomia, tivemos três escolas, nas quais podemos inferir a primeira, originada e defendida por  neodarwinistas, chamada sistemática evolutiva, ou gradista contra o fixismo imposto pela "Teologia Natural", de adeptos que agora não tem um movimento sistemata fixista, e sim baraminologicos através da baraminologia, nós somos frutos de um baramin, os macacos e símios parecidos, de outro baramin, e tome exegese para provar a ultrapassada teoria do poligenismo, uma tentativa frustrada criacionista com o mecanismo PUF múltiplo. A segunda, a sistemática fenética, na qual a filogenia era subjetiva, e não objetiva, utilizando em larga escala probabilidades, técnicas matemáticas de aproximação. A última e atual, foi proposta por Hennig, que utilizou do próprio nome para inauguração do primeiro software utilizado em larga escala por sistematas, o Hennig86, inaugurando a cladística, as linhagens filogenéticas. Outros exemplos de softwares podemos citar o PAUP e o NONA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo não podendo voltar atrás no tempo, ou viver tanto tempo a ponto de perceber especiações em animais de ciclos de vida duradouro, podemos ter uma aproximação parcimonial através de métodos comparativos, constâncias embriológicas, evolutivas, anatômicas, fisiológicas, bioquimicas, dentre outras. Enfim, no macro e no micro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oliver Rieppel, artigo publicado em 2005, explicita que o teste da evidência total utilizado para inferências filogenéticas, assim como a teoria da verdade é para a metafísica e a do coerentismo para a epistemologia, é criticado a partir dos caracteres de congruência (que são comum entre comparação anatômica das espécies, homologia) apesar de serem necessários, mas não suficientes para reconstrução filogenética. A crítica permeia as características derivadas de fatores como desenvolvimento, função, herança e evolução, por seguirem aleatoriedade no processo de escolha da característica dada, um exemplo seria: Dois ursos, um branco e outro marrom, que diferem somente pela cor dos pêlos. Seria essa característica da cor dos pêlos arbitrária, e ignoraria a homologia, e seus diversos caracteres estruturais evolutivos que poderiam também ser utilizados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não é arbitrária, visto que é analisado onde encontramos topologicamente, na estrutura do organismo, a homologia; na similaridade por composição química/embriologia; e na continuidade através dos intermediários (fósseis).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora Kuhn (rs), critique a idéia dos compromissos ontológicos da filogenia, Quine, promove essa idéia, e defende que a ontologia é extendida para especificar quais objetos possam existir para que a teoria possa ser verdadeira pela ontologia. Hennig, não fica atrás, e também defende a filogenia pela teoria da coerência da verdade na metafísica, "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Uma suposição que é verdadeira, é mostrada por sua 'confirmação' dentro da relação pensada, visto que não contradiz a relação, mas se ajusta nela.&lt;/span&gt;" Algo deve ser realista quando segue uma objetividade, uma falibilidade, transfenomenalidade (indução), e para finalizar, uma contrafenomenalidade (crítica à aparência e a realidade) segundo o realismo transcendental, que engloba o realismo ontológico, o realismo epistemológico e a racionalidade do julgamento, vide Bhaskar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, o mundo filogenético não é só de hipotéticas-deduções (Popper), é de probabilidades empíricas também, devido as características observadas geneticamente, bioquimicamente (micro) e fisiologicamente, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;anatomicamente&lt;/span&gt;, citologicamente, embriologicamente (macro) comparadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_GTnLFI0XUZk/RrAb6L7H6DI/AAAAAAAAACE/nmf8rOsZRIQ/s1600-h/076+Internal+anatomy+of+a+monkey.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_GTnLFI0XUZk/RrAb6L7H6DI/AAAAAAAAACE/nmf8rOsZRIQ/s320/076+Internal+anatomy+of+a+monkey.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5093601865003165746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A notícia que saiu a poucos dias na &lt;a href="http://www.sciencedaily.com/releases/2007/07/070726142013.htm"&gt;Science Daily&lt;/a&gt; exemplifica melhor os fatos que ocorreram no Cambriano através da descoberta de fósseis trilobitas, que os DIstas amam omitem, ou distorcem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" id="result_box" dir="ltr"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Mas como a evolução causou uma maior variabilidade dos organismos, as comunidades ecológicas tornaram-se mais diversas. “Você teve que ser minuciosamente ajustado a seu nicho particular para fazer uma vida e para vencer concorrentes para um recurso limitado.” &lt;/span&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A hipótese genômica oferece uma segunda explanação para o declínio da variação dentro das espécies sobre o tempo. De acordo com esta idéia, os processos internos no organismo eram os fatores chaves. Os vários processos de desenvolvimento interagem um com o outro para controlar o crescimento e a formação das peças de corpo enquanto todo o organismo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; progride do ovo ao adulto. &lt;/span&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Foi o sugerido nos primórdios da história evolucionária, no período Cambriano, ao grau que nestes diferentes processos ontogenéticos, a interação de um processo com o outro dentro do organismo era muito menor” Webster sugeriu dizendo. “Em conseqüência, os confinamentos em o que o organismo final olhado como era relativamente baixo.” Ambas as hipóteses são igualmente viáveis na luz dos achados mais atrasados de Webster. “Nós necessitamos separar a aparte o que está controlando este teste padrão da variação elevada dentro das espécies. Há muito trabalho a fazer” disse.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você como um bom neodarwinista, pergunta, qual espécie foi encontrada antes dos trilobitas?  Agora pergunto, qual trilobita? Há mais de &lt;a href="http://www.palaeos.com/Invertebrates/Arthropods/Trilobita/Trilobita.htm"&gt;quatro mil espécies fossilizadas&lt;/a&gt; deles, organizadas em uma árvore filogenética. Recomendo o site, &lt;a href="http://tolweb.org/"&gt;Webprojeto&lt;/a&gt; Árvore da Vida (em inglês) pela didática.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Termino, citando Gould, apud Darwin: "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os Fatos são os dados do mundo; as Teorias são explanações propostas a interpretar e a coordenar os fatos."&lt;/span&gt; O fato da Evolução, a Teoria da Seleção Natural. E continua...  "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O fato da evolução é estabelecido como qualquer coisa na ciência (tão seguro quanto a volta da Terra em torno do Sol), embora a certeza absoluta não tenha nenhum lugar em nosso léxico. As Teorias, ou as indicações sobre as causas das&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; mudanças evolucionárias documentadas, realizam-se agora em um período do debate intenso - uma boa marca da Ciência em seu estado mais saudável. Os Fatos não desaparecem quando os cientistas debatem as Teorias."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_GTnLFI0XUZk/RrAYPr7H6CI/AAAAAAAAAB8/BhiXfqjOKIY/s1600-h/laddervstree.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_GTnLFI0XUZk/RrAYPr7H6CI/AAAAAAAAAB8/BhiXfqjOKIY/s320/laddervstree.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5093597836323842082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bhaskar, R. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;General Introduction&lt;/span&gt;, em M. Archer et al, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Critical Realism: Essential Readings&lt;/span&gt;. London/New York, Routledge, 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gould, S. J. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Darwinism defined , the difference between fact and theory&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Discover, January 1987: 64-70.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Hey, J.; Fitch, W. M.; Ayala , F. J.&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Systematics and the Origin of Species: On Ernst Mayr's 100th Anniversary &lt;/span&gt;National Academy of Sciences, 2005.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rieppel, O. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;The philosophy of total evidence and its relevance for phylogenetic inference.&lt;/span&gt; Papéis Avulsos Zoologia 2005, 45:1-31.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-380562583053862405?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/380562583053862405/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=380562583053862405&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/380562583053862405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/380562583053862405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/defendendo-nomenclatura-cientfica_31.html' title='Defendendo a Nomenclatura Científica'/><author><name>Allysson Allan</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://i101.photobucket.com/albums/m77/allyssonallan/Pau%20Ferro/pauferro037.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_GTnLFI0XUZk/RrAb6L7H6DI/AAAAAAAAACE/nmf8rOsZRIQ/s72-c/076+Internal+anatomy+of+a+monkey.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-2596061220597945408</id><published>2007-07-30T12:11:00.000-03:00</published><updated>2007-07-30T12:14:17.267-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Da Vinci'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Palavra de Especialista'/><title type='text'>Palavra de Especialista</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A MONTANHA DE CONCHAS DE LEONARDO DA VINCI&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;POR ÁTILA OLIVEIRA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div&gt;Leonardo Da Vinci foi um daqueles raríssimos indivíduos que podem ser  chamados de gênio sem parecer um exagero. Infelizmente, a exposição que aborda a  vida e obra deste grande gênio na Oca, em São Paulo, chega ao fim no próximo dia  29. É cara, mas vale a visita. Competente pintor, desenhista, escultor, poeta,  músico (compunha, cantava e tocava instrumentos), filósofo, anatomista,  naturalista, engenheiro, matemático, físico e arquiteto; realizou obras tão  grandiosas quanto belas e teve idéias que produziram anotações que antecipavam  um futuro que muitos outros renascentistas consideravam impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha  formação e preferências pessoais não me permitem avaliar a obra artística de  Leonardo; sou mais um apreciador das anotações e trabalhos científicos dele.  Além de estudos super detalhados sobre anatomia (com o principal intuito de  tornar suas obras de arte o mais realista possível), baseado principalmente na  dissecação de cadáveres (algo ainda mal visto no séc XVI), e na observação  minuciosa de animais e plantas; Leonardo Da Vinci antecipou equipamentos como o  para-quedas, a bicicleta, a máquina à vapor e o helicóptero. E se espantava com  o fato de alguns médicos da sua época pretenderem curar doenças sem conhecer a  fundo a anatomia humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Sim, o título deste meu texto é uma clara referência ao último livro do  paleontólogo de Harvard, Stephen Jay Gould (1941-2002). Como já se tornara marca  registrada em sua obra, ele analisa com muito bom humor nesse volume, em uma  coletânea de ensaios, vários fatos interessantes envolvendo a evolução das  espécies. Quem já leu esse livro sabe que a maioria dos ensaios discorre  especificamente sobre como a contingência histórica e a fé pessoal de alguns  pesquisadores levaram-nos muitas vezes a conclusões equivocadas, ao longo da  história da ciência. Dentre os fatos relatados, ganha especial destaque o estudo  de Leonardo Da Vinci sobre conchas marinhas fósseis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;E é justamente esta contingência histórica que pretendo abordar aqui hoje.  O texto a seguir, extraído de documentos da imprensa da época e publicado no  Brasil numa biografia de Da Vinci elaborada pela editora Martin Claret, retrata  o episódio chave desses estudos. Percebe-se no mesmo que Leonardo era de fato um  indivíduo muito a frente de seu tempo. E não raras vezes era por isso mesmo  incompreendido. Não era apenas alguém criativo, perceptivo e brilhante, como  também alguém com uma "sede" insaciável de compreender o mundo que o rodeava,  não se contentando com afirmações do tipo "porque é assim e ponto final". Ele  queria compreender COMO e POR QUE as coisas são como são. Ele não se contentava  com respostas prontas ou ausência de respostas. Ele queria VER.  Queria ENTENDER.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Leonardo Da Vinci fazia uso do empirismo científico para conseguir suas  respostas. A maior parte do grande público só conhece o Da Vinci artista.  Infelizmente, muitos desconhecem o fato de que a sua forma de analisar o  mundo foi de grande contribuição para a evolução da ciência. Por meio dos seus  estudos, ele percebeu que o mundo nem sempre foi como é hoje, o que o levou a  indagar-se se as formas de vida também não estariam se alterando desde o inicio  das mesmas na Terra. Pois é, Leonardo Da Vinci já havia percebido a evolução  biológica, muito embora não tivesse dado a ela este nome na época e nem tenha se  empenhado (ou não tivesse tido tempo, tendo em vista suas múltiplas tarefas) em  estudá-la mais a fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;É bem verdade que tal metodologia não era necessariamente uma novidade na  época, mas também é verdade que os denominados líderes da ciência do  Renascimento aceitavam-na com ressalvas. Isso ocorria devido ao dogmatismo  então presente, que fica evidente no narrativa que se segue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Moluscos bivalves fósseis (gênero &lt;i&gt;Spondilus&lt;/i&gt;), do período cretáceo (100  milhões de anos), encontrados na Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;Em Milão, na corte de Ludovico, o Mouro, realiza-se o  segundo Duelo do Saber; cujos participantes são doutores, deões e professores da  Universidade de Pavia.&lt;br /&gt;Por solicitação do próprio duque, Leonardo Da Vinci  participa do torneio depois de concluir: "Se eu não ceder, talvez fique zangado;  falarei sobre o primeiro assunto que me vier á cabeça."&lt;br /&gt;Sobe à cátedra e  fala:&lt;br /&gt;- Devo prevenir-vos de antemão que isto me acometeu inesperadamente...  foi uma surpresa... Bem, falarei sobre conchas marinhas.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;E começou:&lt;br /&gt;- Estou persuadido de que o estudo dos animais  e plantas petrificados, que até aqui foi desprezado pelos homens da ciência,  constituirá o começo de uma nova ciência da terra, do seu passado e do seu  futuro.&lt;br /&gt;- A informação que acabais de nos fornecer - observou o reitor da  Universidade de Pavia, Gabriele Pirovano - é deveras curiosa. Mas permitir-me-ei  uma observação: não é mais simples explicar a origem dessas pequenas conchas por  uma acidental, divertida e inocente brincadeira da natureza; sobre a qual  pretendeis edificar uma nova ciência? Não é muito mais simples explicar a sua  origem como tem sido feito até agora pelo Dilúvio Universal?&lt;br /&gt;- Sim, sim, o  Dilúvio! - observou Leonardo - Sei que atribuem isso ao Dilúvio. Só que essa  explicação não se mantém de pé... Julgai por vós mesmos: o nível da água durante  o Dilúvio, de acordo com aquele que o mediu, foi de dez côvados acima das  montanhas mais altas. Conseqüentemente, as conchas levadas pelas ondas  tempestuosas, deveriam ter caído no cimo, inevitavelmente no cimo, mas não nos  lados, nem ao pé das montanhas, e muito menos dentro de cavernas subterrâneas.  Além disso, teriam caído em desordem, ao capricho das ondas, mas não, como  sempre, no mesmo nível; nem em camadas sobrepostas, como são encontradas. Basta  que observeis - e isso é realmente curioso - que os animais que vivem em  colônias, tais como os moluscos, as cibas e as ostras, permanecem unidos, como  deveriam, ao passo que os de hábitos solitários, ficam à parte, tal como podemos  ver ainda hoje nas praias. Tenho freqüentemente observado a disposição das  conchas petrificadas na Toscana, Lombardia e Piemonte. Mas se disserdes que não  são levadas para lá pela maré, mas que subiram por si próprias, pouco a pouco,  com a água, acompanhando a elevação dela, ainda assim essa vossa objeção é  facilmente refutável, pois o marisco é um animal tão lento como o caramujo, ou  até mais. Não nada, apenas se arrasta sobre a areia e as pedras pelo movimento  das suas válvulas, e a maior distância que pode percorrer durante um dia inteiro  é de três ou quatro varas. Como, pois, se tiverdes a bondade de explicar-me,  Messer Gabriele, podeis conceber que, durante os quarenta dias que o dilúvio  durou, segundo o testemunho de Moisés, pode ter-se arrastado esse molusco  duzentos e cinqüenta milhas, que é a distância a separar Monferrato das praias  do Adriático? Somente os que, desprezando a experiência e a observação, julgam a  natureza pelos livros, de acordo com os conceitos dos mercadores de palavras,  bem como os que jamais tiveram a curiosidade de olhar com os seus próprios olhos  as coisas de que falam, ousarão fazer tal asserção!&lt;br /&gt;Depois de um silêncio  constrangedor, finalmente o astrólogo da corte, Messer Ambrogio da Rosate (antes  da aceitação cabal das leis de Johannes Kepler e Isaac Newton, astronomia e  astrologia eram estudas indefinidamente como uma única disciplina), propôs,  citando Plínio, uma outra solução: as petrificações que teriam somente a  aparência de animais marinhos, tinham sido deformadas, na profundeza da terra,  pela ação mágica das estrelas.&lt;br /&gt;- Mas então, Messer Ambrogio - retorquiu  Leonardo - como explicais o fato de que a influência das mesmas estrelas, no  mesmo lugar tenha criados animais não apenas de diferentes espécies, como  também, de diferentes idades? Eu próprio descobri que, mediante secções  transversais feitas em conchas, bem como em chifres de bois e carneiros e  troncos de árvores decepados, é possível determinar com exatidão não somente os  seus anos de vida, mas até mesmo os meses. Como explicaríeis o fato de se  encontrarem algumas delas inteiras, outras quebradas, outras ainda, cheias de  areia, lodo, pinças de caranguejos, ossos e dentes de peixes, e de grandes  cascalhos, semelhantes aos que se encontram nas praias, formados de pequenas  pedras arredondadas pelas ondas? E as delicadas marcas de folhas nos penhascos  das mais altas montanhas? E as algas marinhas presas às conchas, ambas  petrificadas, congeladas num único bloco? De onde vem tudo isso? Da influência  das estrelas? Mas então, se raciocinarmos desse modo, suponho que não  encontrareis em toda a natureza um único fenômeno que não possa ser explicado  pela influência mágica das estrelas e, nesse caso, todas as ciências são  inúteis, com exceção da astrologia...&lt;br /&gt;O velho doutor em escolástica pediu a  palavra e, quando lha concederam, observou que o assunto estava sendo tratado de  maneira imprópria, pois apenas uma de duas coisas era possível: ou o problema  dos animais das escavações pertencia ao conhecimento inferior, "mecânico",  alheio á metafísica, caso em que nada havia a dizer-se do mesmo, já que não  havia combinado discutir ali assuntos não relacionados com a filosofia; ou então  o problema dizia respeito ao conhecimento verdadeiro e superior, a dialética, e  nesse caso, deveria ser discutido de acordo com as leis da dialética, elevando  os conceitos á pura contemplação mental.&lt;br /&gt;- Sei de tudo isso - observou  Leonardo Da Vinci - Também eu pensei muito sobre esse assunto. Só que tudo isso  não é como afirmais... Penso que não há alto conhecimento nem conhecimento  inferior, mas apenas um único conhecimento, decorrente da experimentação... &lt;br /&gt;- Da experimentação? Ah, então é essa a vossa opinião? Bem, nesse caso, se  me permitis, gostaria de perguntar-vos o que seria da metafísica de Aristóteles,  Platão, Plotino... de todos os antigos filósofos que falaram sobre Deus, o  espírito, as coisas essenciais... Será que tudo isso...&lt;br /&gt;- Sim, nada disso é  ciência - retorquiu, calmamente, Leonardo - Reconheço a grandeza dos antigos,  mas não neste caso. Na ciência, tomaram o caminho errado. Queriam sondar o que é  inacessível ao conhecimento, enquanto desdenhavam o que era acessível.  Meteram-se a si próprio e aos outros, durante séculos, num beco sem saída.  Porque os homens, quando tratam de assuntos que não podem ser provados, não  conseguem nunca chegar a um acordo. Onde não há soluções sensatas, o lugar delas  e tomado pela gritaria. Mas aquele que sabe não tem necessidade de gritar. A  palavra da verdade é uma só, e quando é pronunciada, devem cessar os gritos dos  que disputam. Se porém, os gritos continuam, é porque ainda não há a verdade. &lt;br /&gt;Silenciado, percebeu seu isolamento em meio de toda aquela gente que se  considerava servidora da ciência.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt; &lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;Átila Oliveira é biólogo, ambientalista e recentemente  descobriu-se também um apreciador da arte.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-2596061220597945408?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/2596061220597945408/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=2596061220597945408&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/2596061220597945408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/2596061220597945408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/palavra-de-especialista_30.html' title='Palavra de Especialista'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-5106983976226506313</id><published>2007-07-28T23:31:00.000-03:00</published><updated>2007-07-29T00:49:37.915-03:00</updated><title type='text'>Defendendo a Nomenclatura Científica</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    Em minha rotina diária de pesquisas, pude refletir um pouco, em algumas raras horas vagas (devido ao recesso da graduação) o quão incompetente é o desenho inteligente. Olhei em minha volta e, empiricamente, percebi o vôo desengonçado de algumas aves como a ema, o avestruz, a codorna, a galinha. A foca, o peixe-boi,  o pinguim, seja na hidrosfera, ou na litosfera. Percebi a simplicidade dos marcadores, ao codificar e, conseqüentemente, dar subsídios a sistemática das espécies de mosquito existentes aqui em minha cidade, ver o grau de variabilidade das bases, explicitando algum polimorfismo relacionado a resistência biológica destes pequenos hematófagos, seja na fase de larva, de pupa, nos próprios ovos. Ontogenia enfaticamente: concreta, íntegra, completa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem explicado, bem modelado, dentro de um método objetivo, claro e conciso. Por mais que tenha palavras técnicas, o texto, para quem segue o estudo linha de pesquisa, é em explicativo devido a uma Introdução que resume o histórico da problemática, a uma Análise de Dados, ao Objeto ali presente, ao Método, a Conclusão sensata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto as espécies do desenho incompetente, tem uma base lógica na retórica, em silogismos baratos, senso-comum puro, bases exegéticas, o neocriacionismo camuflado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecer Biodiversidade é para poucos! Custa raciocinar que todas as espécies atuais são finais, nós remetem ao Finalismo, e os fósseis são todos transicionais. Custa estudar um livro qualquer de ensino médio, no assunto de zoologia, e perceber que as Amebas não são archaeanos e, portanto, não viemos delas, como muitos expõem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que só os biólogos, e aqueles que estudam realmente a vida, não limitando à humanos, com disciplinas como Filogenia, vão defender a origem da biodiversidade através de modelos altamente explicativos presentes em milhares de artigos científicos espalhados pelo mundo. Custa sentar um pouco, pesquisar, ler os artigos, refutar cada um deles, ao invés de ficar falando falácias mundo afora através de debates retóricos em Universidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos acabar com o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;merchandising&lt;/span&gt; de empresas de engenharia genética (p. ex. &lt;a href="http://www.jove.com/"&gt;Jove&lt;/a&gt;) especializadas em diagnosticar a resistência de vetores de patologias tropicais, em suposições que permeiam ares de complexidade irredutível em alguns blogs XYZ por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos ser relativos quanto a tudo, olhar os múltiplos fatores, até nos apresentarem algo compreensível, didático, organizado, que mude nossas idéias e contrastem idéias passadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por essas e por outras, defendemos o Estado laico, assim como fizeram na 59ª Reunião Anual da SBPC, há algumas semanas atrás:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="color: rgb(102, 51, 255);" href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=48701"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;SBPC apóia a posição do governo em defesa do Estado laico&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-5106983976226506313?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/5106983976226506313/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=5106983976226506313&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/5106983976226506313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/5106983976226506313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/defendendo-nomenclatura-cientfica_28.html' title='Defendendo a Nomenclatura Científica'/><author><name>Allysson Allan</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://i101.photobucket.com/albums/m77/allyssonallan/Pau%20Ferro/pauferro037.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-4474002257744382429</id><published>2007-07-22T23:12:00.000-03:00</published><updated>2007-07-23T11:09:50.851-03:00</updated><title type='text'>Defendendo a Nomenclatura Científica</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Andam &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;espalhando por aí que a evolução ontogenética segue mecanismos irredutivelmente complexos. E que a natureza, o acaso e a necessidade não seriam suficientes. (sic)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os exegetas, apologetas, e IDiogetas têm criticado os neodarwinistas por não saberem com o que estão lidando. Assim como o neodarwinismo evolui, a biotecnologia também. O que eu quero passar com isso é que a evolução não é fixista, e a ciência não é absoluta, está claro?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Portanto, vamos a matéria:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;h3  style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.princeton.edu/main/news/archive/S18/43/54S08/#comp00004697310f000000019760dc"&gt;Fruit fly research may 'clean up' conventional impressions of biology&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://telicthoughts.com/high-precision-development/"&gt;High Precision Development&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;Um estudo mostra o desenvolvimento embrionário de Drosophilas, a metamorfose do desenvolvimento nas mosquinhas foi elucidado por uma equipe da Universidade de Princeton, os quais descobriram uma etapa chave na evolução ontogenética que pode mudar a visão de muitos cientistas sobre impressões singulares em diversas formas de vida.*&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;Assim como na algumas proteínas, estruturalmente primárias, precisam das chaperones para serem guiadas e obterem algumas funções, as células totipotentes precisam de algumas moléculas essenciais para o desenvolvimento embrionário equilibrado.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;E foi isso que foi encontrado pelos cientistas da Universidade de Princeton, mostrando de onde são derivados os variados sistemas biológicos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;Foram acompanhados as primeiras horas de desenvolvimento do embrião das mosquinhas, e foi localizada uma proteína que tem um grande papel na divergência dos sistemas, chamada Bicoid, que lança sinais à grande célula multinucleada, o embrião, a qual se divide, e através desta divergência forma os sistemas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;Se você acha isto inteligente, eu também acho, explicando a natureza do evento. NÃO CRIANDO.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;Aliás, isto é uma evolução ontogenética, nada de neodarwinismo aí, filogenia só em populações.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;Apesar da ontogenia recapitular a filogenia, né Haeckel?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;*Isto nos reinos animal e planta ou, logicamente, onde ocorrer reprodução sexuada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-4474002257744382429?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/4474002257744382429/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=4474002257744382429&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/4474002257744382429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/4474002257744382429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/defendendo-nomenclatura-cientfica_22.html' title='Defendendo a Nomenclatura Científica'/><author><name>Allysson Allan</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://i101.photobucket.com/albums/m77/allyssonallan/Pau%20Ferro/pauferro037.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-5540711900897463587</id><published>2007-07-21T10:40:00.000-03:00</published><updated>2007-07-21T11:46:07.442-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Palavra de Especialista'/><title type='text'>Palavra de Especialista</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;COMO LIDAR COM UM CÂNCER&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="text-transform: uppercase;font-family:Arial;" &gt;David G. Borges&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="text-transform: uppercase;font-family:Arial;" &gt;biólogo, graduando em filosofia&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="text-transform: uppercase;font-family:Arial;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="text-transform: uppercase;font-family:Arial;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="text-transform: uppercase;font-family:Arial;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;               &lt;/span&gt;Não, não irei falar sobre oncologia hoje. Pelo menos não em sentido estrito. Falarei de um tipo “diferente” de câncer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;É opinião da maioria dos biólogos e demais cientistas sérios que o criacionismo não deva ser discutido. Alguns evitam tocar no assunto a todo custo, como se a mera menção da palavra fosse sujar seus currículos. Outros desprezam o tema com desdém por não o julgarem digno de nota. Há aqueles que permanecem em um profundo silêncio por ainda possuírem conflitos internos entre sua formação acadêmica e sua constituição cultural. Há ainda os que seguem certos cientistas de renome considerados “modelos de conduta”, como Stephen J. Gould (já falecido) e Richard Dawkins, que evitam discutir o tópico por acharem que isso dá visibilidade aos criacionistas. É até cômico que o primeiro seja praticamente santificado em alguns círculos de biólogos e o segundo sempre receba duras críticas por algumas de suas posições; no entanto, a postura de ambos em relação ao criacionismo é exatamente a mesma. Mas este não será o assunto deste ensaio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Minha intenção aqui é chamar a atenção para o &lt;i style=""&gt;crescimento&lt;/i&gt; do criacionismo. Daí a comparação com um câncer – que nada mais é do que um punhado de células que crescem e se multiplicam de forma desenfreada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Para analisar o crescimento do fenômeno é preciso analisar &lt;i style=""&gt;como&lt;/i&gt; ele cresce. Ao contrário do que muitos cientistas pensam, o criacionismo não é meramente a prevalência de uma visão mitológica da realidade. É mais complexo do que isso. O fenômeno está intimamente ligado à cultura religiosa de nossa sociedade. Mas para discutir temos de entender primeiro &lt;i style=""&gt;o que é&lt;/i&gt; o criacionismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Antes de qualquer coisa, &lt;i style=""&gt;criacionismo&lt;/i&gt; é diferente de &lt;i style=""&gt;deísmo&lt;/i&gt;*. O deísmo é a crença em alguma divindade ou ente transcendente qualquer, O que de forma alguma se opõe à evolução ou a qualquer outra teoria científica. O criacionismo é a crença de que as espécies existentes hoje na Terra não surgiram por processos naturais, e sim foram “criadas” por alguma força externa (daí a origem do termo). A maioria dos criacionistas adota o deus bíblico em suas mais variadas denominações como ente criador. Existem basicamente duas “vertentes” principais de criacionismo, apesar das inúmeras variações:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Criacionistas defensores da literalidade bíblica&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;: Assumem a narrativa do Gênesis como um relato literal da história do homem. Este é o ponto que gera o “conflito” com a biologia – o gênesis afirma que o homem foi feito a partir do barro e a mulher a partir de uma costela do primeiro homem. Adicionalmente, todos os animais e plantas teriam sido criados instantaneamente por um ato divino de vontade, exatamente da forma como são hoje. Biologicamente, todas estas proposições são falsas. Homens não surgem espontaneamente a partir do barro, nem mulheres de costelas. Os animais e plantas não possuem hoje a mesma estrutura que possuíam em épocas remotas, nem tampouco as espécies são imutáveis – o registro fóssil, a fisiologia, a anatomia comparada e a genética atestam isso. Seres vivos também não surgem instantaneamente de forma milagrosa, e ainda no século XIX Pasteur refutou este tipo de idéia com um experimento bastante simples. Dentre algumas das possíveis variações dessa “vertente”, podemos encontrar criacionistas que advogam que a idade da Terra é de 6.000 anos ou ainda aqueles que defendem ter ocorrido um dilúvio universal. Há os que afirmam que este dilúvio foi o responsável pela extinção dos dinossauros. Outros vão mais longe, e chegam a afirmar que o meteorito que causou a grande extinção do final do cretáceo era a “queda” de Lúcifer. Este é, de longe, o grupo mais “variado” de criacionistas – alguns defendem todas as idéias citadas (e muitas outras) ao mesmo tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Criacionistas defensores do “desenho inteligente”, “intelligent design”, “DI” ou “ID”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;: Não assumem o gênesis bíblico como um relato literal da história do homem, mas afirmam que um ente externo, o qual chamam de “desenhista”, “arquiteto” ou “projetista”, criou todas as espécies viventes, tendo-as planejado anteriormente. Assim, todas as estruturas biológicas existentes em todos os seres vivos foram planejadas, e obedecem a um fim. Isso contraria a biologia no sentido em que a evolução é um processo incerto, sem planejamento e não-teleológico (ou seja, não-orientado para uma “finalidade” – qualquer que seja ela). Esta proposição é facilmente refutada pela ecologia, pela etologia e pela anatomia (incluindo a anatomia comparada). O “desenho inteligente” se tornou famoso com William Paley em 1802, e Charles Darwin passa a maior parte de “A Origem Das Espécies” refutando esta idéia – ou seja, esta proposição já está “enterrada” há mais de 160 anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="PargrafodaLista"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Uma das principais argumentações dos criacionistas é afirmar que a teoria da evolução é uma “passagem” para o ateísmo. Esta é a espinha dorsal do pensamento criacionista, e por isso precisa ser abordada em detalhes – mesmo que para isso seja necessário fugir um pouco do tema do ensaio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Não há nenhuma relação entre uma coisa e outra. O mecanismo evolutivo (seja aquele descrito por Darwin ou qualquer outro) não “anula” de forma alguma a possível existência de uma ou mais divindades. As pessoas continuam livres para crer nos deuses que quiserem, desde que não misturem as bolas – é óbvio que uma divindade que faz pessoas surgirem de barro é uma idéia sem cabimento frente aos conhecimentos que possuímos hoje, mas quando se assume o texto bíblico como &lt;i style=""&gt;metáfora&lt;/i&gt;, a teodicéia está completa e a divindade “salva”. Mas é válido lembrar que a “contradição” NÃO ESTÁ nas ciências, e sim em se considerar um texto com milênios de idade, que já foi “editado” inúmeras vezes (igrejas incluem, retiram e modificam trechos a seu bel-prazer), com partes faltantes (alguns manuscritos se perderam com o tempo), que já foi traduzido inúmeras vezes (de uma tradução para a outra se perde muito em conteúdo) e de origem difusa (pois foi escrito em diversas línguas diferentes e muitos de seus autores permanecem desconhecidos, além de ter amalgamado a cultura de diversos povos diferentes – o próprio mito do dilúvio é de origem mesopotâmia) como verdade absoluta e imutável. Embora isso seja, NO MÍNIMO, falta de senso crítico, a cultura popular desestimula a reflexão a esse respeito – analisar criticamente a bíblia é tido como equivalente a questionar a própria divindade. E questionar a divindade é “errado”. Embora esta argumentação – de que reinterpretar as escrituras é algo “perigoso” por poder levar ao ateísmo – ser um imenso preconceito com os ateus e também configure uma falha absurda de raciocínio, passarei por cima deste assunto para não fugir mais ao tema do ensaio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Resumindo: o problema dos criacionistas não é com a evolução em si, mas com o naturalismo presente nas ciências. Por algum motivo, os incomoda o fato das ciências não falarem sobre a divindade deles e de não confirmarem a sua existência ou sua suposta grandiosidade. Os incomoda não encontrar “confirmação” para as suas crenças nas ciências. O interessante é que nunca vi um hindu, shintoísta ou yorubá incomodado com isso. Isso é exclusividade de &lt;i style=""&gt;alguns&lt;/i&gt; cristãos, para quem &lt;i style=""&gt;crer&lt;/i&gt; não é o suficiente para crer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Voltando ao assunto inicial, ENQUANTO A SOCIEDADE NÃO PERMITIR QUE CERTOS DOGMAS SEJAM QUESTIONADOS, O CRIACIONISMO CONTINUARÁ CRESCENDO. Por mais ilógica e sem fundamento que seja a postura criacionista, só é possível &lt;i style=""&gt;perceber&lt;/i&gt; isso com questionamentos e raciocínio crítico. É necessário questionar se o texto bíblico é literal ou uma metáfora. É necessário questionar a autoridade do clero, questionar se eles sabem do que estão falando ou não. É necessário questionar se TUDO o que está escrito na bíblia é verdadeiro; questionar qual o grau de confiabilidade e precisão do que está naquelas linhas. Em outras palavras: é necessário questionar se a bíblia foi “mandada via fax diretamente do céu” ou se foi escrita por homens – que, como todos os demais homens, podem errar. E isto não vale &lt;i style=""&gt;somente&lt;/i&gt; para a bíblia; o mesmo se aplica a qualquer “livro sagrado” – seja o corão ou o “livro dos espíritos” de Allan Kardec.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;A nossa sociedade é extremamente conservadora no que se refere à religião, e não permite que estes questionamentos sejam feitos. Fazê-los é “errado”. É feio. Deus não gosta. E o seu vizinho também não.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;É a partir desse conservadorismo que o criacionismo cresce. Faz-se DE TUDO para não se questionar qualquer coisa que seja remotamente relacionada à religião. E sempre que alguém é questionado, invoca a liberdade de crença como salvaguarda. Liberdade de crença não é a mesma coisa que obrigatoriedade de dogmatismo ou obrigatoriedade de se furtar ao debate. As religiões, como qualquer outra atividade humana, podem e DEVEM ser questionadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Exemplos de como esse conservadorismo tacanho facilita o crescimento do criacionismo são inúmeros e podem ser encontrados com facilidade. Recentemente narrei em um ensaio anterior neste mesmo blog uma experiência que tive com um professor que aparentava sequer saber o que era criacionismo, mas defendia a idéia. Há pouco tempo a revista &lt;i style=""&gt;superinteressante&lt;/i&gt; burramente publicou uma matéria afirmando que Darwin havia “matado” deus. Embora a revista já publique matérias ruins há anos e o público que entende alguma coisa sobre ciências não a leve muito a sério, este foi um erro gravíssimo – não só pelo mal-exercício da profissão por parte do autor e do editor, que obviamente não estudaram o suficiente sobre o assunto, como pela negligência da editora em não manter um consultor científico em uma revista que pretende abordar temas das mais diversas áreas e é conhecida por cometer erros grosseiros. O que ocorreu em seguida foi um “efeito bola de neve”: a matéria gerou uma reação no “observatório de imprensa”, com a publicação de um texto de cunho criacionista que utilizou o que estava escrito na &lt;i style=""&gt;Super&lt;/i&gt; como trampolim para criticar a teoria da evolução. Quem leu o texto e está inteirado sobre a “polêmica” criacionista certamente se perguntou: como pode o observatório de imprensa (que pretende ser sério) publicar aquele tipo de artigo? Quase um mês depois outro ensaio, desta vez criticando não só a revista como o autor do primeiro texto, foi publicado. Mas a esta altura o estrago já estava feito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Outro exemplo recente: a Universidade Federal do Rio Grande do Sul ministrou um curso de extensão intitulado “A Prova Científica da Existência de Deus”. Não só é impossível obter “prova científica da existência de deus” (qualquer curioso que entenda um mínimo de filosofia da ciência sabe disso), como o próprio nome dado ao curso já demonstra sensacionalismo barato. O pior é que a Universidade Federal de Santa Catarina e a Universidade Federal de Sergipe também se envolveram nisso. E o leigo que vê esse tipo de coisa escrita na internet ou em qualquer outro lugar passa a achar que &lt;i style=""&gt;existe&lt;/i&gt; alguma prova CIENTÍFICA da existência da divindade judaico-cristã...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;A infiltração de criacionistas em universidades não é novidade. O Sr. Adauto Lourenço, freqüentemente citado como um “cientista criacionista” apesar de seu currículo obscuro, já começou a dar suas “palestras” em faculdades pelo Brasil afora – no início ele se restringia apenas aos templos. É válido lembrar que este senhor é um criacionista “terra jovem” – daqueles que defendem que o planeta tem apenas 6.000 anos e que o homem já conviveu com dinossauros, tendo estes animais perecido no dilúvio de Noé.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;A Sociedade Criacionista Brasileira tem em seu site instruções para a montagem de um “centro escolar criacionista”, ou seja, uma escola de doutrinação religiosa. Essa mesma organização já apoiou a criação de um curso de PÓS-GRADUAÇÃO intitulado “estudos em criacionismo”, ministrado pela UNASP (uma faculdade adventista de São Paulo). No Rio de Janeiro o governo estadual já tentou inserir o criacionismo nos currículos escolares.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Em virtude do enorme crescimento do criacionismo e da “talibanização” religiosa no país (não apenas evangélica), será que realmente vale a pena ignorar o assunto? Arrisco especular que, neste ritmo, em breve não existirão mais liberdades individuais neste país – viveremos em uma teocracia. A liberdade de cátedra provavelmente será a primeira a ser atacada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;A pergunta-chave é: quando um câncer começa a crescer no corpo de alguém, a melhor forma de lidar com ele é ignorá-lo ou tratá-lo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Eu prefiro a radioterapia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;* Não confundir &lt;i style=""&gt;teísmo&lt;/i&gt; com &lt;i style=""&gt;deísmo&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-5540711900897463587?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/5540711900897463587/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=5540711900897463587&amp;isPopup=true' title='8 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/5540711900897463587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/5540711900897463587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/palavra-de-especialista_21.html' title='Palavra de Especialista'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-7644018762176481747</id><published>2007-07-20T10:02:00.000-03:00</published><updated>2007-07-20T10:05:42.093-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dinossauros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias'/><title type='text'>Notícias</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Olá caros leitores! Esta é a 50º postagem deste blog! Obrigado pelo apoio e por acompanharem nosso trabalho. Continuemos na luta contra a pseudo-ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Equipe LinhaEvo&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudo mostra pré-história similar a "Jurassic Park"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como na série cinematográfica Jurassic Park, os dinossauros conviveram durante milhões de anos com outros animais antes de se transformarem nos donos do planeta, segundo revelou um estudo divulgado hoje pela revista Science.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo realizado por paleontólogos da Universidade da Califórnia, pelo Museu Nacional de História Natural e pelo Museu Field, joga por terra a teoria de que a ascensão dos dinossauros foi violenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os cientistas, fósseis descobertos em uma pedreira do norte do Estado americano do Novo México demonstram pela primeira vez a convivência entre os enormes animais já extintos, muitos dos quais pareciam mais frágeis, e acabaram sobrevivendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dinossauros e muitos outros animais, incluindo mamíferos, répteis e anfíbios, surgiram no período Triásico, há entre 235 e 200 milhões de anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, foi apenas no período Jurássico, há entre 200 e 120 milhões de anos, que os dinossauros estabeleceram seu domínio sobre o planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Até agora, os paleontólogos pensavam que os precursores haviam desaparecido antes do surgimento dos dinossauros", afirma Kevin Padian, professor de biologia da Universidade da Califórnia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra teoria assinala que a rápida extinção de muitos animais no final do Triásico permitiu que os dinossauros se diversificassem, e se tornassem os habitantes predominantes do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mas agora, as evidências demonstram que é possível que tenham coexistido durante 15 ou 20 milhões de anos, ou mais", acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Randall Irmis e Sterling Nesbitt, autores do estudo, os ossos descobertos no Novo México proporcionam informações anatômicas que revelam a evolução dos precursores dos dinossauros, sua conversão em dinossauros e a diversificação destes animais. Nenhum desses restos é um esqueleto completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descoberta de restos de precursores dos dinossauros (dinosauromorfos), junto com os de dinossauros, nos ensina o ritmo da mudança. Se houve uma competição entre estes precursores e os dinossauros, esta foi muito prolongada", assinala Irmis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na pedreira, Irmis e Nesbitt encontraram 1.300 espécimes fósseis de dinossauros e precursores destes animais, assim como ossos de ancestrais dos atuais crocodilos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também havia fósseis de peixes e anfíbios que existiram há entre 220 e 210 milhões de anos&lt;br /&gt;p&gt; Além disso, o relatório publicado pela Science indica que os paleontólogos também encontraram restos de carnívoros como o Chindesauro bryansmalli e um parente próximo do Coelophysis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos os animais eram bípedes, e muito similares ao Velociraptor que aparece em Jurassic Park.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro precursor de dinossauros encontrado na pedreira foi o "Dromomeron romeri", um parente próximo de outro precedente chamado Lagerpeton, que existiu no Triásico médio, no território que hoje pertence à Argentina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1771144-EI319,00.html"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-7644018762176481747?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/7644018762176481747/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=7644018762176481747&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/7644018762176481747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/7644018762176481747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/notcias_20.html' title='Notícias'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-156099503764873223</id><published>2007-07-19T02:10:00.000-03:00</published><updated>2007-07-20T16:01:31.200-03:00</updated><title type='text'>Defendendo a Nomenclatura Científica</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Deus como Designer.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Behe nos presenteia, embora presente de grego, com o livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Edge of Evolution: The Search for the Limits of Darwinism.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;  &lt;/span&gt;Nele podemos encontrar as exegeses de Behe sobre os limites do darwinismo, onde ele se retrata quanto ao livro anterior onde os criacionistas, e não Distas, utilizam em larga escala para argumentar a existência de um Deus inteligente, o Engenheiro do Universo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Desde o primeiro livro, A Caixa Preta de Darwin, Behe tem dado a noção de que os sistemas bioquímicos são irredutivelmente complexos, e não podem evoluir pelos mecanismos darwinistas. De acordo com Behe, a construção de boa parte das estruturas biológicas não são aleatórias, e sim dirigidas por algum designer. Um Deus engenheiro genético.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Behe, erra descaradamente em vários argumentos relativos a evolução do gene, como ele e as proteínas evoluem, sem contar em inúmeras experiências empíricas não citadas em seu primeiro livro. Podemos inferir sobre algumas delas aqui, em boas demonstrações científicas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Segundo Carrol, S. B. na seção Evolution da revista Science de 8 de junho de 2007, Behe permite, somente que: “raramente, há uma inserção na seqüência genética produzindo boas condições de sobrevivência para o organismo”, e Carrol continua a intervenção onde as inserções mutacionais acontecem diariamente podendo ser consideradas as matérias evolutivas em maior constância. Exemplos de cumulação seletiva estão em múltiplos locais na evolução de proteínas, como na resistência das cobras à Tetradoxina, no ajuste da visão colorida dos animais, na resistência das bactérias ao antibiótico Cefatoxima e resistência ao Pirimetamina em parasitas da malária, dada através de uma omissão extensiva de Behe de resistência aos fármacos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Uma visão totalmente qualitativa, em termos quantitativos, em relação às taxas e ao espectro de afinidades, nada. Não seguindo o trajeto real da mutação que as proteínas seguem em suas evoluções para novas propriedades.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A falta da visão quantitativa faz com que um segundo erro apareça, sobre as interações entre as proteínas. O autor argumenta que uma geração de novas proteínas não podem &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;evoluir por serem extremamente improváveis e, que a complexidade de três únicas proteínas são “além do limite da evolução”. Esquecendo de todo mecanismo de interação das proteínas, onde há um imenso número de experiências que comandam a reversibilidade e estabilizam a rede protéica, refutam os argumentos retrógrados deste autor. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Behe vai continuar ignorando esses estudos ou, mais a frente irá se retratar ante a sociedade? No livro da Caixa Preta continua argumentando a ausência de fósseis transicionais de baleias,  descaradamente omitindo vários fósseis encontrados nestes últimos anos, veja mais a frente a afirmação no novo livro "The Edge of Evolution", onde Behe se retrata quanto aos fósseis. (M. J. Behe, in Darwinism, Science or Philosophy?, J. Buell, V. Hearn, Eds. (Foundation for Thought and Ethics, Richardson, TX, 1994), pp. 60–71.).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quanto aos fármacos Behe não tem nada a citar, e quanto as patologias? Behe não vai questionar a bondade, moralidade e onipotência do Designer, quanto a varíola, a malária e outras?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O neodarwinista Jerry Coyne da Universidade de Chicago, analisou o livro em um artigo intitulado &lt;i style=""&gt;The Great Mutator, &lt;/i&gt;e o parágrafo conclusivo resume bem a crítica:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Por fim, The Edge of Evolution não é um avanço ou refinamento da T.D.I., mas um recuo de suas argumentações originais - um desesperado ato designado para manter credibilidade no mundo do progresso científico. Mas é tudo pra nada, porque na nova teoria de Behe permanece a mesma mistura velha da ciência inoperante e da fina teologia disfarçada. Não há nenhuma evidência para sua argumentação principal de mutação não aleatória, e os cientistas têm evidências em abundância de encontro a ela. Seus argumentos dos organismos complexos contra a evolução darwinista são ruins e enganadores. E não há uma pequena evidência que suporte sua argumentação na qual o objetivo da evolução é vida inteligente. Em contraste a festa de evidências que sustentam a Teoria da Evolução, Behe dá-nos uma &lt;span style="font-size:100%;"&gt;hipótese vazia.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p face="times new roman" style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Coyne termina a apreciação com uma citação de Darwin:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: times new roman;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;“A ignorância gera confiança mais frequentemente que o conhecimento; são aqueles que sabem pouco e não aqueles que sabem muito que asseguram que este ou aquele problema nunca serão resolvidos pela ciência.”&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Houve outra crítica bastante relevante do cientista da computação e engenheiro de software do Google, Mark Chu-Caroll, sem contar na resenha negativa da Nature, e das extensas críticas do biólogo evolucionário PZ Myers.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mark Chu-Carroll possui experiência &lt;/span&gt;no uso de algoritmos genéticos e destaca erros grosseiros nas premissas que Behe utiliza para as fitness landscapes que serviram de base para os cálculos probabilísticos do livro, ou seja ele tentou se aventurar de forma muito infeliz em computação evolucionária e atingiu certos resultados probabilísticos nem um pouco realistas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O livro Evolução (págs 285-287) de Mark Ridley refuta os argumentos de Behe baseados nas raras mutações benéficas para os organismos, tendo que ser mutações dirigidas e não aleatórias:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:times new roman;" &gt;“Todas as teorias sobre mutações dirigidas ou planejadas têm o mesmo problema. Para que uma teoria  de  mutação dirigida possa ser uma alternativa verdadeira à seleção natural, ela precisa oferecer um mecanismo  de  mudança adaptativa que não se baseie fundamentalmente na seleção natural para proporcionar a informação adaptativa. A maioria das alternativas à seleção natural não explica a adaptação. Por exemplo, no início do século XX alguns paleontólogos, como Osborn, impressionaram-se com o direcionamento do documento fóssil. Os titanotérios são um exemplo clássico. Eles são um grupo extinto  de  perissodátilos (a ordem dos mamíferos que inclui os cavalos) do Eoceno e do Oligoceno. Em várias linhagens, as formas mais antigas não tinham chifres, enquanto as mais recentes os tinham desenvolvido. Osborn e outros acreditavam que a tendência era  ortogenética : isto é, não surgiram devido à seleção natural entre mutações ao acaso, mas porque os titanotérios estavam mutando na direção da tendência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:times new roman;" &gt;A mutação dirigida poderia explicar uma tendência adaptativa indiferente e simples. Se um titanotério estivesse igualmente bem-adaptado, qualquer que fosse o tamanho  de  seus chifres, uma tendência dirigida a chifres são maiores bem que poderia originar-se por mutação dirigida. Na verdade, supõe-se que os chifres são adaptativos, e isso torna a mutação dirigida uma explicação implausível. A mutação é aleatória em relação. Se a mutação é dirigida, é  de  forma não adaptativa. Desse modo, se alguém explica uma tendência por ontogênese (ou mutação dirigida), podemos perguntar como as mutações “ortogenéticas” poderiam continuar a ocorrer na direção  de  um melhoramento adaptativo. Se a resposta for que a variação simplesmente é daquele jeito, então a adaptação está sendo explicada por acaso – e, quase por definição, o acaso, por si só, não consegue explicar a adaptação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:times new roman;" &gt;Essa objeção nem é tão rigorosa assim para os chifres  de  titanotério porque sua função adaptativa é pouco conhecida. As tendências podem ter-se tornado possíveis por simples aumentos  de  tamanho. Entretanto, para outras tendências conhecidas no documentário fóssil, tais como a evolução dos mamíferos a partir  de  répteis semelhantes a mamíferos, a objeção é muito mais poderosa. Os mamíferos evoluíram ao longo  de  cerca  de  100 milhões  de  anos, durante os quais ocorreram mudanças nos dentes, nas mandíbulas, na locomoção e na fisiologia. Quase todas as características dos animais foram alteradas  de  forma integrada. Seria altamente improvável que a mutação dirigida, sozinha, fosse capaz  de  direcionar uma tendência adaptativa complexa e com múltiplas características desse tipo. Sozinho, um processo aleatório não explica a adaptação. Por essa razão, do mesmo modo que o lamarckismo, a mutação dirigida, por si só, está descartada como explicação para a adaptação.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:times new roman;" &gt;Em conclusão, pode-se usar uma forte argumentação  de  que a seleção natural é a única teoria atualmente disponível para a adaptação. As alternativas baseiam-se no acaso, em que causas não cientificas e em processos que, de fato, não funcionam ou não são explicativas.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Enfim, ponto para os neodarwinistas! Em seu último livro, Behe afirma, sem dúvidas, que a ancestralidade comum universal é um fato, e os seus argumentos probabilísticos exigem uma cronologia geológica e sistemática filogenética para a Terra, algo que ele esqueceu no primeiro livro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Abaixo o neocriacionismo disfarçado.&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-156099503764873223?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/156099503764873223/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=156099503764873223&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/156099503764873223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/156099503764873223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/defendendo-nomenclatura-cientfica_19.html' title='Defendendo a Nomenclatura Científica'/><author><name>Allysson Allan</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://i101.photobucket.com/albums/m77/allyssonallan/Pau%20Ferro/pauferro037.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-2588665866105491923</id><published>2007-07-17T22:34:00.000-03:00</published><updated>2007-07-17T22:37:41.202-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Método Científico'/><title type='text'>Pitacos Renânicos</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;A Questão das Aspas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;Renan B. Fernandes&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:16;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;              &lt;/span&gt;Quem leu um dos meus artigos passados, “Em defesa do Equilíbrio”, não pôde deixar de notar o uso de aspas sempre que me referia a “criacionistas” e “evolucionistas”. Vou aproveitar para escrever um artigo explicando algumas coisas sobre ciência.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;               &lt;/span&gt;O uso de aspas, nesse caso, se deve ao fato do uso constante de uma terminologia errônea. Não vou entrar no mérito do evolucionismo nas Ciências, vou me atendo-me ao evolucionismo que tratamos aqui.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;               &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Em Ciência, essencialmente, não se crê (na verdade, se crê, mas trataremos disso mais adiante). Quando uma teoria é estabelecida como CIENTÍFICA, porque foi construída através de método reconhecidamente&lt;span style="color:blue;"&gt; &lt;/span&gt;científico, ou você a entende e aceita, ou você não a entende. (Outra opção é entender e não aceitar, denunciando uma falha de experimento, de construção da explicação, ou qualquer outro problema metodológico)&lt;span style="color:red;"&gt; &lt;/span&gt;No caso da Teoria da Evolução, ela possui o status de teoria científica, como muito já foi discutido, pois a hipótese foi comprovada pelo método científico e, até o momento, só tem sido corroborada. Apesar de a TE está solidamente construída, ela pode vir a ser substituída por um modelo mais adequado, melhorado, de acordo com novas evidências. Não devemos divinizar uma teoria.&lt;span style="color:green;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;               &lt;/span&gt;Epistemologicamente falando, não existem evolucionistas. Existem cientistas que, atualmente, considerando todo o embasamento teórico e a corroboração constante, aceitam a Teoria da Evolução como a melhor explicação possível para justificar as múltiplas formas de vida atualmente existentes e a sua trajetória, expressa nos fósseis&lt;span style="color:blue;"&gt;.&lt;/span&gt; Esse é um ponto importante. Quando, mais acima, falei que existe crença, é aqui. O Cientista é um profissional que crê que uma associação pertinente entre racionalização e experimentos pode explicar melhor os fenômenos naturais, sem qualquer necessidade de explicação não fundamentada na associação desses pressupostos, bem expressos na Metologia Científica.&lt;span style="color:blue;"&gt; &lt;/span&gt;Simples. É por isso que, apesar de possível, ninguém fica chamando quem aceita a gravidade de gravitacionista. Simplesmente não há &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;por quê.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;                  &lt;/span&gt;Como o cientista é levado, através dos resultados do método científico, a aceitar a teoria, ele também tem de desacreditar dessa teoria caso os fatos apontem para o outro lado. Não pode haver paixão por uma idéia, pois se houver paixão, o cientista não poderá aceitar que o que defendeu durante toda a vida estava errado. E a história da ciência é repleta de exemplos de cientistas que, abrindo mão dos princípios de imparcialidade, neutralidade e objetividade, passaram suas vidas defendendo não mais teorias científicas, mas sim suas teorias, mesmo com o avolumar de evidências contrárias, porque as colocaram num patamar acima da própria ciência. É por isso que, sintetizando, para tudo aquilo que para o que a Ciência apontar, o Cientista deve sempre confiar desconfiando, e desconfiar confiando&lt;span style="color:blue;"&gt;.&lt;/span&gt; No momento, confiamos na TE, mas nunca podemos deixar de desconfiar dela. É assim que o conhecimento evolui.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;                    &lt;/span&gt;Abrindo parênteses para evitar que os “criacionistas” se aproveitem do que falei. Apesar de ter dito para sempre desconfiarmos dela, isso não significa necessariamente que ela esteja em desacordo com as evidências. São coisas completamente distintas. Isso não quer dizer, muito menos, que o criacionismo possa se afirmar como ciência, pois não passa de mito, como já foi demonstrado inúmeras vezes. “Criacionistas”, não façam miscelânea.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;                   &lt;/span&gt;Então, se não podemos falar em “evolucionistas” e “criacionistas”, como nomear aqueles que não aceitam a Teoria da Evolução das Espécies? Não precisa rotular ninguém, pois pessoa alguma é obrigada a aceitar uma idéia, mesmo essa idéia sendo comprovada. Eles simplesmente não a aceitam por motivos que variam desde ignorância até charlatanismo. Dando nomes a eles, apenas estamos aumentando sua importância indevida, pois, nesse caso, eles questionam o vazio.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;                  &lt;/span&gt;Atualmente há ainda os que acreditam que a Terra é o centro do Universo. Lá pelos idos do ano 2507, um ou outro ainda vai duvidar da Teoria da Evolução.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:green;"&gt;&lt;span style=""&gt;                   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:green;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-2588665866105491923?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/2588665866105491923/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=2588665866105491923&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/2588665866105491923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/2588665866105491923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/pitacos-rennicos.html' title='Pitacos Renânicos'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-8027167316815093928</id><published>2007-07-16T10:41:00.000-03:00</published><updated>2007-07-16T10:45:59.015-03:00</updated><title type='text'>Notícias - A negritude dos europeu</title><content type='html'>&lt;div class="plain"&gt;       &lt;h1 class="documentFirstHeading"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Novas pesquisas genéticas estimam que a cor branca apareceu na Europa entre 6 mil e 12 mil anos atrás&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;Nossos ancestrais europeus foram negros durante dezenas de milhares de anos. Essa hipótese foi formulada 30 anos atrás por um dos maiores geneticistas do século XX, Luca Cavalli-Sforza, depois de conduzir estudos genéticos em centenas de grupos étnicos ao redor do mundo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para enunciá-la, Cavalli-Sforza partiu de evidências genéticas e paleontológicas sugestivas de que nossos ancestrais devem ter chegado ao Norte da Europa há cerca de 40 mil anos, depois de passar 5 milhões de anos no berço africano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esses primeiros imigrantes eram nômades, caçadores, coletores, pescadores e pastores que se alimentavam predominantemente de carne. Dessa fonte, os primeiros europeus absorviam a vitamina D, imprescindível para a absorção de cálcio no intestino e a boa formação dos ossos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nos últimos 6 mil anos, quando a agricultura se disseminou pelo continente, fixou o homem à terra e criou a possibilidade de estocar alimentos, a dieta européia sofreu mudanças radicais. A adoção de uma dieta mais vegetariana trouxe vantagens nutricionais, menor dependência da imprevisibilidade da caça e da pesca, aumentou a probabilidade de sobrevivência da prole, mas reduziu o acesso às fontes naturais de vitamina D.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para garantir que o metabolismo de cálcio continuasse a suprir as exigências do esqueleto, surgiu a necessidade de produzir vitamina D por meio de um mecanismo alternativo: a síntese na pele mediada pela absorção das radiações ultravioleta da luz solar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De um lado, a pele negra incapaz de absorver os raios ultravioleta na intensidade que o faz a pele branca; de outro, as baixas temperaturas características do Norte da Europa, que obrigaram os recém-saídos da África tropical a usar roupas que deixavam expostas apenas as mãos e o rosto, criaram forças seletivas para privilegiar mulheres e homens de pele mais clara.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Num mundo de gente agasalhada dos pés à cabeça, iluminado por raios solares anêmicos, levaram vantagem na seleção natural os europeus portadores de genes que lhes conferiam concentrações mais baixas de melanina na pele.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As previsões de Cavalli-Sforza enunciadas numa época em que a genética não dispunha das ferramentas atuais, acabam de ser confirmadas por uma série de pesquisas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No ano passado, ocorreu o maior avanço nessa área: a descoberta de que um gene, batizado de SLC24A5, talvez fosse o responsável pelo aparecimento da pele branca dos europeus, mas não dos asiáticos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em outubro de 2005, o grupo de Keith Cheng, da Pennsylvania State University, publicou na revista Science um estudo demonstrando que existem duas variantes desse gene (dois alelos). Dos 120 europeus estudados, 98% apresentavam um dos alelos, enquanto o outro alelo estava presente em praticamente todos os africanos e asiáticos avaliados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Trabalhos posteriores procuraram elucidar em que época essa mutação genética teria emergido entre os europeus.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com emprego de técnicas de seqüenciamento de DNA, o gene SLC24A5 foi pesquisado em 41 europeus, africanos, asiáticos e indígenas americanos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pelo cálculo do número e da periodicidade com que ocorrem as mutações, os autores determinaram que os alelos responsáveis pelo clareamento da pele foram fixados nas populações européias há 18 mil anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No entanto, como a margem de erro nessas estimativas é grande, os autores também seqüenciaram outros genes localizados em áreas próximas do genoma. Esse refinamento da técnica permitiu estimar o aparecimento da cor branca da pele européia num período que vai de 6 mil a 12 mil anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esses estudos têm duas implicações:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1) Demonstram que as estimativas de que os seres humanos modernos teriam aparecido há 45 mil anos e que não teriam mudado desde então estão ultrapassadas. Nossa espécie está em constante evolução.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2) Demonstram como são ridículas as teorias que atribuem superioridade à raça branca. De 5 milhões de anos, quando os primeiros hominídeos desceram das árvores nas savanas da África, a meros 6 mil a 12 mil anos, éramos todos negros.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://www.cartacapital.com.br/2007/07/453/a-negritude-dos-europeus"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-8027167316815093928?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/8027167316815093928/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=8027167316815093928&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/8027167316815093928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/8027167316815093928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/notcias_16.html' title='Notícias - A negritude dos europeu'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-7193171652591360669</id><published>2007-07-13T11:23:00.001-03:00</published><updated>2007-07-13T11:23:58.738-03:00</updated><title type='text'>Notícias</title><content type='html'>&lt;b&gt;Borboletas no Pacífico mostram rapidez da evolução&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dramático retorno de uma borboleta macho tropical, que havia praticamente desaparecido por causa de um parasita, mostra quão rápido a teoria da seleção natural pode funcionar na prática, disseram pesquisadores nesta quinta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início de 2006, cientistas estudaram o número de um tipo de borboleta, a Blue Moon, na ilha de Savai''i, situada no Pacífico Sul. Na época, os machos representavam apenas 1% da população, mas no final do mesmo ano o número tinha subido para 40%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores acreditam que o aumento se deve à proliferação de "supressores" de genes de uma bactéria que é transmitida da mãe para suas crias e mata somente os embriões machos antes de seu nascimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esta é a mudança evolutiva mais rápida que já se observou", disse Sylvain Charlat, autor de um estudo e de uma tese de pós-doutorado sobre o tema na Universidade da Califórnia, em Berkeley.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Charlat, o estudo mostra que, como neste caso, quando a população experimenta pressões seletivas muito intensas, a evolução age muito rápido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Geralmente, pensamos na seleção natural como um processo que atua lentamente, em centenas ou milhares de anos, mas este estudo mostra que passou em um piscar de olhos em termos evolutivos", acrescentou Gregory Hurst, autor de uma investigação sobre genética evolutiva na Universidade College, em Londres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirado&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1753957-EI8145,00.html"&gt; daqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-7193171652591360669?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/7193171652591360669/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=7193171652591360669&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/7193171652591360669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/7193171652591360669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/notcias.html' title='Notícias'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-5845933273104913540</id><published>2007-07-12T22:32:00.000-03:00</published><updated>2007-07-13T11:21:26.450-03:00</updated><title type='text'>Defendendo a Nomenclatura Científica</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Diferenças Relativas, como o próprio título do texto explicita; as diferenças entre os chimpanzés e humanos podem ser bem maiores. O mito do 1% desqualifica a evolução humana? Enfim, vamos às forras! Às forras subjetivas, a metafísica (?!)&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Jon Cohen, News Focus on Evolutionary Biology, “Relative Differences: The Myth of 1%,” Science http://www.sciencemag.org/cgi/content/full/316/5833/1836 , 29 June 2007: Vol. 316. no. 5833, p. 1836, DOI: 10.1126/science.316.5833.1836.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Tudo começou em 1975, quando o biólogo Allan Wilson, e um de seus estudantes de graduação fizeram um argumento convincente sobre a diferença genética entre humanos e chimpanzés. Os próprios, posteriormente, viram que não era somente 1% de diferença, seja na regulação do gene,  nas disparidades entre o nosso parentesco com os “chimpas”. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;E que a questão do 1% pode ser novamente retirada, de acordo com novos estudos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;As taxas genéticas mostraram que fatores podem explicar porque nós somos bípedes e temos um grande encéfalo, e porque os chimpanzés têm resistência para AIDS e raramente contraem a doença.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Os Pesquisadores descobriram que não há uma maneira de expressar as distâncias genéticas entre dois seres viventes, segundo Gagneux expôs. Segundo o artigo em sua totalidade, a argumentção se extende a pedaços de DNA ausentes, genes extras, variadas estruturas dos cromossomos (algo altamente subjetivo), conexões alteradas nas redes de genes,&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;inserções e deleções, número de cópias de gene, genes coexpressados&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;A pesquisa se deu através de um consórcio proposto em 2005 para analisar todas as substituições das bases. Ou seja, o subjetivo é amplamente utilizado neste artigo para atestar que os &lt;a href="http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/defendendo-nomenclatura-cientfica.html"&gt;marcadores moleculares&lt;/a&gt; não são suficientes para a análise das diferenças entre os “chimpas” e os humanos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Será que os pedaços de DNA ausentes, os genes extras, as variadas estruturas dos cromossomos (?), as conexões alteradas nas redes de genes,&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;as inserções e deleções, as cópias do gene, os genes coexpressados, seguem a mesma estabilidade assim como os marcadores moleculares? Será que esses fatores subjetivos seguem estabilidade na evolução ontogenética em todos esses primatas? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Cohen reaça, esquentou a turminha dos desenhistas “inteligentes”, hein?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Outro amiguinho de Cohen, Matthew Haw, concluiu com seus estudos que através do número de cópias dos genes entre os humanos e “chimpas” tinham uma extrema diferença de 6,4%, não que os chimpanzés e humanos sempre diferem 6.4%, mas a instabilidade pode chegar aos 6.4%; Por falar em instabilidade, podemos citar novamente a estabilidade dos &lt;/span&gt;&lt;a href="http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/defendendo-nomenclatura-cientfica.html"&gt;marcadores moleculares&lt;/a&gt;&lt;span style=""&gt;? Segundo&lt;/span&gt; o geneticista: “a duplicação e a perda de gene pode ter desempenhado um papel maior do que a substituição de nucleotídeos na evolução dos fenótipos exclusivamente humanos e certamente um papel muito maior do que tem sido amplamente apreciado.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Cohen continua: “ Muitos, se não a maioria, dos 35 milhões de pares de base, 5 milhões deleções/inserções em cada espécie, e 689 genes extra nos seres humanos podem não ter nenhum significado funcional.” E mais a frente há uma citação de David Hausller, engenheiro biomolecular da UC Santa Cruz, realçando a importância dessas “diferenças”: “Jogar fora essas diferenças singulares que importam, de outras que não são realmente difíceis”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ol style="margin-top: 0cm;" start="1" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os      íntrons são protagonistas neste processo (?!)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A      Teoria do Neutralismo promovida por Kimura, e outros não é utilizada, ante      as inúmeras substituições de pares de base sinônimos.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os Dois      Bilhões, 690 Milhões de pares de base codificados não são significativos.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Marcadores      Moleculares não servem para nada, quer dizer, só em casos criminais,      biologia forense e por isso a justiça é errada.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O que seria a percentagem precisa para Jon Cohen “O Sensacionalista”, 99,9%?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:group id="_x0000_s1026" style="'position:absolute;" coordorigin="801,5917" coordsize="10260,3870"&gt;  &lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;   &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;   &lt;v:formulas&gt;    &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;    &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;    &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;    &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;    &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;    &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;    &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;    &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;    &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;    &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;    &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;    &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;   &lt;/v:formulas&gt;   &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;   &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt;  &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1027" type="#_x0000_t75" style="'position:absolute;" wrapcoords="-63 0 -63 21360 21600 21360 21600 0 -63 0"&gt;   &lt;v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\Allysson\CONFIG~1\Temp\msohtml1\01\clip_image001.jpg" title="enezio1"&gt;  &lt;/v:shape&gt;&lt;v:line id="_x0000_s1028" style="'position:absolute'" from="7641,8257" to="8181,8700" coordsize="21600,21600"&gt;   &lt;v:stroke endarrow="block"&gt;  &lt;/v:line&gt;&lt;v:oval id="_x0000_s1029" style="'position:absolute;left:801;top:5917;" filled="f" strokeweight=".25pt"&gt; &lt;/v:group&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;        Inclua entre o chimpanzé, além dos próprios ancestrais dele, e os ancestrais &lt;i style=""&gt;hominidae: &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#tchadensis"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Sahelanthropus tchadensis&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#tugenensis"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Orrorin tugenensis&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#ramidus"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Ardipithecus ramidus&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#anamensis"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Australopithecus anamensis&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#afarensis"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Australopithecus afarensis&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#platyops"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Kenyanthropus platyops&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#africanus"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Australopithecus africanus&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#garhi"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Australopithecus garhi&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#aethiopicus"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Australopithecus aethiopicus&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#robustus"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Australopithecus robustus&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#boisei"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Australopithecus boisei&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#habilis"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Homo habilis&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#georgicus"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Homo georgicus&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#erectus"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Homo erectus&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#ergaster"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Homo ergaster&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#antecessor"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Homo antecessor&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#archaics"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Homo heidelbergensis&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#neandertals"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Homo neanderthalensis&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#floresiensis"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Homo floresiensis&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/species.html#moderns"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Homo sapiens sapiens&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;/i&gt;coloque no círculo rosa, todas estas espécies:&lt;i style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_GTnLFI0XUZk/RpbYe_XwX4I/AAAAAAAAABw/DZxWHaqbgbg/s1600-h/enezio1.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_GTnLFI0XUZk/RpbYe_XwX4I/AAAAAAAAABw/DZxWHaqbgbg/s320/enezio1.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5086490856080301954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Mesmo que Cohen esteja certo, os “chimpas” e os humanos ainda estão muito longe na árvore filogenética, sensacionalistamente colocada dessa forma no artigo, enganando a galera do desenho e pós-darwinistas amantes do fixismo. A Science iria mudar o nome da Seção Biologia Evolucionária, para Biologia do Puff. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Nem 90% da similaridade entre os humanos e os chimpanzés foram atacadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Enfim evos, podem ficar despreocupados quanto à alardes do tipo: Bomba! Bomba! Pois não passam de meros traques. Os desenhistas vão colocar a culpa agora na radiação da atmosfera primitiva na qual eram intensos os raios solares no período do Cambriano, e por isso as bases têm uma extrema variação, e por aí vai a exegese, é só esperar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-5845933273104913540?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/5845933273104913540/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=5845933273104913540&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/5845933273104913540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/5845933273104913540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/defendendo-nomenclatura-cientfica_12.html' title='Defendendo a Nomenclatura Científica'/><author><name>Allysson Allan</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://i101.photobucket.com/albums/m77/allyssonallan/Pau%20Ferro/pauferro037.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_GTnLFI0XUZk/RpbYe_XwX4I/AAAAAAAAABw/DZxWHaqbgbg/s72-c/enezio1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-3318944860139510448</id><published>2007-07-11T11:19:00.000-03:00</published><updated>2007-07-11T11:48:15.140-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='naturalismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Youtube'/><title type='text'>Pitacos Renânicos - Youtube</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 24pt;"&gt;Aprendendo com os Baques&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 24pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;Renan B. Fernandes&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O homem tem um &lt;i&gt;quê &lt;/i&gt;de megalomania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adora se enxergar como o centro de tudo, o maior de todos, o ápice da criação. Porém, conforme o conhecimento científico avança, percebemos que o homem não é o centro de coisa alguma, a não ser de seu umbigo; não é rei da cocada preta. Ele é simplesmente uma parte ínfima de um Cosmos que ainda esconde grandes e numerosos segredos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro grande baque que o homem sofreu foi com a teoria Heliocêntrica, onde a Terra perdeu o status de centro do Universo e, consequentemente, o ser humano também. E é por isso que as pessoas comuns demoraram para aceitar tal idéia. O estudo de História que temos na escola nos passa a idéia de que tudo ocorre do dia para a noite, mas não é assim. Uma idéia de tamanha relevância não é aceita rapidamente, nem poderíamos cobrar tamanha mudança ideológica da população em geral.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Mas mesmo não sendo mais o centro do universo, ainda éramos a imagem de Deus. Pelo menos isso. Por algum motivo não esclarecido, o criador resolveu nos colocar numa partezinha do Cosmos, mas ainda éramos sua criação especial.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Porém, o homem sentiu uma nova pancada que atingiu seu ego inflado. O segundo baque foi, certamente, com a Teoria da Evolução das Espécies, que colocou o ser humano no seu devido lugar dentro da natureza. A partir daí, percebemos que não éramos mais o ápice da criação, criados à imagem e semelhança de Deus. Somos simplesmente parte de uma natureza complexa. Não somos mais evoluídos que ser vivo algum, apenas conseguimos sobreviver dentro de nosso nicho, assim como a barata ou a raposa o faz.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Os principais opositores da Teoria da Evolução alegam que ela diminui a importância do homem, mas o que ocorre é justamente o contrário. Percebam que não há nada de mau nessa idéia. Colocar o homem como igual aos outros seres vivos na natureza engrandece nossa posição. Quando nos damos conta de que fazemos parte da natureza aqui e agora, nossa responsabilidade aumenta (e talvez seja isso que nos amedronta).&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Quando pensamos que essa vida é passageira e que o reino do transcendente será nossa casa final, nossa realidade perde importância. Por isso, temos que perceber que somos parte da natureza; cuidemos, portanto, para que ela seja preservada. Como fazemos parte dela, e somos o que somos por causa dela, cabe a nós, dotados de consciência e razão, encontrar meios para preservá-la. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Assim como eu e você somos parte da natureza, cada ser humano também é. Logo, dentro de uma perspectiva natural, todos os homens são importantes. A sociedade é formada por vários seres humanos; logo, quando um deles é atingido, todo o resto será direta ou indiretamente. Além disso, cada vida é única. Cada ser humano é uma combinação genética única, resultado de um processo natural árduo. Cada vida é importante e pode ser perdida, portanto façamos de tudo para valorizá-la.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Caros leitores, o homem realmente sofreu fortes baques em seu ego. Porém, grandes baques engrandecem e nos fazem perceber nosso lugar nesse Universo imenso e misterioso. A perspectiva naturalista pode nos trazer muitos ensinamentos, ao contrário do que afirmam radicais religiosos. Cabe a cada um de nós aceitar a pancada em seu ego e aprender com isso.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;E, para mostrar nosso tamanho no Universo e nos situar ainda mais em nosso lugar, um ótimo vídeo no youtube. Aproveitem!&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yvNhw888XmM"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/yvNhw888XmM" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-3318944860139510448?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/3318944860139510448/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=3318944860139510448&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/3318944860139510448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/3318944860139510448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/pitacos-rennicos-youtube.html' title='Pitacos Renânicos - Youtube'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-1149018596639711326</id><published>2007-07-09T20:10:00.000-03:00</published><updated>2007-07-09T20:14:59.771-03:00</updated><title type='text'>Linha Evo Links</title><content type='html'>Olá, caros leitores!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje postamos um link muito útil. É  um site que contem a árvore filogenética de todos os seres vivos. Realmente, muito bom!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.tolweb.org/tree/"&gt;Tree of Life&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitem!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-1149018596639711326?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/1149018596639711326/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=1149018596639711326&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/1149018596639711326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/1149018596639711326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/linha-evo-links.html' title='Linha Evo Links'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-946413048898776583</id><published>2007-07-07T12:24:00.000-03:00</published><updated>2007-07-07T12:35:29.931-03:00</updated><title type='text'>Estréia - Youtube</title><content type='html'>Hoje, postagem dupla! Leiam também a postagem logo abaixo desta, "O trabalho completo de Charles Darwin"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos inaugurar uma nova ferramenta para este blog, que é a postagem de vídeos do youtube. Como estréia, o clássico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7vb1DbOK-9Y"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/7vb1DbOK-9Y" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divirtam-se!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-946413048898776583?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/946413048898776583/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=946413048898776583&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/946413048898776583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/946413048898776583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/estria-youtube.html' title='Estréia - Youtube'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-1582060082589498564</id><published>2007-07-07T12:01:00.000-03:00</published><updated>2007-07-07T12:13:33.012-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Darwin'/><title type='text'>O trabalho completo de Charles Darwin</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_UI5FF1WfXVU/Ro-s02hfpjI/AAAAAAAAAAY/_YPCmlcRNHQ/s1600-h/darwin.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_UI5FF1WfXVU/Ro-s02hfpjI/AAAAAAAAAAY/_YPCmlcRNHQ/s320/darwin.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5084472528313755186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Olá, caros leitores!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após essa maré de textos de diversos especialistas, comentando vários assuntos diferentes, trouxemos um link para um site britânico que possui o maior acervo de escritos de Charles Darwin e sobre ele. Tem material à vontade! Inclusive o seu diário, onde pode ser conferida a parte de sua viagem onde ele passa pelo Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve mais textos dos nossos colaboradores habituais e, também, algumas estréias no Blog!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divirtam-se!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://darwin-online.org.uk/"&gt;http://www.darwin-online.org.uk/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.: Se você quiser colaborar com o blog, envie um e-mail com seu texto para tropa.evo@gmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliaremos o texto e, possivelmente, o publicaremos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-1582060082589498564?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/1582060082589498564/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=1582060082589498564&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/1582060082589498564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/1582060082589498564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/o-trabalho-completo-de-charles-darwin.html' title='O trabalho completo de Charles Darwin'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UI5FF1WfXVU/Ro-s02hfpjI/AAAAAAAAAAY/_YPCmlcRNHQ/s72-c/darwin.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-1417179123191406824</id><published>2007-07-06T11:15:00.000-03:00</published><updated>2007-07-06T11:22:21.719-03:00</updated><title type='text'>Palavra de Especialista</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;O SURGIMENTO DO PENSAMENTO EVOLUTIVO: DE ANAXIMANDRO A LAMARCK&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;&amp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;HISTÓRICO E ORIGEM DAS PRINCIPAIS CONCEPÇÕES ERRÔNEAS SOBRE EVOLUÇÃO BIOLÓGICA, BEM COMO DAS CONCEPÇÕES CRIACIONISTAS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial; font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial; font-weight: normal;"&gt;DAVID G. BORGES&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial; font-weight: normal;"&gt;BIÓLOGO, GRADUANDO EM FILOSOFIA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 7pt; line-height: 115%; font-family: Arial; font-weight: normal;"&gt;(EXTRAÍDO DAS PALESTRAS E TEXTOS SOBRE EVOLUÇÃO VS. CRIACIONISMO ELABORADOS PELO AUTOR &lt;st1:personname productid="EM OCASIÕES ANTERIORES" st="on"&gt;EM OCASIÕES ANTERIORES&lt;/st1:PersonName&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Anaximandro (610-&lt;st1:metricconverter productid="546 a" st="on"&gt;546 a&lt;/st1:metricconverter&gt;.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Especulou sobre o início e a origem da vida animal. Afirmou (com base em fósseis) que os animais saíram do mar em épocas remotas e o ser humano se encontraria “preso” dentro de animais similares a peixes; o homem não teria tido, no passado, condições de sobreviver sozinho sem se abrigar dentro dos peixes, e por isso suas características teriam mudado ao longo do tempo (primeiro registro da idéia de que seres vivos se modificam com o tempo).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Platão (428-&lt;st1:metricconverter productid="347 a" st="on"&gt;347 a&lt;/st1:metricconverter&gt;.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Formula o “Mundo das idéias” e teoria das formas; para Platão variações seriam reflexos “imperfeitos” das essências. Pelo princípio da plenitude, tudo teria sido criado (fixismo).&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Aristóteles (384-&lt;st1:metricconverter productid="322 a" st="on"&gt;322 a&lt;/st1:metricconverter&gt;.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Afirma que as espécies poderiam ser organizadas em uma “ordem”, da mais baixa até a mais alta; o universo seria perfeito e portanto esta “cadeia” também o era, não havendo “espaços vazios” entre um “degrau” e outro. Nenhum degrau seria representado por mais de uma espécie. Aristóteles deu origem ao mito de que “evolução” implica em alguma forma de “progresso”. Ironicamente, também é ele quem lança as bases do que viria a ser o método científico com os seus trabalhos sobre lógica.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Taoísmo (séc. IV a.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; As espécies se modificam com o tempo, não são “fixas”.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Veddas (séc. II a.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; As encarnações de Vishnu como mudanças entre uma espécie e outra.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Cícero (106-&lt;st1:metricconverter productid="43 a" st="on"&gt;43 a&lt;/st1:metricconverter&gt;.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Antecipa a “analogia do relógio”; argumenta que, assim como um relógio de sol ou de água, os seres vivos são complexos demais e devem ter sido projetados por algum ente externo. Os escritos de Cícero são “revisitados” por William Paley no séc. XIX e dão origem ao fenômeno do “criacionismo”.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Galen, o estóico (129-200 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Escreve uma obra chamada “sobre a utilidade das partes do corpo” e argumenta contra a visão judaica de que seres vivos foram criados de forma miraculosa; fala sobre a natureza como fator limitante para certas coisas.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Agostinho de Hipona (354-430 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Argumenta que o Gênesis bíblico deve ser interpretado de forma alegórica, e adverte os fiéis a não se precipitarem em suas conclusões, pois isto poderia “desacreditar a fé”.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Al-Jahiz (776-869 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Afirma que o ambiente influencia a possibilidade de sobrevivência de um animal.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Ibn al-Haitham (965-1039 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Escreve um livro falando sobre modificação (evolução) das espécies. Também foi o pioneiro do método científico – seus livros foram amplamente discutidos e chegaram até o ocidente traduzidos para o latim durante a renascença, formando as bases para o método científico ocidental.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Roger Bacon (1214-1294 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Principia o que posteriormente viria a se tornar o método científico, com a defesa de um processo repetitivo de observação, formulação de hipóteses e experimentação, além da necessidade de verificação independente.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Francis Bacon (1561-1626 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Após estudar várias “ciências”, afirma que os métodos até então empregados para o estudo das coisas obtinham resultados errôneos e defende a criação de um novo método. Tenta estabelecer as causas dos fenômenos a partir de um método indutivo, porém diferente do aristotélico. Tenta “falsear” os conhecimentos adquiridos através de histórias experimentais, para eliminar teorias alternativas. É o precursor do método indutivo e do princípio de falseabilidade de Karl Popper.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Galileu Galilei (1564-1642 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Realiza uma série de experimentos a partir de um método completamente diferente do aristotélico, utiliza a matemática como ferramenta e faz duras críticas ao aristotelismo.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;René Descartes (1596-1650):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Modifica por completo o método científico e filosófico, abandonando (pelo menos em aparência) o aristotelismo. Cria um novo sistema que tem como pretensão guiar os princípios da pesquisa científica.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Séc. XVII:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; O termo em inglês “evolution”, derivado do termo latino “&lt;i style=""&gt;evolutio&lt;/i&gt;” – que significa “&lt;i style=""&gt;desenrolar-se como um pergaminho&lt;/i&gt;” – começa a ser usado para designar uma seqüência ordenada de eventos, particularmente uma em que o resultado estava de alguma forma, contido no início.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Matthew Hale (1609-1676 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Critica o atomismo “ateu” de Demócrito e Epicuro, dizendo que uma “coalizão fortuita e sem sentido de átomos mortos” jamais poderia ter dado origem ao homem, pois não continha os princípios da “evolução” do mesmo. Hale deu origem ao mito de que “evolução” fala de cosmologia, da origem do universo e da origem da vida, além de tê-la associado a “ateus”.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;John Locke (1632-1704 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Defende que todo conhecimento deve vir da experiência, e não de argumentos de autoridade. Afirma que o ser humano é uma “&lt;i style=""&gt;tabula rasa&lt;/i&gt;”, ou seja, não possui conhecimentos inatos (o que contrariava as idéias de Descartes e da Igreja). Forneceu as bases para os trabalhos de Hume e Kant. É considerado o primeiro empirista da escola inglesa.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Isaac Newton (1643-1727 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Rejeitando a ênfase de Descartes no racionalismo e se aproximando do empirismo de Bacon, Newton estabelece o &lt;i style=""&gt;principia&lt;/i&gt;, um conjunto de regras que serviram como base para todo o pensamento científico do século XVIII e início do século XIX. Como suas descobertas entravam em concordância com as de Kepler, Newton demonstrou que as mesmas leis naturais que governam o movimento dos corpos celestes também se aplicam ao movimento dos objetos na Terra.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Carolus Linneaus (Carl von Linné; 1707-1778 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Cria a nomenclatura e a taxonomia. Também forneceu os princípios para a ecologia atual. Irritou a igreja ao classificar humanos como primatas.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;David Hume (1711-1776 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Argumentou a favor do naturalismo; as coisas surgiriam de processos naturais e qualquer impressão de “ordem” seria mera projeção humana sobre as forças da natureza. Levou o ceticismo ao máximo, elaborando o “problema da indução” – segundo o qual nada poderia ser afirmado com certeza a menos que houvesse sido observado. Firma as bases para o método indutivo. Hume também argumentou contra a idéia de que seres vivos eram “projetados” por algum ente externo, com inúmeros exemplos de monstruosidades, abominações e formas imperfeitas presentes na natureza, além do uso da probabilidade como ferramenta.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;William Paley (1743-1805 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Usando uma série de exemplos retirados da medicina e da história natural, Paley retoma o “argumento do relógio” de Cícero e o usa para afirmar que o universo foi “projetado” por uma divindade, em oposição às idéias de Hume. O “argumento do relógio” posteriormente deu origem à corrente criacionista conhecida como “desenho inteligente”.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Friedrich Hegel (1770-1831 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Afirma que o universo é cheio de contradições auto-complementares e a evolução do mesmo faz parte de um “todo” racional, a que chamou de “conhecimento absoluto”. Hegel é o responsável pelo mito de que a evolução possui uma finalidade metafísica.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Joseph Schelling (1775-1854 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Considera natureza e espírito como partes “complementares” de um todo; assim como a natureza exibe estágios dinâmicos de evolução biológica, a mente “luta” para adquirir consciência de si própria; a natureza é “uma revelação do absoluto que se auto-expõe”. Schelling é o responsável pelo mito de que a evolução biológica está ligada a características “intelectuais” e metafísicas (e também influenciou profundamente o surgimento do espiritismo no séc. XIX).&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Hans Christian Ørsted (1777-1851 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Tenta unir o empirismo de Hume às críticas feitas ao mesmo por Kant. Estabelece o método de “observação, hipótese, dedução e experimentação”. Afirma que para se atingir completo conhecimento da natureza, deve-se partir de dois extremos ao mesmo tempo – a experiência e o intelecto em si mesmo.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;William Whewell (1794-1866 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Cria o método hipotético-dedutivo. É o primeiro a utilizar o termo “cientista”.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;John Stuart Mill (1806-1873 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Descreve os cinco princípios básicos da indução (o “método de Mill”). É considerado o último empirista.&lt;u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt;Gregor Mendel (1822-1884 d.C.):&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: Arial;"&gt; Pai da genética moderna. A partir de estudos com ervilhas elaborou leis que descreviam os mecanismos da hereditariedade. No entanto, os trabalhos de Mendel só vieram a receber a devida atenção a partir da década de 1930. Por este motivo, nem Lamarck nem Darwin utilizaram as descobertas de Mendel para a elaboração de suas teorias.&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-1417179123191406824?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/1417179123191406824/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=1417179123191406824&amp;isPopup=true' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/1417179123191406824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/1417179123191406824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/palavra-de-especialista_06.html' title='Palavra de Especialista'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-3913171485356718587</id><published>2007-07-04T23:55:00.000-03:00</published><updated>2007-07-09T20:26:42.243-03:00</updated><title type='text'>Pitacos Renânicos (especial)</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:24;"&gt;Sem dor nem pudor&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;Renan B. Fernandes&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;              C&lt;/span&gt;aros leitores, hoje estou escrevendo com a mente nublada. Minha razão pode estar cegada pelo turbilhão de sentimentos que afloram; amanhã mesmo posso pedir que esqueçam tudo que escrevi. Mas preciso escrever, pois esses momentos emocionados não vêm sempre. E perdoem-me por esse assunto não ter nada a ver com o blog, mas penso ser de extrema importância.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Nesses dias, estive estudando a criminalidade. A cada ano, parece que casos mais assombrosos aparecem. Na verdade, isso se deve a dois fatores: o primeiro é o fato que a brutalidade está realmente aumentando; o segundo é que esquecemos tudo muito fácil. Porém, esse ano de 2007 parece um grande pesadelo. E 2008, certamente, vai ser um pesadelo ainda pior. A situação do Rio de Janeiro está cada vez mais insustentável; crianças são arrastadas pelas ruas até suas cabeças virarem farinha; pessoas são espancadas sem compaixão. Jovens atiram em dezenas nas Universidades. Pessoas são incendiadas...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                 &lt;/span&gt;Qualquer ser humano que possua um pingo de sangue nas veias vai se revoltar com tal situação. Os mais frios dirão que o homem é naturalmente mau, que a História nos mostra que sempre houve extrema violência. Os mais ponderados estudarão o ser humano e a sociedade e tentarão estabelecer causas para tamanha barbárie que ocorre diante de nossos olhos e não nos mobiliza a fazer nada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                  &lt;/span&gt;A primeira causa disso tudo é nosso sistema. Podem falar o quanto quiser que esse assunto é velho e que sou um “ovinho de vermelho”, mas não sou comunista. Não sei o que sou. Só sei que nesse sistema em que vivemos, a última coisa a ser valorizada é o ser humano. Sim, o ser humano se transformou &lt;st1:personname productid="em coisa. Qualquer" st="on"&gt;em coisa. Qualquer&lt;/st1:personname&gt; porcaria vale mais que ele: capital, conhecimento, técnica, desenvolvimento, papel, pneu de caminhão, gaiola de passarinho, antena de TV, taco de golf... Qualquer coisa vale mais que o ser humano.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                   &lt;/span&gt;E, assim, criamos o que apelidaram de competição. O Mundo competitivo de hoje, em que os mais bem preparados chegam lá e os outros vivem como podem, minou nossa compaixão. Todos são competidores, todos são ameaças a todos. E para que ter dó do mais fraco? As coisas funcionam assim, ele que vá estudar ou se preparar melhor. Ora essa, estamos falando de seres humanos e não de lixo! Cada pessoa tem sentimentos, e um sentimento de derrota, de humilhação pode ter conseqüências muito sérias para ela. Falo de competição na família, na escola e na sociedade em todos os seus níveis. Tudo é competição.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                   &lt;/span&gt;Os donos da verdade dirão que a natureza funciona assim, que “as coisas funcionam assim”. Quem são esses, assíduo leitor? Os neo-neo-deterministas sádicos? Se algo diferencia o ser humano do resto dos animais é o fato de ser livre, de poder escolher não seguir as regras da natureza. Não podemos voar, construímos aviões. Não podemos ver muito longe, construímos os telescópios. Se na natureza o mais fraco perde, mudemos isso. Chega dessa competição animal e cruel.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                   &lt;/span&gt;Aí então os donos da verdade dirão que é essa competição que leva ao nosso desenvolvimento. É mesmo, mas a que preço? Nunca pensei que diria isso (vocês me conhecem), mas qual o preço da civilização? Compensa construir naves-espaciais enquanto há pessoas sofrendo? Compensa desenvolver a ciência enquanto há tantos esquecidos? Não seria melhor um mundo onde desenvolvimento e humanidade pudessem se conciliar? Olhem através de suas janelas blindadas, enquanto assistem às suas TV´s de plasma, e vejam. Olhem bem e me digam: onde foi parar a compaixão? Foi assassinada pela competição. Valeu a pena? Não sei. Estou escrevendo esse artigo para questionar e não para fornecer respostas...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                    &lt;/span&gt;Nessa situação de competição se encaixam dois perfis. O primeiro é o do “favelado”. Já nasceu com a competição perdida, não possui um vislumbre de perspectiva de futuro. Não conhecem a nem a compaixão, nem um lar estruturado. São esquecidos pelo Estado e lembrados pelos hipócritas que se dizem engajados nas lutas sociais. É fácil falar isso de barriga cheia. Outros ainda preferem salvar baleias e pingüins. O Segundo perfil é o da pessoa que “pira” e sai atirando em todo mundo. É o caso do estudante Cho, onde também encontramos discriminação e patologia mental. Foi uma mistura explosiva que matou 32 pessoas. Pessoas que tinham pais, filhos, que eram amadas, que amavam.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                     &lt;/span&gt;Mas até agora falamos dos supostos “desfavorecidos”. Vamos deixá-los de lado, caro leitor, afinal são perdedores,&lt;i style=""&gt; loosers, &lt;/i&gt;não é mesmo?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;                    &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;E os bem-nascidos, de classe média alta, que possuem toda a perspectiva de futuro e os aparatos para ganhar a competição? Por que esses também botam fogo em índios, espancam pessoas, estupram sem dó nem piedade? O caso deles é diferente, mas a essência é a mesma. A possível explicação para esses fatos está num triângulo que compreende a ausência de limites, o relativismo ético e a crise da família.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                     &lt;/span&gt;A crise da família se dá por causa da destruição dos laços familiares. Famílias se fazem e desfazem do dia para a noite. Pais e mães não dão o necessário carinho e amor para os filhos porque tem que trabalhar demais, porque tem mais de uma família para cuidar. Há, entre filhos de um mesmo pai ou mãe com outro pai ou mãe, a competição por afeto e por dinheiro, ou seja, caímos na velha competitividade, onde a compaixão morre. E os pais, atarefados demais, não podem distribuir atenção para tanta gente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                     &lt;/span&gt;Tal falta de afeto é compensada materialmente. O filhinho de papai ganha o que quer, quando quer. Faz o que quer, sem vigilância. Ou seja, não possui limites nem por parte dos pais, ausentes e complacentes, nem por parte do governo, que falha em combater os delitos. Hoje, o garoto faz o que quer, amanhã estará espancando e estuprando o quanto achar necessário.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                     &lt;/span&gt;A compensação material e a falta de convívio social (explicada por muitos fatores, inclusive a violência) fazem com que as pessoas cresçam em uma redoma de vidro. Não sabem diferenciar espaço público de espaço privado; não conseguem respeitar nem o coletivo nem o outro em sua individualidade. Aí vão tentar impor sua vontade por meios de gangues, pichação e afins.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                    &lt;/span&gt;O relativismo ético se dá por causa da crise de valores. Não há mais os grandes valores para nortear uma nação. Morreram todos os ideais e a ética foi relativizada sem pudor algum. “Eu pensei que ela era uma prostituta, então bati (porque eu acho que bater em prostituta é certo e ponto final).” &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                    &lt;/span&gt;Percebam que esses jovens criados sem afeto, privados do convívio social, perdem a noção de tudo. Perdem a noção do valor de uma vida, de que as pessoas possuem outros que as amam e que vão sofrer com a sua perda. Vão batendo e não param mais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                    &lt;/span&gt;Ou seja, nosso sistema é podre. A competição gera marginais humilhados e destrói a família. A própria violência gera meios para que ela própria cresça indefinidamente. Então, o que fazer nessa situação? Não sei. Sinceramente não sei. Às vezes penso que teremos que chegar ao fundo do poço para resgatarmos alguns valores. E precisamos resgatá-los, pois sociedade alguma se sustenta sem eles. Quanto a esse sistema desumano, penso deveríamos erradicá-lo de uma vez. Como faremos isso, não sei. Mas é necessário e urgente. O ser humano em primeiro lugar, sempre.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                     &lt;/span&gt;Espero ter conseguido expressar toda a minha angústia em relação aos fatos. É por isso que não modifiquei muita coisa no texto; se o corrigisse demais, ele iria perder o tom original, que é de indignação. Mas, como disse, esse artigo não espera fornecer respostas, mas  fomentar questionamentos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-3913171485356718587?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/3913171485356718587/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=3913171485356718587&amp;isPopup=true' title='17 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/3913171485356718587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/3913171485356718587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/pitacos-rennicos-especial.html' title='Pitacos Renânicos (especial)'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-9090319102115618917</id><published>2007-07-03T18:02:00.000-03:00</published><updated>2007-07-03T18:05:11.913-03:00</updated><title type='text'>Palavra de Especialista</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; color: black;"&gt;CARNIVORISMO E VEGETARIANISMO NA ESPÉCIE HUMANA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 7.5pt; font-family: Verdana; color: black;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 7.5pt; font-family: Verdana; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black;"&gt;Por Átila Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 7.5pt; font-family: Verdana; color: black;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;  &lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;  &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_i1025" type="#_x0000_t75" alt="" style="'width:300pt;"&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\Renan\CONFIG~1\Temp\msohtml1\01\clip_image001.jpg" href="http://www.atilassauro.blogger.com.br/massai.jpg"&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O vegetarianismo sempre fora defendido por uma parcela da população mundial. Um acentuado crescimento de adeptos desta opção alimentar, bem como o aparecimento pela primeira vez de uma campanha a favor da mesma deu-se durante a onda do "paz e amor" dos anos 60. Percebe-se hoje um novo crescimento no número de pessoas seguidoras desta idéia. As razões são as mais diversas. Alguns defendem uma dieta de vegetais por questões de saúde ou apenas para evitar os efeitos colaterais oriundos do consumo de carne. Outros optaram por apenas não ingerir carne vermelha, mais rica em gordura. Outros ainda, conhecidos como "quase vegetarianos" ou ainda pejorativamente como “pseudo-vegetarianos”, resumem sua nutrição de origem animal a ovos, leite e peixes. Há quem defenda o boicote total ao consumo de carne pelo fato de boa parte das áreas desmatadas do planeta serem destinadas à pecuária, configurando assim uma forma alternativa de militância ecológica. E ainda há aqueles que não ingerem carne (qualquer uma ou apenas de um determinado tipo) por motivos de origem religiosa.&lt;br /&gt;Algo que vem chamando a atenção nestes últimos anos, contudo, é o crescimento daquela parcela mais radical e militante de vegetarianos. Conhecidos mundialmente como vegans e tendo como uma de suas maiores representantes a organização não governamental P.E.T.A. (&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(70, 86, 90);"&gt;People for the Ethical Treatment of Animals&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8.5pt; font-family: Tahoma; color: rgb(70, 86, 90);"&gt;), &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;estes indivíduos defendem, entre outras idéias, que o ser humano deveria parar de ingerir carne por ser um animal naturalmente herbívoro. Na ânsia de defender os animais, misturam conceitos e situações, fazendo uso deste argumento para condenar quaisquer tipos de execução animal, inclusive as destinadas à alimentação. Como não poderia deixar de ser, também são contrários a todo tipo de trabalho científico envolvendo animais. Tal militância anencéfala e fundamentalista eu deixarei para comentar num texto futuro, para não fugir do assunto deste.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Mas seria isso verdade? Seria o &lt;i&gt;Homo sapiens&lt;/i&gt; um animal realmente herbívoro? E mesmo que não o fosse, poderíamos viver sem nos alimentarmos de carne, tendo uma dieta exclusivamente vegetariana?&lt;br /&gt;Para respondermos a estas e outras questões pertinentes ao tema precisamos, primeiramente, olharmos para a natureza. E este é um daqueles casos em que a teoria da evolução das espécies ajuda a esclarecer alguns pontos, como aliás ocorre nos mais diversos segmentos das ciências biológicas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Um dos principais argumentos dos defensores de um total vegetarianismo humano é o de que, anatomicamente, seriamos muito mais parecidos com um mamífero herbívoro como uma vaca, que com um carnívoro como um cão. Nosso intestino é longo, ao contrário do intestino curto dos mamíferos carnívoros; adaptado para uma digestão rápida de proteína de origem animal. Possuímos glândulas salivares bem desenvolvidas, ao contrário dos carnívoros. E apresentamos glândulas sudoríparas, por onde transpiramos; enquanto os carnívoros transpiram pela boca. Esta postura, além de extremamente simplista e tendenciosa, é totalmente reducionista, pois tende a enxergar os mamíferos como sendo exclusivamente carnívoros ou herbívoros. Acabam se esquecendo (ou ignorando propositalmente) daquelas espécies que ingerem tanto matéria de origem animal quanto vegetal: os onívoros. Ursos, porcos, gambás, ratos, guaxinins, quatis e a maior parte dos macacos são animais onívoros. Só isso já bastaria para derrubar o argumento frágil do "ou se come carne ou se come vegetais".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;E só para adicionar mais um ponto polêmico à questão: os suóídes (porcos e seus parentes, representados atualmente pelas famílias &lt;i&gt;Suidae&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Tayassuidae&lt;/i&gt;) são animais onívoros, dotados de um longo trato digestório e totalmente desprovidos das tão citadas glândulas sudoríparas; motivo pelo qual tomam banhos freqüentes de lama para refrescar seus corpos. Isso mostra que os militantes da causa "carnívoros X herbívoros" não precisam ir a nenhuma floresta tropical ou savana africana para ver suas "justificativas" derrubadas. Basta olharem para os porcos. Algumas espécies como o javali (&lt;i&gt;Sus scrofa&lt;/i&gt;) euro-asiático e o Queixada (Tayassu pecari) sul-americano podem ter entre 5 a 7% da sua dieta composta de matéria de origem animal. O mesmo vale para o chimpanzé (&lt;i&gt;Pan troglodytes&lt;/i&gt;), nosso parente vivo mais próximo, no qual alguns grupos possuem indivíduos especializados em caçar pequenos mamíferos, especialmente roedores e macacos menores. O babuíno dourado (&lt;i&gt;Papio cinocephalus&lt;/i&gt;) é o mais carnívoro dentre os primatas, podendo ter até 12% da sua dieta composta por proteína animal. Seus longos e assustadores caninos, aliados aos dedos longos e fortes, se tornam armas mortais na caça de aves e pequenos mamíferos (incluindo pequenos macacos e filhotes de gazela).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; Outro tópico importante para elucidar este assunto está relacionado ao que a ciência descobriu até hoje sobre a evolução humana. Para abordá-lo, vamos voltar no tempo até cerca de 4 milhões de anos. Nesta época caminhavam pelas savanas e florestas da África os mais antigos ancestrais do &lt;i&gt;Homo sapiens&lt;/i&gt;. Totalmente bípedes, receberam a denominação de &lt;i&gt;Australopithecus&lt;/i&gt; e se dividiam em várias espécies. A origem do bipedalismo na família dos hominídeos ainda é objeto de muita discussão entre os paleoantropólogos. Existe nada menos que cerca de 60 modelos diferentes que tentam explicá-la. Três ou quatro destes são mais famosos no meio acadêmico, mas nenhum se sobressai do ponto de vista teórico, já que todos apresentam problemas semelhantes no que diz respeito a lacunas e número reduzido de evidências. Independente disso, pesquisadores renomados como os norte-americanos Willian R. Leonard da Northwestern University, Dean Falk da State University of New York e o brasileiro Walter Neves da Universidade de São Paulo (de quem este que vos escreve teve o privilégio de ser aluno) defendem a idéia de que o bipedalismo possibilitou um dos passos mais importantes na evolução da espécie humana: o aumento do volume do cérebro. Segundo estes cientistas, a postura bípede permitiu o resfriamento do sangue craniano, diminuindo a pressão sobre o encéfalo.Este e outros fatores fizeram o cérebro hominídeo crescer. Pra se ter uma idéia, o cérebro humano possui em média 1.500 cm cúbicos, em comparação aos 400 cm cúbicos da maioria dos australopitecos e do chimpanzé moderno.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; O que pouca gente sabe é que um cérebro tão grande consome muita energia. Um humano adulto tem cerca de 20 a 25% das suas necessidades energéticas provindas do cérebro, comparando com os 8 a 10 % dos antropóides (grandes macacos semelhantes ao homem, como o chimpanzé e o gorila) e os 3 a 5% dos outros mamíferos. Essa energia é medida em kilo-calorias (Kcal). A média do consumo energético do cérebro humano equivale à cerca de 2.000 Kcal diárias.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; Estudos em nutrição já deixaram bem claro que os alimentos de origem animal não apresentam todos os nutrientes necessários para suprir todas as necessidades do organismo humano. Por esse motivo a espécie não é completamente carnívora. No entanto, o alimento de origem animal (especialmente a carne) é rico em proteínas e algumas vitaminas e por conseqüência disso apresenta maior teor calórico (Kcal), ou seja, maior valor energético. Por exemplo, 100g de carne geram mais de 200Kcal, enquanto a mesma quantidade de frutas gera entre 50 a 100 Kcal, e a mesma quantidade de vegetais folhosos apenas entre 10 e 20Kcal. Logo, os mais capazes dentre nossos ancestrais sobreviveram porque conseguiram manter um cérebro tão grande e dispendioso, consumindo alimentos mais calóricos. Este alimento só estava disponível em quantidade suficiente e que pudesse ser ingerida em pouco tempo na proteína animal. Ao mesmo tempo, o cérebro mais calórico podia aumentar ainda mais a superfícies neurotransmissoras, como as do córtex cerebral. Ou seja, o consumo de carne foi essencial para a evolução humana.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; Algumas espécies de australopiteco mantiveram uma alimentação principalmente vegetariana, o que pode ser percebido pelo crânio e dentição das mesmas. Caninos e incisivos pequenos, aliados a grandes molares e músculos mastigadores possantes, mostram que espécies como o &lt;i&gt;A. boisei &lt;/i&gt;ingeriam principalmente frutas e vegetais fibrosos. Já os molares menores e os caninos mais longos denotam que espécies como o &lt;i&gt;A. afarensis&lt;/i&gt; (um dos nossos ancestrais mais antigos) mantinham uma dieta que combinava frutas com proteína animal. Estes últimos sobreviveriam as interpéries do tempo e do ambiente, enquanto os mais vegetarianos acabariam por se extinguir, sem deixar qualquer tipo de descendência.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; Uma característica da espécie humana que sobrevive atualmente e que constitui uma prova não apenas de que a mesma pode ingerir carne, como também que teve neste alimento um fator essencial para o seu próprio surgimento; é a capacidade do seu corpo de reter gordura. E assim como no caso dos porcos, não precisa ir muito longe para se notar tal característica fisiológica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; Todo aquele que já ganhou um peso extra, sabe como é difícil perdê-lo, ao mesmo tempo em que é relativamente fácil obtê-lo. Nossos ancestrais não tinham hoje a mesma facilidade que temos para obter proteína animal para sua alimentação. Portanto, qualquer carne ingerida pelo organismo tinha suas calorias retidas para um provável período de escassez. Mantemos ainda hoje esta característica. A diferença é que hoje em dia ingerimos muito mais calorias. Característica semelhante só foi observada em mamíferos marinhos como baleias e focas, e mesmo assim com uma origem evolutiva bem diferente: a espessa camada de gordura destes animais funciona como isolante térmico nas águas frias do habitat onde vivem.&lt;br /&gt;E para quem ainda não está convencido de que o ser humano e seus parentes tinham e ainda tem na carne parte importante da sua alimentação, cabe lembrar outro exemplo pré-histórico. O Homem de Neanderthal (&lt;i&gt;Homo neanderthalensis&lt;/i&gt;), um hominídeo contemporâneo dos primeiros &lt;i&gt;Homo sapiens &lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;e&lt;/span&gt; que por muito tempo pensou tratar-se de um ancestral nosso (descobertas posteriores, incluindo a verificação do DNA mitocondrial, mostraram que na verdade provavelmente ele e a nossa espécie evoluíram separadamente de um ancestral comum), tinha uma dieta composta de 90 a 95% de carne. Tal fato pode ser observado no trabalho realizado no começo da década pela equipe de pesquisadores liderada por Michael Richards (na época professor da Universade de Bradford), que mediu a concentração de isótopos de carbono (13C) e nitrogênio (15N) em ossos de neandertais de 29 mil anos; mostrando que na parte protéica dos ossos (o colágeno) destes hominídeos, tal concentração era comparável a dos grandes predadores. Eles eram adaptados ao clima frio e tudo indica que também eram exímios caçadores. O desaparecimento de suas grandes presas como mamutes e mastodontes provavelmente foi uma das causas da sua extinção. Um dos motivos da vitória do &lt;i&gt;Homo sapiens&lt;/i&gt; foi justamente a sua versatilidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; Mas, já que a carne é tão importante para a espécie humana, podemos viver sem ela? A resposta é... sim. É até mesmo possível ser totalmente vegetariano e ter uma alimentação saudável. De fato, há pessoas que vivem muito bem mantendo esse tipo de dieta. Isso porque os vegetais apresentam todos os nutrientes necessários ao organismo humano. Grãos ricos em proteínas, como feijão e soja, são ótimos substitutos para a carne, que é apenas mais calórica. Isso explica porque as dietas para emagrecer geralmente são ricas em vegetais, especialmente fibras.&lt;br /&gt;A dieta da espécie humana varia muito de um lugar para outro. Os agricultores dos Andes peruanos mantém cerca de 95% de sua alimentação a base de vegetais, enquanto os caçadores-coletores Kung de Botsuana consomem aproximadamente a mesma porcentagem em proteína de origem animal. Isso está diretamente ligado à oferta ambiente. Curiosamente, grandes sociedades industriais como as metrópoles dos Estados Unidos e do Brasil apresentam altos índices de colesterol e obesidade (cerca de 40% da população destes locais, incluindo este que vos escreve, apresenta sobrepeso sendo que 10% destes já são considerados obesos) apesar do consumo de proteína animal não exceder 60% da sua dieta. Isso se deve à razão entre o que se consome e a energia gasta. Hoje em dia, a vida nas grandes cidades possui uma série de confortos que torna o esforço físico mínimo. Nossos antepassados não apenas ingeriam menos calorias, devido à dificuldade em encontrá-las, como passavam boa parte do tempo gastando-as, fosse à procura de alimento, fosse lutando e fugindo de predadores. Tribos como os caçadores de Botsuana e da Tanzânia, bem como alguns índios do continente americano ainda vivem desta forma. Isso explica o fato da obesidade nestes povos ser extremamente rara. E quando aparece quase sempre ela é decorrente de fatores genéticos ou hormonais. Nas grandes cidades consome-se muita caloria e geralmente se gasta pouco. Daí os altos índices de excesso de peso e problemas decorrentes do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; Em contrapartida à onda vegetariana, levantou-se recentemente uma pequena legião de defensores do consumo de carne. A mais conhecida no Brasil talvez seja o Instituto Pró-Carne, que já tem até propagandas nos vagões do metrô. Sob a justificativa de que o consumo de carne seria "saudável" e "natural", este grupo tenta incentivar de todas as maneiras o consumo de proteína animal. Na verdade, seus reais objetivos nada têm a ver com a saúde da população. O Instituto Pró-Carne é um grupo criado e apoiado por grandes pecuaristas, que viram no aumento do número de brasileiros vegetarianos uma ameaça aos seus lucros. Entre muitas de suas alegações absurdas, estão algumas já bem famosas; como a de que crianças que não ingerem carne desenvolveriam menor QI (dita pelo pecuarista Carlos Viacava que, é sempre bom frisar, não possui nenhuma formação científica) e a de que o gado bovino é criado em pastos, "em harmonia com a natureza". Qualquer indivíduo medianamente informado sabe que pasto não é natureza, já que surge na grande maioria das vezes como conseqüência do desmatamento de ecossistemas naturais.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; Como se pode perceber, é perfeitamente possível ter uma alimentação saudável sendo vegetariano. Mas isso de modo algum significa que o ser humano seja herbívoro. Estamos entre as muitas espécies de mamíferos aptas a ingerir matéria tanto de origem animal quanto vegetal. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A defesa dos direitos dos animais é algo digno e necessário. É muito importante ajudarmos quem não pode pedir socorro. É verdade que certos alimentos de origem animal como o foue graz e a carne de vitela são obtidos utilizando-se métodos com requintes de crueldade. Também é verdade que a pecuária é a maior responsável pelo desmatamento em boa parte do mundo. Mas daí partir para a defesa de um herbivorismo humano sem qualquer respaldo científico é puro extremismo. E todo extremismo é insensatez. Infelizmente, a maioria dos auto-intitulados defensores dos animais demonstra que ainda precisa estudar muito. Não sabem nada sobre aqueles que afirmam amar e proteger. Um triste paradoxo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Átila Oliveira é biólogo, ambientalista, às vezes pensa que é escritor&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;e não dispensa um churrasco com os amigos.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-9090319102115618917?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/9090319102115618917/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=9090319102115618917&amp;isPopup=true' title='10 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/9090319102115618917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/9090319102115618917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/palavra-de-especialista_03.html' title='Palavra de Especialista'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-677847298934407997</id><published>2007-07-02T13:38:00.000-03:00</published><updated>2007-07-02T13:40:00.403-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dilúvio'/><title type='text'>Palavra de Especialista</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O DILÚVIO GLOBAL REFUTADO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right; line-height: normal;" align="right"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial; text-transform: uppercase;"&gt;David G. Borges&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right; line-height: normal;" align="right"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial; text-transform: uppercase;"&gt;biólogo, graduando em filosofia&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Muitos criacionistas defendem que há alguns milhares de anos tenha havido um dilúvio global, conforme narrado na bíblia. Segundo eles, um homem chamado Noé e sua família construíram uma arca (um barco) e nele colocaram casais de todas as espécies animais existentes, a fim de “repovoar” a Terra após a catástrofe. A família de Noé e os animais presentes na arca teriam sido os únicos sobreviventes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Este pequeno ensaio se propõe a refutar o dilúvio (o que não é muito difícil). Nele vamos nos referir a um dilúvio de proporções globais, como defendido pela maior parte dos criacionistas “terra jovem” (aqueles que acreditam que o planeta possui apenas 6.000 anos de idade). Não nos interessam as histórias sobre dilúvios “locais” que tenham ocorrido nas imediações do mar mediterrâneo ou proximidades – embora estas histórias também careçam profundamente de provas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Na verdade, esta refutação ao “dilúvio” não é de minha autoria. A maior parte dela foi elaborada por um amigo meu chamado Cristiano Besen, que é engenheiro civil. Ele me pediu que escrevesse utilizando o meu nome, pois acredita que um biólogo teria “mais respaldo” para falar sobre este assunto. Não concordo, mas ordens são ordens... Minha contribuição a este ensaio consiste basicamente na organização das idéias e a algumas poucas adições ao trabalho do Cristiano. Enfim, vamos falar sobre o dilúvio:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;Condições necessárias para que o dilúvio bíblico tenha existido de fato&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- "Deus" ou ente similar precisa existir (é necessário &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;provar&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; a existência desse ente);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Essa entidade precisa ter VONTADE E RACIONALIDADE (a fim de &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;querer&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; gerar um dilúvio);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Essa entidade precisa ter o poder de interferir na nossa realidade (a fim de &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;poder&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; gerar um dilúvio);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- O homem a quem chamam de "Noé" precisa ter existido;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- A entidade citada anteriormente precisa ter capacidade de se comunicar com o homem a quem chamamos de "Noé";&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Este "Noé" precisaria ter construído a tal "arca";&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Este "Noé" precisaria ter colocado &lt;u&gt;TODOS OS ANIMAIS DO PLANETA&lt;/u&gt; na tal "arca".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Agora vamos hipotetizar que o dilúvio tenha de fato acontecido&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;Gênesis 7&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;19 E as águas prevaleceram excessivamente sobre a terra; e &lt;u&gt;&lt;span style=""&gt;todos os altos montes que havia debaixo de todo o céu, foram cobertos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;20 &lt;u&gt;&lt;span style=""&gt;Quinze côvados acima prevaleceram as águas; e os montes foram cobertos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;br /&gt;- O monte Everest, o mais alto do planeta, tem &lt;st1:metricconverter productid="8.848,13 metros" st="on"&gt;8.848,13 metros&lt;/st1:metricconverter&gt; e foi coberto por 15 côvados (&lt;st1:metricconverter productid="6,9 m" st="on"&gt;6,9  m&lt;/st1:metricconverter&gt;), o que resulta na soma de &lt;st1:metricconverter productid="8855,03 metros" st="on"&gt;8855,03 metros&lt;/st1:metricconverter&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;br /&gt;- As nuvens ficam no máximo a &lt;st1:metricconverter productid="6.000 metros" st="on"&gt;6.000 metros&lt;/st1:metricconverter&gt; de altitude e estas (as chamadas “nuvens altas”) são formadas de finas camadas de gelo, pois nessa altitude o ar é muito frio – não são “nuvens de chuva”. Nuvens “médias” geralmente têm base entre &lt;st1:metricconverter productid="2.000 a" st="on"&gt;2.000 a&lt;/st1:metricconverter&gt; &lt;st1:metricconverter productid="6.000 metros" st="on"&gt;6.000 metros&lt;/st1:metricconverter&gt;; nuvens “baixas” têm base até &lt;st1:metricconverter productid="2.000 metros" st="on"&gt;2.000 metros&lt;/st1:metricconverter&gt;. Estes números possuem uma ligeira variação, mas nada muito expressivo (fonte: UFPR).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;br /&gt;- Uma vez que a água deveria estar a quase &lt;st1:metricconverter productid="9.000 metros" st="on"&gt;9.000 metros&lt;/st1:metricconverter&gt; (para cobrir o Everest) e as nuvens vão no máximo até &lt;st1:metricconverter productid="6.000 metros" st="on"&gt;6.000 metros&lt;/st1:metricconverter&gt;... Estava chovendo debaixo d'água?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;br /&gt;- A propósito, não existe água suficiente nos oceanos para cobrir o Everest. E a pressão de &lt;st1:metricconverter productid="9.000 metros" st="on"&gt;9.000  metros&lt;/st1:metricconverter&gt; de água (mais até do que a das fossas abissais) alteraria por completo a composição físico-química da superfície terrestre.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;br /&gt;- E se a "arca" existiu de fato, como os animais lá dentro respiravam a &lt;st1:metricconverter productid="9.000 metros" st="on"&gt;9.000 metros&lt;/st1:metricconverter&gt; de altitude? O ar é tão rarefeito que APENAS UMA espécie animal agüenta: &lt;i&gt;Anser indicus&lt;/i&gt;, um ganso andino que sobrevoa o Everest durante suas migrações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Vamos agora levar em consideração que por algum motivo insondável, o tal dilúvio tenha ocorrido de fato&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- De onde veio toda a água?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Para onde ela foi?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Como Noé juntou os animais?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Como os animais atravessaram oceanos e desertos, longe de seus hábitats naturais?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Como couberam tantos animais na arca? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Como Noé os alimentou?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Como uma arca de madeira desse tamanho não foi destruída pela “maré”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Como eles sobreviveram lá dentro, se tinha apenas uma janela de &lt;st1:metricconverter productid="45 cm" st="on"&gt;45 cm&lt;/st1:metricconverter&gt; que ficava fechada?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Onde foram parar as fezes da bicharada? E como as péssimas condições de saneamento não matariam qualquer pessoa ou animal lá dentro?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Como os animais, ao saírem da arca, reprimiram seus instintos naturais de devorarem uns aos outros e se extinguirem (leões e zebras lado a lado, por exemplo)?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Como os peixes e sensíveis animais marinhos sobreviveram às profundas modificações do oceano?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Como as plantas sobreviveram?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Como evidências antediluvianas sobreviveram ao dilúvio, como pegadas de dinossauros e pinturas rupestres?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Como, a partir de Noé e sua mulher, surgiram todas as cores e etnias de pessoas que existem na Terra? E como, a partir dos poucos animais sobreviventes, as espécies se diversificaram tanto em poucos milhares de anos, sem “efeito gargalo”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- E o mais importante, que razão faria Deus passar por tanto trabalho para assassinar a humanidade, se um mero ataque cardíaco seria muito mais simples e eficaz?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Enfim, eis aí o que temos sobre o “dilúvio”. A resposta-padrão para todas as perguntas acima é: “Deus tudo pode”. Considero desnecessário comentar a esse respeito...&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-677847298934407997?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/677847298934407997/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=677847298934407997&amp;isPopup=true' title='15 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/677847298934407997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/677847298934407997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/palavra-de-especialista.html' title='Palavra de Especialista'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-3966460937735313589</id><published>2007-07-01T22:44:00.001-03:00</published><updated>2007-07-01T22:44:59.212-03:00</updated><title type='text'>Defendendo a Nomenclatura Científica</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Comic Sans MS&amp;quot;;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Marcadores moleculares nos remetem a uma seleção de singularidades dentro de determinada seqüência de bases (taxa molecular), pós-PCR. Temos uma seqüência de bases (a velha e famosa ACGT, ou Rna: ACGU) totalmente misturada, e uma parte dela é analisada, delimitando os pares de bases a serem analisados, determinando a seqüência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Comic Sans MS&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Comic Sans MS&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;            O método começa com a PCR, &lt;i&gt;Polimerase Chain Reaction&lt;/i&gt;, &lt;a href="http://pcrfilme.vilabol.uol.com.br/"&gt;http://pcrfilme.vilabol.uol.com.br/&lt;/a&gt;, onde há o &lt;i&gt;splicing&lt;/i&gt; (técnica para amplificar ou clonar a sequência codificada os éxons, e eliminando as não-codificadas íntrons seja lá de onde for DNAr, mtDNA, RNAr, RNAm, RNAt ...) delimitando seqüências, e fazendo a análise das mesmas através de:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;          &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;RAPDs&lt;/b&gt;, a metodologia para revelar o (“rapids” ou “Randomly Amplified Polymorphic DNA) envolve o uso de uma pequeno loci, (10 pb, ou pares de bases nitrogenadas) ensino médio: C e G se ligando; A e T se ligando ou A e U se ligando, exibidos pós-PCR, ou seja o produto das reações do PCR, ensino médio: reagentes -&gt; produtos,  de uma seqüência qualquer ali exibida (produto do PCR). Os resultados do RAPDs foram utilizados em biologia de populações especialmente nos anos 90,  mas foi diagnosticada uma pobre reprodutibilidade em alguns casos, e também é desvantagem para revelar somente marcadores dominantes. (que aparecem mais vezes) Por essas razões entrou em desuso, pelo problema dos marcadores microssatélites em biologia populacional, os quais são altamente polimórficos (tem bases altamente variáveis entre um indivíduo e outro, genética comparativa), mas explicitam mais marcadores co-dominantes informativos.(vide relação de co-dominância do ensino médio) A RAPD técnica é utilizada ainda por alguns laboratórios, como eles fazem uma oferta por um rápido e fácil caminho para mostrar dos potenciais marcadores moleculares em alguns loci (locais onde estão os nucleotídeos). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;            &lt;b&gt;STRs&lt;/b&gt; (Microssatélites), STR vêm de: “Short Tandem Repeat” loci. Os microssatélites são os mais populares e poderosos métodos, dos atuais, utilizados para identificar elevados polimorfismos nos marcadores Mendelianos (dominante, recessivo, co-dominante). O microssatélite no locus consiste em pequenas seqüências renovadas (usualmente di, tri ou tetranucleotídeos, ou seja, 2, &lt;st1:metricconverter productid="3 a" st="on"&gt;3 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 4 pares de bases) que estão em seguimento num local particular do cromossomo com uma variação no número de cópias, frequentemente com um desperdício por superabundância de distinguíveis alelos dentro de uma população. Um microssatélite é remanescente de um minissatélite, exceto se as unidades repetidas estiverem menores. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;            Os loci de microssatélites foram descobertos nos anos 80, e usados por apresentarem característicos fatores na maioria dos genomas nucleares das plantas e animais, incluindo humanos. Os microssatélites são por vezes referidos como uma seqüência simples no comprimento polimórfico dos nucleotídeos (SSLPs). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;            Pelos microssatélites podemos inferir uma taxa discreta genotípica devido ao pequeno loci (3 pares de bases, usualmente). Muita discussão na literatura tem se centrado nas distancias genéticas baseadas nas taxas obtidas pelos microssatélites, que podem incorporar não só o tamanho da freqüência dos alelos, mas também as suas imensas relações para outro (microssatélite, lembrando: trecho com usualmente 2,3,4 pb). Outro importante ponto é que, por causa do rápido ritmo evolucionário dos microssatélites e da natureza seqüencial de seus processos mutacionais, alelos são idênticos por tamanho e não são necessariamente idênticos por descendência. Essas características dos microssatélites podem freqüentemente causar sérias dificuldades de interpretação, especialmente em estudos de estrutura geográfica populacional.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;            &lt;b&gt;AFLPs&lt;/b&gt; significa “Amplified Fragment-Length Polymorphisms” e faz parte de uma tecnologia que é advinda de dois métodos: PCR descrito no terceiro parágrafo, e RFLP (“restriction fragment length polymorphism” que não vou discorrer neste estudo). Os conjuntos de informações (protocolos) laboratoriais, nos quais são descritos essa técnica, são bastante complicados. O melhor da AFLP é que ela seleciona fragmentos restritos de uma complexa mistura de fragmentos produzidas pela digestão de DNA genômico por duas endonucleases restritivas, uma com aproximadamente quatro pares de base e outro com uns seis pb, descrevendo os sítios de reconhecimento (local que pega, agarra primeiro os fragmentos). Esses fragmentos são ligados com seqüências adaptadas e biotiniladas (para corarem e serem vistas) em um meio que é subseqüente a amplificação pelo PCR somente uma pequena parte deles, isso reduzindo o que poderia ser uma impossível mistura heterogênea de fragmentos com diferentes tamanhos genômicos em um nível gerenciável. Os polimorfismos são marcados como diferenças nos comprimentos de fragmentos amplificados, os quais podem ser devido às substituições de base em/ou próximas aos sítios de restrição, ou para inserção em seqüências, ou até mesmo, deleções. A aproximação por AFLP tem encontrado aplicações em várias análises genômicas e forenses que requerem números de larga qualidade, a maioria desligados de polimorfismos. Quando os marcadores dominantes podem ser apropriadamente analisados, essa técnica (parecida com RAPDs) pode também achar aplicações, estimativamente, de bases relacionadas entre individualidades para grande número de loci (vários locus, locais). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;           &lt;b&gt;SINEs&lt;/b&gt;, ou “Short Insterspersed Elements” têm provado que pode marcar filogeneticamente para identificação de grupos monofiléticos (clados). Tipicamente, SINE é um RNA transportador derivado de um retropseudogene residente em um específico local do cromossomo. Grandes números de SINEs estão dispersos pelos genomas de organismos eucariotos, mas cada um ocupa um sítio, que representa presumivelmente um evento de inserção evolucionária singular. A partir dos produtos do PCR, os encaixamos em cada táxon (ensino médio: REFICOFAGE) marcado pela presença ou omissão de cada elemento do SINE. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;            A taxa que prova a investigação sempre uma ou um pouco independente SINE quase certamente podem pertencer a um clado porque a presença de um dado SINE provavelmente sinaliza uma aquisição evolucionaria simples. SINEs são estáveis uma vez inseridos, porém a omissão do SINE para um dado sítio do cromossomo é presumivelmente uma condição original de ancestralidade. Similarmente, um caso forte tem sido feito dos SINEs pro estarem entre os mais poderosos marcadores moleculares para filogenética.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;b&gt;            SSCPs&lt;/b&gt;, ou “Single-Strand Conformational Polymorphism” é aplicado principalmente em genética de populações, o dispêndio para obter os produtos do PCR, seqüência total de pares de base, para grandes números de individualidades é algumas vezes impossível, mas pequenas partes da seqüência são sempre disponíveis. Esse método tem por vantagem o fato que as moléculas de DNA são desnaturadas, umas poucas centenas de pares de base (pb) no comprimento da seqüência frequentemente assumem diferentes conformações sempre quando estão diferindo pouco, p. ex.: um par de base. É usado para detectar variação alélica (característica alternativa de um gene) em seqüências de DNA.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;            &lt;b&gt;SNPs&lt;/b&gt; ou “Single Nucleotide Polymorphism”, todos os métodos descritos anteriormente revelam os SNPs, mas não detalham em nível molecular, e não necessariamente em distinção de pequenas inserções seqüenciais ou deleções.  Portanto, os SNPs são específicas variações nos pares de bases, e eles são abundantes na maioria dos genomas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;            Em princípio, e algumas vezes na prática, SNPs promovem uma maleabilidade de marcadores moleculares como servidos pelas análises genômicas, assim como os estudos de linkage e linkage desequilibrado. Na atualidade, a maioria das aproximações nos laboratórios tem desenvolvido explicitamente grande número de SNPs nas caracterizações dos modelos de genoma, tais como os dos humanos. Por este trabalho de analisar base por base, comparando várias seqüências, ser extremamente massivo, não tem sido largamente desenvolvido e empregado em estudos ecológicos e evolutivos, mas essas tecnologias podem se adaptar para algumas proposições científicas futuras. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;            &lt;b&gt;HAPSRs e SNPSTRs&lt;/b&gt; ou “Haplóides nos Microssatélites” e “SNP nos Microssatélites são novas técnicas, ainda em fase de desenvolvimento, para utilizar recombinações de técnicas moleculares que exploram as forças de diferentes tipos de marcadores moleculares. Por exemplo, STR loci são tipicamente altamente polimórficos, mas também sofre pela extensiva paralela e convergente evolução devido às mutações recorrentes de números finitos dos estados alélicos definidos pelos comprimentos. Para contrastar, seqüências únicas que pulam os microssatélites (STRs) podem promover um sinal genealógico claro, mas elas podem sofrer a desvantagem do (especialmente para reconstruções microevolucionarias) taxas evolutivas lentas. A combinação das explícitas vantagens dos sinais filogenéticos e do elevado polimorfismo, são utilizados nos haplóides das regiões STR para revelar as haploidias individuais sendo estimada na genealogia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;          E a técnica da velha seqüência do DNA, obsoleta, utilizando as partes dos éxons (DNA codificado) e comparando as sequências para argumentar sobre as minúcias da filogenia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Fonte:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; AVISE, J. C. &lt;b&gt;Molecular markers, natural history and evolution.&lt;/b&gt;&lt;i&gt;Sinauer Associates&lt;/i&gt;, 2ª ed., &lt;st1:place st="on"&gt;&lt;span class="a"&gt;Sunderland&lt;/span&gt;&lt;/st1:place&gt;&lt;span class="a"&gt;, Mass, 2004.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-3966460937735313589?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/3966460937735313589/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=3966460937735313589&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/3966460937735313589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/3966460937735313589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/07/defendendo-nomenclatura-cientfica.html' title='Defendendo a Nomenclatura Científica'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-5574754391884487396</id><published>2007-06-29T23:03:00.000-03:00</published><updated>2007-07-09T20:27:18.276-03:00</updated><title type='text'>Pitacos Renânicos</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Olá caros leitores! Hoje estréia uma nova coluna, que é a "Pitacos Renânicos", onde o autor desse blog, que é este que vos escreve, vai escrever artigos emitindo suas modestas opiniões. Para estreiar, escrevi sobre um tema importantíssimo e que norteia todas as minhas ações (ou pelo menos quase todas...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;Em Defesa do Equilíbrio&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;Renan B. Fernandes&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;                 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Antes de tudo, quero contar uma história. É a história de como me envolvi nos debates entre “criacionistas” e "evolucionistas" no orkut.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;Quando entrei no mundo virtual, descobri milhares de pessoas que pensavam como eu, que compartilhavam das minhas opiniões. E, também, encontrei uma pluralidade imensa de idéias. Porém, descobri uma infinidade de pessoas que não acreditavam na Teoria da Evolução das Espécies. Sinceramente, para um menino de Ensino Médio, nunca pensei haver tanta gente que desacreditasse uma idéia, para mim, tão simples. Mas logo fiquei fascinado pelos debates e pela quantidade de informação disponível neles; eram dezenas de sites, estudos, textos de diversas áreas do conhecimento, enfim, um monte de ciência que nunca sonhei existir. Apaixonei-me e caí de cabeça nas discussões. Não demorou muito para que eu começasse a estudar para participar eu mesmo dos debates, pois queria refutar os “criacionistas” com meu próprio suor.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;                   &lt;/span&gt;Mas, apesar de ser “evolucionista” e saber claramente que evolução é fato e criacionismo é mito, devo dizer que minha paixão me cegou. Por mais nobre que seja uma idéia, podemos pervertê-la se a passarmos da maneira errada. E é exatamente isso que está ocorrendo: estamos passando o conhecimento de maneira completamente equivocada. Basta ler as discussões entre “evolucionistas" e “criacionistas” para entender o que eu digo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;                   &lt;/span&gt;O que era para ser uma discussão rica, na verdade se tornou uma massagem de egos. Não é raro ver “criacionistas” chamados de burros, não é incomum ver tiragem de sarro em muitos deles, que, na maior parte das vezes, o são por inocência. Não é raro ver uma discussão rapidamente se tornar uma guerra de egos. Enfim, é muito comum ver ataques despropositados e muito raro ver discussões sérias.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;                   &lt;/span&gt;Lembrando que estou desconsiderando aqueles “criacionistas” que o são por oportunismo, porque sabem que estão errados, mas é conveniente enganar o povo. Estou desconsiderando também aqueles que não dão nem ouvidos àquilo que é postado, que simplesmente se fecham e não escutam o outro lado. Estou falando daqueles que muitas vezes chegam inocentemente, na ignorância, pois sempre aprenderam uma coisa e querem discuti-la, mas são recebidos com paus e pedras.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;                   &lt;/span&gt;Traçado esse panorama das discussões, quero alertar para o grande problema que isso pode causar. Estou escrevendo este artigo em defesa do EQUILÍBRIO. E, naturalmente, não posso discorrer sobre esse assunto sem citar Richard Dawkins, pois ele é o cúmulo do desequilíbrio. Não vou lembrar de nenhum radical religioso, pois esses são nossos velhos conhecidos. Vou citar Dawkins justamente por ser, como eu o considero, um ateu e “evolucionista” radical. O outro lado da moeda. E deixo bem claro que não o considero radical por ser ateu ou “evolucionista”, pois sou também “evolucionista” e agnóstico, mas pela forma como expõe suas idéias. Exatamente como as discussões são conduzidas nos fóruns de orkut.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;                    &lt;/span&gt;Dawkins é contra a religião. Qualquer uma de suas palestras ou vídeos são feitos de ataques e ataques (muitos deles com razão, é verdade). Agora, caro leitor, coloque-se no lugar de um religioso, que viveu a vida toda cercado de dogmas e que nunca foi ensinado a questionar. Toda a sua verdade está na religião e isso bastava para ele. Porém, essa pessoa encontra um grupo que ataca as bases de suas crenças ferozmente; muitas vezes sem respeito ou pudor. Atacando os religiosos e “criacionistas” da maneira como descrevi, céticos e “evolucionistas” parecem tão radicais como os crentes. E é ai que mora o perigo, pois o “criacionista” vai enxergar o evolucionismo (e a ciência) como outro dogma; e dogma por dogma, ele fica com o dele.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;                    &lt;/span&gt;Aqui mora o centro da questão. Não podemos, em hipótese alguma, passar o conhecimento de forma dogmática, pois então estaremos nos igualando aos pseudo-cientistas e aos religiosos radicais. RADICALISMO NÃO SE COMBATE COM RADICALISMO. Radicalismo se combate com paciência e métodos. Dia após dia, um a um, devemos expor o conhecimento de forma gradual, mostrando que ele não é dogmatismo, mas que se opõe à atitude dogmática.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;                    &lt;/span&gt;Então, caros amigos “evolucionistas” que se enxergam nas situações citadas acima, cuidado com seus atos. Por mais nobre que seja uma idéia, volto a repetir, é fácil distorcê-la se não soubermos passá-la adiante. Digo mais uma vez que radicalismo não se combate com radicalismo. Não nos igualemos ao que tentamos combater; não deixemos que a soberba, a arrogância e a egolatria se apoderem de nós.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;                    &lt;/span&gt;Para finalizar e sintetizar, como não poderia faltar, cito Voltaire: "Posso não concordar com nenhuma das palavras que você diz, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las." Cito também Nietzsche: "Eu jamais iria para a fogueira por uma opinião minha, afinal não tenho certeza alguma. Porém, eu iria pelo direito de ter e mudar de opinião, quantas vezes eu quisesse."&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;                     &lt;/span&gt;É por essas e outras que sempre defenderei o EQUILÍBRIO. Sempre.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-5574754391884487396?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/5574754391884487396/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=5574754391884487396&amp;isPopup=true' title='9 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/5574754391884487396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/5574754391884487396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/06/pitacos-rennicos.html' title='Pitacos Renânicos'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-6954078322104889663</id><published>2007-06-29T02:14:00.000-03:00</published><updated>2007-06-29T02:32:18.832-03:00</updated><title type='text'>Defendendo a Nomenclatura Científica</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esqueceram de colocar o pinguim na Arca, ou fizeram um molde imperfeito dele há milhões de anos atrás?&lt;/span&gt;  &lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_GTnLFI0XUZk/RoSZDA-rkxI/AAAAAAAAABY/Qvq7Jr3ZFBc/s1600-h/penguin_love.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_GTnLFI0XUZk/RoSZDA-rkxI/AAAAAAAAABY/Qvq7Jr3ZFBc/s320/penguin_love.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5081354556662321938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Enfim, os crias podem inferir que essa é uma fraude, um filhote de pingüim e seus progenitores, mas é sim uma Evolução, e uma Evolução Ontogenética.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_GTnLFI0XUZk/RoSWtw-rkwI/AAAAAAAAABQ/3SvfAHbqmZM/s1600-h/070625-giant-penguins_big.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_GTnLFI0XUZk/RoSWtw-rkwI/AAAAAAAAABQ/3SvfAHbqmZM/s320/070625-giant-penguins_big.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5081351992566846210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Todavia, encontraram no Peru dois fósseis de pingüins pré-históricos. À direita temos o &lt;i&gt;Icadyptes salasi,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e à esquerda o &lt;em&gt;Perudyptes devriesi. &lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Ao meio, a título de comparação anatômica, encontram&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;os o &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;i&gt;Spheniscus humboldti.&lt;/i&gt; E comprova por X + Y e Z que houve Evolução Filogenética. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:85%;"&gt;Isso indica o quê? Ponto para o neodarwinismo! Leiam o &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:85%;"&gt;resumo do artigo:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:85%;"&gt;“&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Paleogene eq&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" lang="EN-US" &gt;uatorial penguins challenge the proposed relationship between penguin biogeography, diversity, and Cenozoic climate change”&lt;br /&gt;Authors: Julia A. Clarke, &lt;st1:place st="on"&gt;&lt;st1:placename st="on"&gt;North   Carolina&lt;/st1:placename&gt; &lt;st1:placetype st="on"&gt;State&lt;/st1:placetype&gt; &lt;st1:placetype st="on"&gt;University&lt;/st1:placetype&gt;&lt;/st1:place&gt;, et al.&lt;br /&gt;Published: Online the week of June, &lt;st1:metricconverter productid="2007, in" st="on"&gt;2007, in&lt;/st1:metricconverter&gt; Proceedings of the National Acad&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" lang="EN-US" &gt;emy of Sciences. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" lang="EN-US" &gt;Abstract: New penguin fossils from the Eocene of Peru force a reevaluation of previous hypotheses regarding the causal role of climate change in penguin evolution. Repeatedly, it was proposed that penguins originated in high southern latitudes and arrived at equatorial regions relatively recently (e.g., 4 to 8 million years ago), only well after the onset of latest Eocene/Oligocene global cooling and increases in polar ice volume. By contrast, new discoveries from the middle and late Eocene of Peru reveal that penguins invaded low latitudes over 30 million years earlier than prior data supported, during one of the warmest intervals of the Cenozoic. A diverse fauna includes two new species, here reported from two of the best exemplars of Paleogene penguins yet recovered. The most comprehensive phylogenetic analysis of Sphenisciformes to date, combining morphological and molecular data, places the new species outside the extant penguin radiation (crown clade: Spheniscidae) and supports two separate dispersals to equatorial (paleolatitude ~14° S) regions during greenhouse Earth conditions. One new species is among the deepest divergences within Sphenisciformes. The second is the most complete giant (&gt;1.5m standing height) penguin yet described. Both species provide critical information on early penguin cranial osteology, trends in penguin body size, and the evolution of the penguin flipper."&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:85%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Isso significa que:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1 – A extinção das duas espécies de pingüim adaptados ao clima do sudeste do Peru, mais quente que o nosso clima atual, por volta de 35 milhões de anos atrás, foi em resposta ao resfriamento e aumento volume das geleiras na Época Eoceno/Oligoceno entre a Idade Bartoni&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_GTnLFI0XUZk/RoSVuA-rkuI/AAAAAAAAABA/7tokRajno4k/s1600-h/2160760.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 234px; height: 156px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_GTnLFI0XUZk/RoSVuA-rkuI/AAAAAAAAABA/7tokRajno4k/s320/2160760.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5081350897350185698" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ana/Priboniana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2 – As novas descobertas revelam que os pingüins invadiram baixas latitudes 30 milhões de anos mais tarde causando surpresa aos paleobiólogos, durante um dos mais quentes períodos do Cenozóico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3 – Essa descoberta mostra belos exemplares de fósseis, enriquecendo a biodiversidade peruana com duas novas espécies. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;4 – Foram parentes distantes dos pingüins atuais da ordem dos &lt;i style=""&gt;Sphenisciformes,&lt;/i&gt; de acordo com análises moleculares e morfológicas. Uma das novas espécies, &lt;em&gt;Perudyptes devriesi,&lt;/em&gt; é a que mais diverge dentro dos &lt;i style=""&gt;Sphenisciformes, &lt;/i&gt;sendo classificada como uma espécie fora das que ainda vivem. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;5 – A outra, &lt;i&gt;Icadyptes salasi,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; é o mais completo fóssil gigante, por volta de 1,5m, encontrado, que promove críticas no âmbito anatômico devido às diferenças na osteologia craniana, tamanho e evolução das nadadeiras dos pingüins. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*&lt;a href="http://www.sciencedaily.com/releases/2007/06/070625131635.htm"&gt;Science Daily&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.eurekalert.org/pub_releases/2007-06/ncsu-mot062007.php"&gt;EurekAlert&lt;/a&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://news.nationalgeographic.com/news/2007/06/070625-giant-penguins.html"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;National Geographic&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, todos esses noticiários estão iguais embasados no artigo jornalístico lançado pela Universidade Estadual da Carolina do Norte, em nome de Tracey Peake. O artigo científico vocês encontrarão na &lt;i style=""&gt;&lt;a href="http://www.pnas.org/"&gt;Proceedings of the National Academy of Sciences&lt;/a&gt;, &lt;/i&gt;com o título supracitado no resumo também supracima citado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-6954078322104889663?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/6954078322104889663/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=6954078322104889663&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/6954078322104889663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/6954078322104889663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/06/defendendo-nomenclatura-cientfica_29.html' title='Defendendo a Nomenclatura Científica'/><author><name>Allysson Allan</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://i101.photobucket.com/albums/m77/allyssonallan/Pau%20Ferro/pauferro037.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_GTnLFI0XUZk/RoSZDA-rkxI/AAAAAAAAABY/Qvq7Jr3ZFBc/s72-c/penguin_love.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-730783039458640376</id><published>2007-06-28T11:05:00.001-03:00</published><updated>2007-06-28T11:05:54.756-03:00</updated><title type='text'>Palavra de Especialista</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;RELATO: EXPERIÊNCIA COM UM CRIACIONISTA DENTRO DA ACADEMIA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial; text-transform: uppercase;"&gt;David G. Borges&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial; text-transform: uppercase;"&gt;biólogo, graduando em filosofia&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Como alguns leitores já sabem, sou estudante de filosofia. Faço o curso na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), e ingressei no mesmo após ter me graduado em ciências biológicas em outra instituição de ensino superior. Entrei no curso não só por já estar, na época, envolvido com a “polêmica” do criacionismo, mas para aumentar meus conhecimentos – ou seja, minha principal motivação era uma busca por satisfação intelectual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Há três semanas, um de meus professores pediu um trabalho acadêmico como forma de avaliação para o semestre. A disciplina era “Ética I”. O professor em questão, segundo o seu currículo lattes, é graduado em filosofia e em teologia, fez mestrado em teologia moral e doutorado em ciências da religião. Possui duas extensões, sendo uma em fenômenos parapsicológicos e uma em pastoral catequética. Afirma falar alemão, espanhol, italiano, francês e grego. Publicou um livro sobre ética e direitos humanos, e já participou de três bancas de comissões julgadoras. No entanto, em seu currículo não consta a publicação de nenhum artigo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Resumindo: uma das questões, a primeira, era referente a um texto sobre criacionismo. Na verdade, um &lt;i style=""&gt;fragmento de texto&lt;/i&gt; – extraído do apêndice ao primeiro capítulo (item 1.8) do livro “&lt;i style=""&gt;Princípios de Antropologia”, de &lt;/i&gt;Ricardo Yepes Stork e Javier Aranguren Echevarria. Infelizmente, não consegui obter cópia do livro para ler a obra completa; no entanto, o texto se utilizava da típica argumentação com a qual já nos acostumamos. Chamava a evolução de hipótese, dizia que a mesma afirma que o homem é fruto do acaso (e algumas linhas depois afirmava contraditoriamente que a evolução segue um caminho ascendente e previsível) afirmava que os dados científicos são incertos, separava o ser humano dos demais hominídeos, falava sobre o surgimento de características biológicas em ordem completamente errônea em relação aos dados da paleontologia, da zoologia e da genética, se utilizava do falacioso termo “evolucionismo emergentista”, mencionava “inovações complexas” como o olho, fazia a velha analogia das mutações com a tentativa de se construir uma frase “sorteando” as letras que a constituem, comparava um formigueiro ao museu do Louvre, afirmava a existência da alma, a imaterialidade da inteligência, e concluía mencionando a divindade cristã, entre outras coisas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Obviamente, escrevi meu trabalho – de onze páginas, mas quais oito eram dedicadas a este primeiro texto – refutando o criacionismo. Mencionei minha formação e minha experiência anterior com o tema, bem como dados e conceitos bastante atuais da biologia. Qual não foi minha surpresa quando recebi o trabalho, na sexta-feira da semana passada (15 de junho), com uma série de rabiscos do professor e sem indicação de nota. Quando o indaguei sobre a minha nota, ele afirmou em tom agressivo que eu não merecia uma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Como se não fosse suficiente, ao ler com atenção as páginas do trabalho encontrei uma série de ofensas. Fui acusado de ser arrogante, desonesto, intelectualmente desonesto (uma “categoria diferente” de desonestidade), intolerante e preconceituoso, além de haverem alusões pouco delicadas à minha inteligência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Nos manuscritos que o professor fez em meu trabalho, junto dos insultos, se encontrava uma argumentação bastante pueril em prol do criacionismo. A criação era qualificada como “hipótese”, a evolução como “não-testável empiricamente” (assim como a criação) e ambas como “não-opostas”. Tive a nítida impressão de que o professor confundia &lt;u&gt;criacionismo&lt;/u&gt; com &lt;u&gt;teísmo&lt;/u&gt;. Além disso, ainda afirmou que não conhecia ninguém que aceitasse a “hipótese da criação” que defendia que a mesma fosse uma ciência. Ou seja, total desconhecimento sobre o assunto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Hoje, segunda-feira (18 de junho), entrarei com um pedido de reavaliação acadêmica do trabalho, bem como uma queixa formal contra os insultos e a exigência de uma retratação. Passei o final-de-semana inteiro redigindo os documentos, que estão acompanhados de uma refutação às anotações do professor. A queixa contra os insultos, redigida pelo meu advogado e assinada por mim, possui dezoito páginas (incluindo em anexo o meu trabalho e o trabalho de outro aluno que também foi ofendido). O pedido de reavaliação, redigido por mim (embora também tivesse sido auxiliado pelo meu advogado em alguns pontos), possui sessenta – incluindo os documentos em anexo. Ontem, domingo, não cheguei a ir me deitar. Só saí do computador para um cochilo rápido às 4:50 da manhã de hoje, retornando às 8:30.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Ainda estou considerando se devo relatar a situação à imprensa. A infiltração dos criacionistas no meio acadêmico é um assunto que está em voga, e recentemente revistas de circulação nacional como a “V&lt;i style=""&gt;eja&lt;/i&gt;” e a “&lt;i style=""&gt;Superinteressante&lt;/i&gt;” publicaram matérias sobre o tema. Os jornalistas, sempre ávidos por um “furo”, adorariam falar sobre este caso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Quanto ao texto e ao professor, não passam de mais exemplos de como a “Wedge Strategy” e a agenda criacionista para a infiltração no meio acadêmico têm sem mostrado eficazes. Embora seja de certa forma cômico ver alguém com um título de doutorado cair em pseudo-ciência tão malfeita e primária, também é uma situação extremamente preocupante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-730783039458640376?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/730783039458640376/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=730783039458640376&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/730783039458640376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/730783039458640376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/06/palavra-de-especialista.html' title='Palavra de Especialista'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-842545421069884627</id><published>2007-06-28T04:55:00.000-03:00</published><updated>2007-06-28T05:06:41.258-03:00</updated><title type='text'>Defendendo a Nomenclatura Científica</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É com imenso orgulho que apresento a vocês mais uma ferramenta de informação e, conseqüente, refutação. Defendendo a Nomenclatura Científica será o local de argumentações contra informações falsas que andam sendo disseminadas na internet, seja por websites, blogs, ou artigos científicos, desde que não tenham refutações disponíveis pelos tradicionais sites &lt;a href="http://www.talkorigins.org/"&gt;TalkOrigins&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.pandasthumb.org/"&gt;PandasThumb&lt;/a&gt;, dentre outros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;É o tópico em favor dos necessitados e sedentos pelo saber científico. Sem meias-verdades, fundamentalismos religiosos e exegese. Contra a caracterização dada pelos criacionistas denominando, os que defendem a Teoria da Evolução das Espécies, de “Evolucionistas”, não somos evolucionistas, e sim cientificistas, amantes da ciência e, consequentemente, da Evolução das Espécies. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Muitos destes veículos de informação podem conter pontos falhos básicos que qualquer evo leigo pode criticar, vamos às regrinhas:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;- &lt;b style=""&gt;Primeiro&lt;/b&gt;, analise o ano de publicação dos periódicos citados na argumentação e presentes na bibliografia, por exemplo, uma crítica ao l&lt;span style=""&gt;ivro &lt;i style=""&gt;Genetics and the Origin of Species&lt;/i&gt; de Theodosius Dobzhansky, publicado em 1941 pode contar informações sobre genética ultrapassadas, e outras ainda mantidas como vou discorrer mais a frente. Portanto, olhem sempre o ano de publicação dos livros que são citados nas referências bibliográficas de disseminação neocriacionista (design inteligente), ou até mesmo criacionista fundamentalista (Terra jovem).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;- &lt;b&gt;Segundo&lt;/b&gt;, não dê atenção ao senso-comum, ou frases estritamente emocionais, investigue, sinta-se um cientista, e vá às forras. Se o que você lê em materiais criacionistas não tiver fontes, não perca seu tempo. Critique acima de tudo e todos, e use o &lt;a href="http://linhaevo.blogspot.com/2006/12/os-mtodos-cientficos.html"&gt;método científico&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;- &lt;b&gt;Terceiro&lt;/b&gt;, meias-verdades. Existem trechos de “evolucionistas famosos” sendo citados pelo mundo e o fundo em: livros, videopalestras, capas de cd gospel, dentre outros. &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Por exemplo: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Versão Manuseada e Maldosa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;b style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Such "simple" instincts as bees making a beehive could be sufficient to overthrow my whole theory. &lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Charles Darwin, Life and Letters, 1887, Vol.2 p.229 &lt;/span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;  &lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;  &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_i1025" type="#_x0000_t75" alt="[/b]" style="'width:.75pt;"&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(102, 102, 102);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Versão Original&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;"The subject of instinct might have been worked into the previous chapters; but I have thought that it would be more convenient to treat the subject separately, &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;especially as so wonderful an instinct as that of the hive-bee making its cells will probably have occurred to many readers, as a difficulty sufficient to overthrow my whole theory.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;span lang="EN-US"&gt;I must premise that I have nothing to do with the origin of the primary mental powers, any more than I have with that of life itself. We are concerned only with the diversities of instinct and of the other mental qualities of animals within the same class."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Versão Traduzida&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;             &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;“Consagrarei este capítulo ao exame das diversas objeções que se opõem ao meu modo de pensar, o que poderá esclarecer algumas discussões anteriores; mas seria inútil examiná-las todas, porque, no número, &lt;b&gt;muitas provêm de autores que se não deram ao cuidado de compreender o assunto. &lt;/b&gt;Assim, um distinto naturalista alemão afirma que a parte mais fraca da minha teoria reside no fato de eu considerar todos os seres organizados como imperfeitos. Ora, o que eu disse realmente, é que eles não são tão perfeitos como poderiam ser, relativamente às condições de existência; o que prova isto, é que numerosas formas indígenas têm, em algumas partes do mundo, cedido o lugar a intrusos estranhos. Mas, os seres organizados, admitindo mesmo que numa época dada tenham sido perfeitamente adaptados às suas condições de existência, só podem, quando estas mudam, conservar as mesmas relações de adaptação com a condição de se transformar; ninguém pode também contestar que as condições físicas de todos os países, assim como o número e as formas dos habitantes, têm sofrido modificações &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12;"  &gt;consideráveis.”&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;(DARWIN, Charles. A Origem das Espécies, 1 vol., tradução Mesquita Paul, Lello &amp;amp; Irmão – editores, 2003)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;- &lt;/i&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Quarto&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;, fique de olho na tradução, geralmente na tradução de textos alguns trechos perdem seus significados originais, sendo totalmente manipulados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;- &lt;b style=""&gt;Quinto&lt;/b&gt;, uma série de ataques de neocriacionistas a figura de Charles Darwin são feitos todos os dias, autor do livro-base da Teoria da Evolução das Espécies, e formador da corrente darwinista. Portanto, ele não é o dono da Teoria da Evolução, e de nada valerá os ataques feitos aos trabalhos dele de séculos passados, entre os séculos XIX e XX. Então, temos de criticar os papers neodarwinistas, história na ciência só entra na Introdução. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;- &lt;b style=""&gt;Sexto&lt;/b&gt;, olhe as notas de rodapé, podem colocar toda argumentação abaixo e contradizendo algo explicitado anteriormente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;- &lt;b style=""&gt;Sétimo&lt;/b&gt;, procure as correlações, analogias, confrontos de idéias presentes nos textos criacionistas, com criticas a partir dos textos sobre a Teoria da Evolução na íntegra, ou com outro &lt;i&gt;paper&lt;/i&gt; que cita os estudos que os crias estão criticando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;- &lt;b style=""&gt;Oitavo&lt;/b&gt;, cuidado com as conclusões divinas, não sei explicar, é o divino que explica, esse ponto está presente nos &lt;i&gt;papers&lt;/i&gt; de Conferências Criacionistas promovidas pela ICR.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;- &lt;b style=""&gt;Nono&lt;/b&gt;, fique alerta nas reticências, pois são perigosíssimas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;- &lt;b style=""&gt;Décimo&lt;/b&gt;, sempre se mantenha informado, esse é o ponto básico, raiz de todos os outros, visto que a evolução está ocorrendo o tempo todo. Então, vários artigos e notícias estão circulando pela internet com assuntos evolucionários, seja no âmbito da genética, química orgânica, da bioquímica, dos sistemas biológico, organismos, populações e fósseis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;           &lt;/span&gt;No mais, desejo prosperidade e votos de confiança em sua batalha contra a pseudociência, visto que criticar a evolução agora virou moda em vários bloggers poraí, não só criticando, mas detonando a Nomenklatura Científica. (sic)&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-842545421069884627?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/842545421069884627/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=842545421069884627&amp;isPopup=true' title='7 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/842545421069884627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/842545421069884627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/06/defendendo-nomenclatura-cientfica.html' title='Defendendo a Nomenclatura Científica'/><author><name>Allysson Allan</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://i101.photobucket.com/albums/m77/allyssonallan/Pau%20Ferro/pauferro037.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-8792402054406993674</id><published>2007-06-26T22:06:00.000-03:00</published><updated>2007-06-26T22:36:35.143-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fritz Müller'/><title type='text'>O amigo que Darwin tinha no Brasil</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_GTnLFI0XUZk/RoG8mw-rktI/AAAAAAAAAAw/SwmhvezaV-0/s1600-h/275px-Fritz-muller-1821-1897.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_GTnLFI0XUZk/RoG8mw-rktI/AAAAAAAAAAw/SwmhvezaV-0/s320/275px-Fritz-muller-1821-1897.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080549228819485394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Olá Evos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Primeira participação minha neste blog de grande valia contra a pseudo-ciência disseminada aos quatro cantos do mundo. Hoje, há uma contribuição de Eduardo Vieira, membro ativo da Linha de Frente Evolucionista no Orkut (vide link à direita), discorrendo sobre a vida de Fritz Müller. Enfim, espero que vocês gostem, assim como eu da biografia deste grande naturalista e Evo, enfaticamente brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Johann Friedrich Theodor Müller, conhecido como Fritz Müller, nasceu em 31 de março de 1822 na aldeia de Windischolzhausen próxima a Erfurt na Alemanha. Neto e filho de pastores protestantes, Müller demonstrou desde a infância grande interesse pela história natural no que foi estimulado pelo pai. Cursou universidade em Berlim onde teve mestres como Lichtenstein e Erichson (zoólogos), Hornschuch e Kunth (botânicos) e Johannes Müller (fisiólogo).&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Estudou farmacologia, ciências naturais e matemática. Doutorando-se em filosofia aos 22 anos de idade.    &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;        Em 1845 se inscreveu em um concurso para professor ginasial &lt;st1:personname productid="em Erfurt. Mas" st="on"&gt;em Erfurt. Mas&lt;/st1:personname&gt; sua carreira durou pouco, pois as perseguições políticas realizadas pelo imperador Frederico “O Grande” obrigavam os professores a ensinar apenas o que o governo queria. Diante de seu propósito de jamais ser hipócrita (“sempre que tiver que falar, hei de dizer a verdade” – frase em carta enviada ao irmão August) abandonou seu emprego.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;    Após deixar de lecionar, Fritz Müller foi estudar medicina concluindo o curso em 1849.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:85%;"&gt;    Novamente teve seu sonho interrompido. Por não ser mais cristão, negou a pronunciar frases religiosas durante o juramento em sua colação de grau e por esse motivo não recebeu o diploma de médico e não pode exercer a profissão. Voltou então a lecionar, mas desta vez como professor particular.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;    Fritz deixou de ser cristão durante a faculdade de medicina. O motivo foi a hipocrisia das instituições religiosas. Em 1848 se casou com Karoline Töellner e em 1849 nasceu sua primeira filha, Louise. Em 1852 nasceu sua segunda filha, Johanna e poucos dias depois a filha primogenita morreu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;    No mesmo ano, leu um livreto escrito pelo Dr. Blumenau que divulgava a colônia fundada por ele no Brasil e Fritz Müller decidiu emigrar. Sobre o qual disse “&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nessa intolerância religiosa vigente no país de Frederico não se poderia esperar por enquanto alguma mudança, então decidi emigrar. Escolhi o Brasil, primeiramente por sua rica flora e fauna, em segundo lugar porque acreditava que aqui a índole alemã poderia se conservar mais facilmente do que entre os ianques e em terceiro lugar porque o fundador da Colônia Blumenau, já me era conhecido de muitos anos”. Em 19 de maio de 1852 embarcou para o Brasil a bordo do veleiro Florentin, juntamente com a sua família e o irmão August e sua esposa. Após dois meses chegaram ao Brasil e se instalaram em Blumenau abrindo clareiras na mata e construindo uma cabana. Tempos depois uma enchente destruiu sua casa e se mudou para a outra margem do rio Itajaí&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;onde construiu uma casa no estilo enxaimel (onde hoje é o Museu Ecológico Fritz Müller). &lt;a href="http://www.blumenauonline.com.br/conhecablumenau/pontosturisticos_detalhes.aspx?pontoid=1"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Nos primeiros anos em que morou na colônia, Müller ajudou a construí-la, pesquisou a fauna e flora e atendeu os casos de doenças mais graves. Tinha relacionamento amigável com os índios da região que o protegiam contra animais selvagens enquanto realizava pesquisas na mata.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;    Contudo, Dr. Blumenau se sentiu incomodado com seu comportamento, temia que suas convicções políticas e seu descaso com a religião pudessem influenciar outros colonos. Logo tratou de lhe arranjar um emprego de professor de matemática em Desterro (atual Florianópolis) e apesar de saber as verdadeiras intenções de Dr. Blumenau, Fritz Müller aceitou o cargo de bom grado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;    O emprego lhe caiu como uma luva, pois tinha tempo livre para realizar suas pesquisas sobre história natural e aliado ao fato de morar perto do mar, uma fonte inesgotável de pesquisa, foram determinantes em sua carreira de naturalista. Morou em Desterro de 1856 até 1867. Em 1856 foi ao Rio de Janeiro se naturalizar brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;    Em 1861 Fritz Müller recebeu de presente de seu amigo Max Schultze, professor de zoologia em Halle, um exemplar do livro “A Origem das espécies” de Charles Darwin em alemão e ficou fascinado com os argumentos apresentados por Darwin aceitando a teoria da evolução. Após a leitura do livro resolveu escrever uma carta para Charles Darwin falando sobre o livro (pratica comum entre os naturalistas da época). Então lhe veio outra idéia. Fazer seus próprios experimentos para comprovar a teoria da evolução.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;    Fritz Müller então buscou uma espécie para servir como modelo para colocar a prova a teoria de Darwin. Optou pelos crustáceos por vários motivos; por serem abundantes na região, já terem uma classificação taxionômica conhecida e por apresentarem um desenvolvimento ortogenético complexo e variado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Em abril de 1862 ele escrevia ao irmão em Lippstadt: "No último verão me ocupei quase que exclusivamente com crustáceos, mais propriamente com a história do desenvolvimento dos camarões e lagostins, que lança uma luz totalmente nova nas condições de parentesco dos crustáceos e sobre toda a morfologia dos artrópodes; espero que isto possa ser utilizado como importante meio de comprovação a favor dos ensinamentos de Darwin sobre a origem das espécies animais e vegetais. Elaborar a história do desenvolvimento dos animais a partir de larvas pescadas no mar, as quais percorrem uma longa série de formas, é um dos trabalhos mais sacrificados e que mais tempo consomem, mas também é de todos o mais atraente, emocionante e com freqüência, cheio de verdadeiro enredo romanesco, decepções, surpresas”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    O objetivo de Müller era descobrir se os crustáceos evoluíram, se adaptando ao ambiente. Estudou em várias espécies as formas que os crustáceos passam até chegar a idade adulta definitiva. Descobriu que algumas espécies tinham um desenvolvimento mais complexo, passando por vários desses estágios. Outras paravam no meio do caminho, adotando um desses pré-estágios como forma adulta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Assim ele montou uma espécie de árvore genealógica dos crustáceos, concluindo que as espécies com desenvolvimento mais complexo evoluíram de outras com desenvolvimento mais simples por meio de adaptações ao ambiente. Todos os estudos comprovaram o que Darwin havia descrito &lt;st1:personname productid="em teoria. Os" st="on"&gt;em teoria. Os&lt;/st1:personname&gt; estágios pelos quais passam os crustáceos antes de chegar à forma adulta seriam repetições das espécies ancestrais a partir das quais esses animais evoluíram.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Em 7 de setembro de 1863, Fritz Müller concluía um pequeno porém consistente livro, repleto de fatos novos e em consonância com as idéias propostas por Darwin. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    "Für Darwin" (A Favor Darwin) foi editado em Leipzig, Alemanha, em 1864. Não demorou para que o próprio Darwin viesse a tomar conhecimento deste precioso e inesperado colaborador que se manifestava da América do Sul. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Darwin ficou impressionado com o livro e bancou a tradução para o inglês, lançando a obra com o nome Facts and arguments for Darwin (Fatos e argumentos a favor de Darwin), e passou a citar o cientista alemão nas edições seguintes de "Sobre a origem das espécies". Os dois naturalistas trocaram correspondência intensa e se tornaram amigos. A primeira carta foi escrita por Darwin em 10 de agosto de &lt;st1:metricconverter productid="1865. A" st="on"&gt;1865.  A&lt;/st1:metricconverter&gt; última carta que Darwin remeteu para Fritz Müller, foi datada em 4 de abril de 1882, quinze dias antes de sua morte. Sabe-se que Darwin escreveu 58 cartas a Fritz Müller, em 17 anos de troca de correspondência. Uma freqüência considerável, uma vez que em média, uma carta levava 45 dias a caminho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Também manteve correspondência com &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN"  style="font-size:85%;"&gt;Hermann Müller, Alexander Agassiz, Ernst Krause, e Ernst Haeckel.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Ernest Haeckel generalizou conceitos introduzidos por Fritz Müller, elaborando a controversa Lei da Biogenética Fundamental. Passou a afirmar, de forma dogmática, que todas as espécies de animais recapitulam as mudanças ocorridas em sua ancestralidade durante o desenvolvimento larval ou embrionário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Fritz Müller também contribuiu com a biologia com &lt;b style=""&gt;a teoria do mimetismo mülleriano&lt;/b&gt;. Formulou a teoria ao observar que diferentes espécies de borboletas da mata Atlântica possuíam sabor desagradável se assemelhavam mutuamente a fim de enganar as aves. Se um pássaro “experimentasse” uma borboleta de qualquer uma destas espécies se lembraria de seu gosto horrível e evitaria comer outras borboletas parecidas. Essa relação é chamada de mimetismo de Müller ou anel mimético que era diferente do mimetismo apresentado por Henry Bates. &lt;a href="http://www.lepidoptera.datahosting.com.br/mimetismo.htm"&gt;[2]&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Para analisar o mimetismo entre duas espécies de lepidópteros, ele elaborou a primeira equação matemática aplicada à ecologia. &lt;a href="http://www.ucl.ac.uk/taxome/jim/Mim/Muller.html"&gt;[3]&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Publicou 248 artigos científicos sobre o estudo de animais e plantas. Catalogou novas espécies e realizou estudos sobre crustáceos, vermes, borboletas, cupins, abelhas brasileiras (foi um dos maiores observadores) e outros insetos. Entre 1884 e 1885, encontrou um verme gigante de &lt;st1:metricconverter productid="1,5 metros" st="on"&gt;1,5 metros&lt;/st1:metricconverter&gt; (Balanoglossus gigas), até então conhecido apenas em versões bem menores. Mas não conseguiu convencer a comunidade científica da descoberta por não conseguir enviar um exemplar inteiro para a Europa (ele se enterrava na areia e quebrava ao ser puxado). Só em &lt;st1:metricconverter productid="1893 a" st="on"&gt;1893 a&lt;/st1:metricconverter&gt; descoberta foi confirmada, com exemplares do mesmo animal encontrados &lt;st1:personname productid="em S￣o Sebasti￣o" st="on"&gt;em São Sebastião&lt;/st1:personname&gt;, no litoral paulista. No fim da vida se dedicou ao estudo de bromélias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Uma das mais belas descobertas se refere à fauna encontrada nas bromeliáceas. Nestas plantas ocorre o acúmulo de água suficiente para permitir a proliferação de muitos seres minúsculos – protozoários, miriápodes, larvas de dípteros, ortópteros, neurópteros, tricópteros, tipulídeos e sirfídeos, além turbelários, aracnídeos e um crustáceo da família Cytheridae, ao qual deu o nome de &lt;i style=""&gt;Elpidium bromeliarum&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Pesquisou a simbiose entre a embaúba e formigas. No pecíolo da folha da embaúba existe uma parte branca e saliente que vista pelo microscópio revela uma glândula (chamada “corpúsculo de Müller” em homenagem ao descobridor) que produz uma substância doce que contem glicogênio. As formigas se alimentam deste mel e vivem entre os nós dos galhos da embaúba protegendo a árvore do ataque de insetos nocivos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Fez também excelentes observações sobre a fecundação de orquidáceas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Descobrindo que tais plantas são auto-estéreis, ou seja, o pólen de uma flor é incapaz de fecundar os óvulos da mesma. Dependendo de agentes polinizadores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Retornou a Blumenau em 1867 e voltou à atividade de colono, pesquisador e médico se tornando presidente da câmara dos vereadores anos depois. 1876 foi nomeado “Naturalista viajante” do museu nacional por D. Pedro II e só perdeu o cargo em 1891 com a proclamação da república. Foi chamado por Darwin de “O Príncipe das Observações” e recebeu o título de Doutor Honoris Causa das universidades de Tübingen e de Bonn na Alemanha.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;                                                        &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    No final de sua vida era considerado um dos maiores cientistas do mundo apesar de estar longe dos grandes centros acadêmicos da Europa e praticamente não ter contato com outros pesquisadores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;    Johann Friedrich Theodor Müller faleceu no dia 21 de maio de 1897, aos 75 anos, na casa de sua filha Johanna &lt;st1:personname productid="em Blumenau. Teve" st="on"&gt;em Blumenau. Teve&lt;/st1:personname&gt; dez filhos, destes apenas um do sexo masculino que morreu pouco depois do parto. Recebeu várias homenagens póstumas incluindo uma estátua em uma praça em Blumenau e um museu ecológico instalado em sua antiga casa. Além de várias homenagens do meio acadêmico. Haeckel o chamou de “Herói da Ciência”. Sua vida foi descritas em várias biografias e deixando uma lição de humildade, amor pela ciência e busca pela liberdade expressada por duas de suas frases; “sem liberdade não há verdade e nem virtude” e “... tomei a firme decisão de tudo sacrificar pela verdade e pela liberdade”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;  "Eu odeio os hipócritas que trazem um credo nos lábios e um bem diferente no coração...." (Fritz Muller, em carta ao irmão August)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fontes:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mulleriana.org.br/mulleriana/muller_nomura.asp"&gt;http://www.mulleriana.org.br/mulleriana/muller_nomura.asp&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.blumenauonline.com.br/"&gt;www.blumenauonline.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;a href="http://www.brazilian-plants.com/br"&gt;www.brazilian-plants.com.br&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.an.com.br/ancapital/2006/jul/30/1ger.jsp"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-8792402054406993674?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/8792402054406993674/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=8792402054406993674&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/8792402054406993674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/8792402054406993674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/06/o-amigo-que-darwin-tinha-no-brasil.html' title='O amigo que Darwin tinha no Brasil'/><author><name>Allysson Allan</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://i101.photobucket.com/albums/m77/allyssonallan/Pau%20Ferro/pauferro037.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_GTnLFI0XUZk/RoG8mw-rktI/AAAAAAAAAAw/SwmhvezaV-0/s72-c/275px-Fritz-muller-1821-1897.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-2946270336048111693</id><published>2007-06-26T15:48:00.000-03:00</published><updated>2007-06-26T11:53:02.391-03:00</updated><title type='text'>Estamos de Volta!</title><content type='html'>Olá leitores do Blog "LinhaEvo"!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após alguns meses parados e sem postar, o Blog está de volta. Esse intervalo sem postagens se deu porque eu, o autor do Blog, fiquei sem tempo para acessar a internet e não encontrei ninguém que se dispusesse a cuidar do Blog. Agora, tenho um pouco mais de tempo e um novo autor também publicará nesse Blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o Allysson, um amigo da comunidade Linha de Frente Evolucionista, que fará publicações no estilo do Blog. Notícias, estudos, textos de especialistas e todo o material que os leitores do já estavam sentindo falta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, para a re-estréia do Blog, em breve publicaremos um texto do nosso colaborador, David Borges sobre o criacionismo nas Universidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa leitura a todos e espero que o Blog continue a fornecer conhecimento e a combater a pseudo-ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Grande Abraço,&lt;br /&gt;RENAN&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-2946270336048111693?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/2946270336048111693/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=2946270336048111693&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/2946270336048111693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/2946270336048111693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/06/estamos-de-volta.html' title='Estamos de Volta!'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-5446184886551608973</id><published>2007-01-26T23:50:00.000-02:00</published><updated>2007-01-27T00:14:03.788-02:00</updated><title type='text'>Palavra de Especialista</title><content type='html'>&lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: center; font-family: arial;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;A EMBRIOLOGIA REFUTANDO CONCEITOS CRIACIONISTAS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: center; line-height: normal; font-family: arial;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: center; font-family: arial;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Pedro Teixeira-Filho&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt; &amp; Mônica Augusto Teixeira&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: right; line-height: normal; font-family: arial;" align="right"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;1 – Biólogo, Mestre em Biologia pela UERJ&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: right; font-family: arial;" align="right"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;2 – Bióloga, Bacharel em Biologia pela UFRJ&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: right; line-height: normal; font-family: arial;" align="right"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-indent: 35.4pt; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O debate entre criacionistas e evolucionistas vem ganhando vulto nos últimos anos, principalmente depois da publicação do livro “A Caixa Preta de Darwin”, do bioquímico Michael Behe, onde o autor criou a idéia da “complexidade irredutível”, associando-a ao “&lt;i style=""&gt;design&lt;/i&gt; inteligente” (DI) proposto inicialmente por William Paley em 1802. Embora suas idéias já tenham sido refutadas por vários cientistas, os criacionistas se apegaram a elas como náufragos se agarram a algo que os sustente. É compreensível tal atitude, uma vez que as idéias partiram de um homem da Ciência, não da Religião; porém, não se pode fechar os olhos para toda uma série de evidências que mostram que Behe está errado e que algo meio obscuro pode estar por trás de suas idéias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Boa parte dos debates entre os defensores do criacionismo e os evolucionistas se refere à questão dos fósseis. Porém, neste texto iremos discutir um pouco sobre outro ponto, meio “esquecido” pelos debatedores: as evidências embriológicas da Evolução.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os embriões dos animais desenvolvem-se de acordo com as características do grupo ao qual pertencem. Porém, há uma série de semelhanças entre embriões de espécies de grupos distintos, como as que encontramos entre os embriões dos diferentes membros do Filo Chordata, que se divide em 3 Subfilos, Urochordata (ascídeas), Cephalochordata (anfioxos) e Vertebrata (peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos). As quatro apomorfias (características exclusivas) desse Filo são bastante conhecidas, mesmo por estudantes de Ensino Médio:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt; font-family: arial;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;1)&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Notocorda (ou corda dorsal)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt; font-family: arial;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;2)&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fendas faringeanas (ou branquiais)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt; font-family: arial;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;3)&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cauda pós-anal&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt; font-family: arial;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;4)&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tubo nervoso oco e dorsal&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-indent: 35.45pt; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Entretanto, tais características não existem em todos os cordados adultos. Na verdade, com exceção do tubo nervoso, as demais podem surgir e desaparecer completamente ainda durante o desenvolvimento embrionário, como ocorre com os embriões dos seres humanos. E aí reside a questão: se não temos parentesco com os demais vertebrados e se todos foram criados ao mesmo tempo, como acreditam os criacionistas, por que então possuímos tais estruturas nos nossos embriões, se as mesmas não são funcionais?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:100%;" &gt;É claro que não poderemos comparar embriões a um dado tempo de gestação se as espécies comparadas possuírem tempo de desenvolvimento diferente. Por exemplo, um embrião de uma espécie que possui tempo de gestação de 3 meses não deve ter a mesma velocidade de desenvolvimento que um embrião de outra espécie que tenha gestação de 10 meses. Se fizermos comparações desses dois embriões em uma mesma semana de desenvolvimento, provavelmente encontraremos muitas diferenças. Mas comparações de embriões em um mesmo &lt;i style=""&gt;estágio&lt;/i&gt; de desenvolvimento são plenamente possíveis e elas nos mostram que as semelhanças embrionárias existem. Negar a sua existência é negar o que os olhos nos mostram.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:100%;" &gt;Se seguíssemos a idéia de Behe e Paley do “&lt;i style=""&gt;design&lt;/i&gt; inteligente”, bateríamos de frente com a questão da ausência de função em seres humanos e em outros vertebrados de algumas estruturas embrionárias, particularmente a cauda e as fendas branquiais. Se o DI fosse válido, como explicar o seu desaparecimento ainda na fase embrionária? “Provavelmente porque sua função embrionária ainda não foi descoberta”, poderão dizer os defensores do DI. O problema é que, com exceção de um único par que irá originar as tubas auditivas, as fendas branquiais não têm função nos mamíferos, nem mesmo para os aquáticos, como baleias e golfinhos. Elas se formam e se fecham. Na embriologia dos vertebrados, o estágio onde elas estão presentes é chamado de &lt;i style=""&gt;faríngula&lt;/i&gt; e corresponde ao período de desenvolvimento onde seus embriões possuem as maiores similaridades. Anomalias embrionárias podem levar ao não-fechamento de uma das fendas e à formação de fístulas, seios (&lt;span style=""&gt;fístulas incompletas, com abertura só interna ou só externa) &lt;/span&gt;ou cistos. E antes que algum criacionista cite o trabalho de Lehman sobre o desenvolvimento dos cordados&lt;sup&gt;*&lt;/sup&gt;, vale ressaltar que os mamíferos realmente nunca desenvolvem brânquias, mas as fendas branquiais estão presentes mesmo assim, o que reforça ainda mais a inutilidade da sua formação. Afinal, fendas branquiais não são sinônimos de brânquias ou arcos branquiais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E que função poderia ter uma cauda para um embrião humano dentro do útero materno? Absolutamente nenhuma, pois ele mal se movimenta quando ela está presente. Mesmo assim ela se forma, pois um embrião humano entre a 4ª e 5ª semanas de gestação tem de dez a 12 vértebras caudais, com todas as estruturas internas necessárias ao seu potencial funcionamento, como vasos sangüíneos, nervos e a própria notocorda. Na 8ª semana, contudo, já desapareceram as últimas seis vértebras caudais, ocorrendo morte celular por apoptose e ação de macrófagos, que englobam e digerem as células da cauda como fazem com microorganismos, e a 5ª vértebra ainda está se reduzindo. O que resta da nossa cauda embrionária é o osso do cóccix, resultante da fusão das quatro vértebras caudais que não desaparecem por completo. Já foi identificado um gene envolvido na formação embrionária da cauda em humanos e outros mamíferos, o gene Wnt-3a. A queda ou bloqueio da atividade desse gene induz a destruição da cauda. Quando essa queda não acontece (por uma mutação ou fator ambiental), a cauda persiste, como já relatado em alguns registros médicos de pessoas com uma pequena cauda, cujas radiografias mostram a presença de vértebras em sua estrutura. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Encontramos outros exemplos de estruturas embrionárias, diferentes das que já citamos, que também aparecem e depois são destruídas durante o desenvolvimento embrionário de outros vertebrados, como os botões de membros anteriores e posteriores em serpentes e membros posteriores em golfinhos e baleias. Sobre estas, inclusive, existem alguns registros de exemplares de diferentes espécies que apresentavam membros posteriores rudimentares, com estrutura óssea idêntica a de qualquer membro de vertebrado, com fêmur, tíbia, fíbula e metatarsianos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nos resta perguntar: todo esse processo de formação e desaparecimento das estruturas que citamos é algo realmente “inteligente” por parte de um “desenhista”?&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Gastar energia tão preciosa na formação de uma estrutura embrionária inútil que irá desaparecer é algo lógico?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A existência de um ente que tenha criado toda a vida encontrada no nosso planeta - um Desenhista Inteligente - pressupõe que não existam erros em nenhum dos passos que ocorrem na formação dos seres vivos, desde o momento da fecundação até o momento em que o embrião completa seu desenvolvimento, tornando-se um ser viável. As pessoas inclinadas a aceitar a hipótese do DI, costumam admirar-se da complexidade existente no funcionamento dos seres vivos e por observarem o ser vivo em toda a sua funcionalidade ajustada ao ambiente, pensam que mutações surgidas ao acaso teriam pequena probabilidade de alterar o conjunto das funções sem prejudicar o organismo onde ocorreram. Julgam mais improvável ainda que mutações não dirigidas possam modificar estruturas, tornando-as mais eficientes do que eram anteriormente. A análise dos fatos, porém, demonstra que na Natureza encontramos muitos casos de estruturas que com o tempo foram se modificando e ficando mais eficientes funcionalmente. Se aceitássemos a idéia de Behe, esperaríamos então que não fossem notadas estruturas desnecessárias na formação dos embriões, mas não é isso o que se vê!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como explicar, então, a existência de tais estruturas nos nossos embriões e nos de outros vertebrados? A explicação mais lógica é a herança ancestral de genes que determinam a sua formação durante o período embrionário e que depois têm sua função substituída por outros genes que surgiram mais tarde, e que determinam o desaparecimento dessas estruturas. Em outras palavras, ocorreu uma modificação genética que provocou a mudança fenotípica, ou seja, houve evolução.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Muitos criacionistas interpretam o texto bíblico de acordo com as suas necessidades. Cada ramo da religião cristã tem as suas, e suas normas são ditadas por essa interpretação. Sua agonia acontecia quando para algumas questões feitas pelos evolucionistas eles não encontraram uma resposta bem fundamentada, e aí surgiu Behe com seu “&lt;i style=""&gt;design&lt;/i&gt; inteligente” com ares de Ciência, uma solução muito prática para atender às necessidades criacionistas. Prático, mas longe de ser verossímil. Sobre esse ponto, vale à pena reproduzir um trecho do texto de Julio Cesar Pieczarka, pesquisador da UFPA, para o Jornal da Ciência, da SBPC, onde o autor fala da derrota dos criacionistas nos tribunais dos Estados Unidos quando eles tentaram impedir o ensino da Evolução nas escolas:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;“Diante desta nova derrota, ficou claro que os criacionistas precisavam de uma nova estratégia. Assim, o que eles precisavam era de um grupo, aparentemente independente deles, que:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;a) se declarasse não criacionista (para fugir à acusação de ser um grupo religioso)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;b) lutasse por legitimidade científica (para poder ser ensinado em sala de aula), legitimidade esta a ser alcançada por bem ou por mal, tentando arrombar a porta se a mesma lhes fosse fechada, acusando os cientistas de autoritários (como se legitimidade científica fosse brinde que vem em caixa de cereal)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;c) tivesse por mote combater a Teoria da Evolução, unindo forças com os criacionistas assumidos toda vez que isso fosse vantajoso. Então, no fim dos anos 80 surgiu o movimento DI. Se alguém ler as mensagens postadas no JC e-mail (e nos sites do DI) dos defensores do DI, verá que o comportamento descrito acima é exatamente aquele que eles apresentam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;Estas são evidências circunstanciais. A evidência definitiva vem do documento chamado ‘The Wedge Strategy’, que estabelece as bases do movimento DI.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;Este documento era interno do instituto criacionista Discovery Institute's Center for Science and Culture (CSC), mas vazou e foi publicado na internet em 2000 (Pennock, 2003&lt;sup&gt;**&lt;/sup&gt;). Uma cópia pode ser encontrada na página &lt;a href="http://www.public.asu.edu/%7Ejmlynch/idt/wedge.html"&gt;http://www.public.asu.edu/~jmlynch/idt/wedg&lt;span style=""&gt;e&lt;/span&gt;.html&lt;/a&gt;&lt;!--[if !supportNestedAnchors]--&gt;&lt;a name="_Hlt156982050"&gt;&lt;/a&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;Ele estabelece que a proposta de que os seres humanos foram criados à imagem de Deus é uma das pedras fundamentais da civilização ocidental e que esta proposta está sendo ameaçada por intelectuais materialistas, como Charles Darwin, Sigmund Freud e Karl Marx.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;Assim, o CSC iria reagir, através da construção de uma alternativa às teorias materialistas. Esta construção se chamaria Design Inteligente. O documento estabelece ainda um plano estratégico a ser desenvolvido em cinco anos, compreendendo três fases:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;1) Pesquisa, Redação e Publicação;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;2) Publicidade e Formação de Opinião;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;3) Confrontação Cultural e Renovação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;Como a primeira fase foi um fracasso retumbante (mesmo com generosas verbas para pesquisa), eles passaram direto para a segunda e terceira fases. Pelo menos em um ponto eles acertaram em cheio: ‘Sem argumentação e pesquisa sólidas, o projeto será apenas mais uma tentativa de doutrinar, ao invés de persuadir’.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ou seja, a idéia de Behe era peça chave para tentar barrar o ensino de Evolução! Uma peça fundamental em um esquema engendrado não com propósitos científicos, mas com ideais religiosos. Como os cientistas também são seres humanos, muitos deixaram de lado seus conhecimentos científicos e se deixaram seduzir pelas verbas oferecidas pelo CSC. A elaboração da tal “&lt;i style=""&gt;wedge strategy&lt;/i&gt;” (“estratégia cunha”) mostrou-se um plano de longo prazo, mas que necessitava da inserção no meio científico de profissionais de diversas áreas que conseguissem publicar em diversas revistas científicas artigos que fundamentassem a ideologia criacionista, a qual eles chamaram de “Fase I”. Felizmente, esta etapa do projeto não deu muito certo, o que prejudicou as etapas posteriores. Mas, mesmo assim, vemos todos os anos mais e mais estudantes universitários que são adeptos do criacionismo procurando cursos de Biologia e outras áreas da Ciência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;É lógico que nem todos os Biólogos criacionistas (a despeito da incoerência que isso represente) devem compactuar com essa idéia, mas é bem possível que boa parte deles tenha escolhido a Biologia como profissão por influência de algum líder religioso. Ou seja, a “Fase II” pode estar ainda em curso, não só nos EUA, mas também no Brasil, tentando formar futuros biólogos criacionistas, que irão ensinar essa idéia nas escolas. Não é por acaso que um programa de treinamento de Professores é parte das estratégias da “Fase II”! É o que, em conversas com outros Biólogos pelo Orkut, designamos de “Cavalo de Tróia”. O curioso foi ter cunhado o termo antes de conhecer a “&lt;i style=""&gt;wedge strategy&lt;/i&gt;”. A ocorrência da “Fase II” já nos saltava aos olhos antes mesmo de sabermos que ela era mesmo um plano bem elaborado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Muitos Professores não acreditam em uma “estratégia criacionista” e simplesmente ignoram o problema. Esse pode ser um grande equívoco. Enquanto aqueles que acreditam na Ciência fecham os olhos, os criacionistas os mantêm bem abertos e prosseguem com seus planos de desmonte do pensamento científico. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm; font-family: arial;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" lang="EN-US" &gt;* &lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:100%;" lang="EN-US" &gt;Lehman, H. E. 1987. &lt;i style=""&gt;Chordate Development&lt;/i&gt;, 3d ed. &lt;st1:place st="on"&gt;&lt;st1:city st="on"&gt;Winston-Salem&lt;/st1:city&gt;, &lt;st1:state st="on"&gt;NC&lt;/st1:state&gt;&lt;/st1:place&gt;: Hunter Textbooks&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" lang="EN-US" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:10;" lang="EN-US" &gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;** Pennock, R.T. 2003. Creationism and Intelligent Design. &lt;i style=""&gt;Annual Review of Genomics and Human Genetics&lt;/i&gt; 4: 143-163.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-5446184886551608973?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/5446184886551608973/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=5446184886551608973&amp;isPopup=true' title='7 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/5446184886551608973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/5446184886551608973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/01/palavra-de-especialista_26.html' title='Palavra de Especialista'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-116983595439784434</id><published>2007-01-26T16:23:00.000-02:00</published><updated>2007-01-26T16:25:54.410-02:00</updated><title type='text'>Researcher discovers hybrid speciation in the Sierra Nevada</title><content type='html'>&lt;p&gt;University of Nevada, Reno researcher Matthew Forister is among a group of scientists that have documented an unusual type of speciation in the Sierra Nevada, including a hybrid species of butterfly that can trace its lineage as far back as almost a half a million years ago. In a recently published article in the leading research journal Science, the discovery is one of the most convincing cases of this type of species formation that has ever been demonstrated in animals. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Our genetic work is what really clinched the hybrid angle,” said Forister, a research professor in the College of Agriculture, Biotechnology and Natural Resources’ Department of Natural Resources and Environmental Science. Forister explained that it has been known that two types of butterflies -- Lycaeides melissa and Lycaeides idas -- live in the Sierra, with the L. melissa living on the eastern slope of the Sierra and the L. idas living to the west. Forister’s team found that a third species of Lycaeides has evolved in the upper alpine reaches of the Sierra.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;The team used molecular genetics to show that the “new” species carries genes from both parental species. The scientists estimate that about 440,000 years ago the L. melissa and L. idas came into contact in the Sierra. Their offspring, cut off from the rest of their clan, eventually evolved into a unique and genetically distinct species.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“It’s interesting, because the alpine butterflies have wings that look like the butterflies from the eastern Sierra,” Forister said. “But their mitochondrial DNA more clearly resembles those from the western Sierra. When you think about all of the changes the world has undergone, and how parental species have moved in response to climate change and have possibly come into contact many times, you realize that the world is a messier place than you first thought.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Ultimately, what we’ve studied highlights the importance of natural selection, and the more general idea that we are still learning many of the ways in which species are formed.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Forister’s collaborators included UC-Davis professor Arthur Shapiro, Zachariah Gompert and Chris Nice of Texas State University and James Fordyce at the University of Tennessee. Shapiro is one of the world’s foremost butterfly experts. Forister did his graduate work at UC-Davis under Shapiro. His graduate work was funded by the National Science Foundation. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;The team’s findings provide an important piece to the puzzle in the understanding of how animal species emerge. It is widely believed that plant species can be commonly created through such species crossing; hybrid species formation among animals, however, has been much less thoroughly studied.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Forister and his colleagues worked on some of the more barren reaches of the upper alpine in the vicinity of Lake Tahoe, plucking samples of blue (male) and brown (female) butterflies from the rocks and sparse alpine vegetation there. The samples were studied by the research members who worked to analyze the species’ DNA in a laboratory in Texas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“We worked within a very narrow window because these butterflies are at their peak flight for only a few weeks in the middle of the summer,” Forister said.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;The field work proved to be just as important as the laboratory work, as the team made important findings regarding the new species’ adaptive habits. Though the climate is extreme at high elevations and the flying season lasts only a matter of a few weeks, the researchers noted that the still-unnamed species seeks out a certain plant at the higher elevations. They use this host plant to lay their eggs. Their “parent’ butterflies of the eastern and western Sierra do not show the same affinity for this particular host plant, the balloonpod milkvetch. This was another critical illustration that a habitat and species shift had occurred.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;By understanding how the “new” species lives, the research team is also adding to the scientific-based knowledge that could some day help preserve the butterfly’s habitat, Forister added. “Now that we’ve finished this part of the study, we’d like to turn our attention to some of the other ranges of the West, and investigate similar areas of overlap,” Forister said.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-116983595439784434?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/116983595439784434/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=116983595439784434&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/116983595439784434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/116983595439784434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/01/researcher-discovers-hybrid-speciation.html' title='Researcher discovers hybrid speciation in the Sierra Nevada'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-116878385257368518</id><published>2007-01-14T12:08:00.000-02:00</published><updated>2007-01-14T12:10:52.580-02:00</updated><title type='text'>Crânio reforça teoria da origem africana da humanidade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1483/4167/1600/619904/Cranio.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1483/4167/320/115591/Cranio.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="Noticia"&gt; &lt;p&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;span class="sinopse1"&gt;&lt;span class="autor"&gt;&lt;span class="noticia"&gt;WASHINGTON - Estudo de um grupo internacional de cientistas, publicado na revista &lt;i&gt;Science&lt;/i&gt;, fixou a data de um crânio humano encontrado há mais de 50 anos, na África do Sul, em 36.000 anos. Esse crânio oferece uma importante confirmação de evidências genéticas que indicam que a humanidade, em sua forma moderna, surgiu na África e migrou, por volta dessa época, para o restante do Velho Mundo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;span class="sinopse1"&gt;&lt;span class="autor"&gt;&lt;span class="noticia"&gt;"O crânio de Hofmeyr (cidade onde a peça foi encontrada) dá os primeiros vislumbres da morfologia dessa população da áfrica subsaariana, o que significa o mais recente ancestral comum de todos nós", afirma o pesquisador Frederick Grine, líder da equipe responsável pelo trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;span class="sinopse1"&gt;&lt;span class="autor"&gt;&lt;span class="noticia"&gt;Embora tenha sido descoberto em meados do século passado, o crânio só teve sua importância reconhecida recentemente. A datação foi realizada por um novo método, que avaliou a radiação absorvida pelos grãos de areia alojados na cavidade que havia abrigado o cérebro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;span class="sinopse1"&gt;&lt;span class="autor"&gt;&lt;span class="noticia"&gt;Aos 36.000 anos, esse crânio preenche uma lacuna importante no registro fóssil humano para a região, entre 70.000 anos e 15.000 anos atrás. Durante esse período, ferramentas e obras de arte sofisticadas, de osso e pedra, aparecem na África subsaariana, e seres humanos anatomicamente modernos fazem sua aparição na Europa e na Ásia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tirado &lt;a href="http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2007/jan/12/217.htm"&gt;daqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-116878385257368518?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/116878385257368518/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=116878385257368518&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/116878385257368518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/116878385257368518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/01/crnio-refora-teoria-da-origem-africana.html' title='Crânio reforça teoria da origem africana da humanidade'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-116830819636932782</id><published>2007-01-08T23:59:00.000-02:00</published><updated>2007-01-09T00:03:16.413-02:00</updated><title type='text'>Palavra de Especialista</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;DIFICULDADES CONCEITUAIS DO CRIACIONISMO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial; text-transform: uppercase;"&gt;David G. Borges&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial; text-transform: uppercase;"&gt;biólogo, graduando em filosofia&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Venho acompanhando há algum tempo a polêmica em torno da questão criacionista e do ensino de evolução nas escolas. Não foi uma escolha consciente – fui “jogado” no meio desta polêmica por razões alheias à minha vontade. Por algum motivo, quando as pessoas conhecem um biólogo ateu e acadêmico de filosofia, parecem ter um desejo incontrolável de debater o assunto Criação vs. Evolução. No entanto, não só vejo esse acidente de percurso como algo produtivo, por ter me proporcionado um aprendizado enorme sobre os mais diferentes assuntos, mas como algo essencial ao meu crescimento intelectual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Hoje pretendo discutir algumas dificuldades conceituais do criacionismo. Durante minha vivência em meio à esse tema, percebi que geralmente os adeptos da “teoria criacionista” e suas vertentes são muito céticos em relação à evolução, mas fazem muito pouco para embasar os seus pontos de vista. Escrevo este texto não como um &lt;i style=""&gt;ataque&lt;/i&gt; ao criacionismo, mas como uma análise do mesmo, um “pedido de esclarecimento” com relação a alguns pontos nebulosos existentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Uma das críticas mais comuns à evolução e um dos argumentos mais usado pelos criacionistas é a “complexidade irredutível”. A complexidade irredutível foi popularizada pelo bioquímico Michael Behe na década passada, com a publicação de um livro intitulado “A Caixa Preta de Darwin” (ou “Darwin’s Black Box”, no título original). Na verdade, a complexidade irredutível não passa de uma variante do “argumento do relógio”, popularizado pelo teólogo William Paley em 1802, mas com raízes nas obras de Cícero, séc. I AEC (Antes da Era Comum, ou “Antes de Cristo”, para quem preferir). Essencialmente, Behe argumenta que alguns sistemas biológicos e bioquímicos como o olho humano ou a coagulação sanguínea são complexos demais para terem surgido “por acaso” através da evolução, e que devem ter sido “projetados” por um “desenhista inteligente”. Behe utiliza uma ratoeira como exemplo de sistema “ireedutivelmente complexo”; no séc. XIX Paley utilizava um relógio – nenhum dos componentes de um relógio executa alguma função quando isolado dos demais, o que implica necessariamente que foi projetado e contruído por um relojoeiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O “desenhista inteligente” de Behe é uma forma politicamente correta de se referir à divindade judaico-cristã. Até hoje, em todas as ocasiões em que perguntei a um adepto do “desenho inteligente” sobre a identidade do “desenhista” (ou “projetista”, outro termo utilizado com o mesmo fim) nenhum deles admitiu a hipótese de que o mesmo possa ser Alá, Tupã, Odin, um ser extraterrestre ou qualquer outra coisa diferente da divindade bíblica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Com relação à “complexidade irredutível” em si, algumas considerações devem ser feitas. O próprio conceito parte de uma má-compreensão da teoria da evolução, uma vez que estruturas e sistemas não surgem “por acaso”. Ao contrário da idéia difundida popularmente, a evolução não ocorre &lt;i style=""&gt;por acaso&lt;/i&gt;. As mutações surgem aleatoriamente; sim, isto é correto. No entanto, dizer que a evolução se processa de forma completamente aleatória é ignorar o papel do ambiente e da seleção natural na “filtragem” das características que surgem por meio das mutações. Não interessa quantas vezes uma característica surja, ela só se manterá na população se for vantajosa para o indivíduo que a possui, ou neutra. Características deletérias são eliminadas. Não há nada de aleatório nisso. O “acaso” só entra na seleção natural quando tratamos de deriva genética – ainda assim seus efeitos são muito limitados. Temos que tomar cuidado adicional com a idéia que permeia o inconsciente popular de que genes determinam a posição de cada minúsculo componente na estrutura de um ser vivo. Genes afetam a bioquímica do ser, todas as demais alterações são consequência indireta. Parafraseando o matemático Richard Harter: “genes não são esquemas, ‘plantas’* para a célula e os processos da vida; eles são esquemas para as ‘ferramentas’ que os processos vitais utilizam. Não existe um esquema primordial para a célula no sentido em que pensamos em ‘esquemas’. A célula é um esquema de si própria, um caso em que o ‘território’ é o próprio ‘mapa’, por assim dizer”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Outra consideração a respeito da “complexidade irredutível” de Behe é que esta hipótese ignora por completo os efeitos de mecanismos de retroalimentação, ou &lt;i style=""&gt;feedback&lt;/i&gt;. Utilizando um exemplo absurdamente simplificado, uma substância de estrutura simples “A” dá origem à formação de uma substância mais complexa “B”, sendo que esta substância “B” é responsável pela formação de outra substância complexa “C”, que também catalisa a formação de “B”. Se por algum motivo qualquer a substância “A” desaparecer no meio do processo, o sistema resultante não será afetado. “B” catalisa “C” e vice-versa em um sistema de retroalimentação, dando a impressão de um sistema “irredutivelmente complexo” porque tanto “B” quanto “C” são “complexas demais” e “não têm origem aparente”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Por último, a própria idéia de um “sistema” “irredutivelmente complexo” é tautológica e sofismática. Qualquer sistema é irredutível quando você analisa um grau de “organização” maior do que o menor componente do conjunto. Nossos corpos são formados por substâncias diversas, que formam células, que formam tecidos, que formam órgãos, que formam sistemas. Qualquer órgão, tecido ou sistema (biológico ou não) quando analisado será “irredutivelmente complexo” pois estes termos são &lt;i style=""&gt;definições&lt;/i&gt;. Para a própria existência de um “sistema”, mais de um componente é necessário e os componentes devem estar conectados. Essa é exatamente a mesma definição de “complexidade irredutível”, mas em nada implica um “planejador” – a única coisa em que implica é que algum observador externo “agrupou” diversos elementos em uma única definição. Ou seja, “sistemas” nada mais são do que &lt;i style=""&gt;construções mentais&lt;/i&gt;. Eles não existem &lt;i style=""&gt;a priori&lt;/i&gt; na natureza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Diante de tantas incongruências e falhas conceituais, como é viável que o “desenho inteligente” seja considerado uma hipótese científica válida?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Pulando da questão da “complexidade irredutível” para o registro fóssil, vemos que a argumentação dos defensores do criacionismo esbarra no mesmo ponto essencial: a cognoscibilidade do objeto. É comum em debates ouvir a argumentação de que o registro fóssil é “falho” e que isso invalida a teoria da evolução. Uma vez que a teoria da evolução não se baseia &lt;i style=""&gt;apenas&lt;/i&gt; no registro fóssil, mas em muitas outras evidências, a conclusão acima é falsa e não merece extensas considerações. Mas a questão do registro fóssil precisa ser analisada de forma mais cuidadosa, por ser outro argumento tautológico e com fundamentação equivocada. Demonstro a seguir:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A1 &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;=&gt; a2 =&gt; a3 =&gt; a4 =&gt; &lt;b style=""&gt;A5 =&lt;/b&gt;&gt;&lt;b style=""&gt; &lt;/b&gt;a6 =&gt; a7 =&gt; a8 =&gt; &lt;b style=""&gt;A9&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;As letras acima representam uma linhagem monofilética qualquer. A9 seria o representante atual da linhagem, enquanto todos os demais são ancestrais extintos desse animal. Os fósseis conhecidos estão destacados (A1 e A5), os demais são “elos perdidos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;É comum em debates os defensores do criacionismo pedirem fósseis transicionais entre uma espécie e outra. Suponhamos que no exemplo acima me peçam o transicional entre A1 e A9. Mostrarei A5. Em seguida pedem o transicional entre A1 e A5 e entre A5 e A9...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Agora suponhamos que eu encontre o fóssil “a4” e mostre à pessoa como um transicional entre A1 e A5. Ela então me pede o transicional entre a4 e A5 – a4,1; a4,2; a4,3; a4,4 e assim por diante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;A evolução não acontece em saltos, ela é &lt;i style=""&gt;gradual&lt;/i&gt;. Costumam fazer analogias com os trilhos do trem, mas pessoalmente acho esse exemplo muito fraco; prefiro dizer que é como um arco-íris. Você consegue distinguir claramente a cor que está embaixo da cor que está em cima, mas não consegue distinguir com precisão onde acaba uma cor e começa outra. A transição de um tom para o outro é GRADUAL, assim como a transição de uma espécie para outra. As mudanças que ocorrem de um indivíduo para o outro (entre você – leitor – e seu pai, por exemplo) são INFINITESIMAIS. A mudança entre gerações afastadas (entre você e um ancestral seu de 1700) já são bem maiores. A mudança não só é &lt;i style=""&gt;gradual&lt;/i&gt; como é &lt;i style=""&gt;cumulativa&lt;/i&gt;, e é exatamente nesse ponto que a noção “popular” de evolução é falha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;Exatamente como no caso dos “sistemas irredutivelmente complexos”, a classificação dos fósseis e dos seres vivos é meramente uma &lt;i style=""&gt;contrução mental&lt;/i&gt;. A natureza não vem em “caixas” que dizem “Espécie X, Família Y, Reino Z”, isso é apenas &lt;i style=""&gt;LINGUAGEM&lt;/i&gt;. Não passa de uma forma que a mente humana encontrou para organizar o conhecimento e facilitar a comunicação; essas categorias não existem em si mesmas no mundo natural. &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;Nós&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; criamos estas categorias, não um “projetista” externo. Filogeneticamente, os crocodilos são mais próximos das galinhas do que das tartarugas; isso não impede que classifiquemos crocodilos e tartarugas como “répteis” enquanto classificamos as galinhas como “aves”, segundo determinados critérios. O motivo pelo qual isso é feito não é questão deste ensaio, mas se possível irei explorá-lo em uma próxima ocasião.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;Sempre existirão “lacunas” no registro fóssil. Fósseis são de difícil formação e nem todos os organismos fossilizam. Pela própria natureza das mudanças evolutivas e pelo comportamento bioquímico dos sistemas vivos, não é probabilisticamente possível que existam fósseis de cada adaptação que a o mundo natural já produziu. E mesmo que existissem, é bem provável que nossa forma de compreensão, que consiste em "categorizar" tudo, não conseguisse abarcá-las. Continuaríamos criando categorias "artificiais" e escolhendo o que ficaria em cada uma delas. Qualquer categorização, de qualquer natureza (não só na biologia) representa um "salto". Assim, como é possível afirmar que o registro fóssil é “falho” como um todo, uma vez que essa generalização necessariamente incorre em um erro conceitual?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;Outra questão em que os criacionistas insistem bastante é a chamada “macroevolução”. Já ouvi inúmeras vezes a frase: “a microevolução é aceitável, a macroevolução não”. “Microevolução” é o nome dado a eles para variações pequenas de um indivíduo para outro dentro da mesma espécie, “macroevolução” seria o acúmulo de variações que culmina no surgimento de novas espécies, gêneros, famílias e assim por diante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;“Micro” e “macro” evolução são a mesma coisa. O processo pelo qual as variações surgem e se mantém (ou são eliminadas) é o mesmo, bem como o processo pelo qual elas se “acumulam”. Não há nenhum sentido em utilizar dois termos para descrever o mesmo processo ocorrendo em graus diferentes. Ao se “aceitar” a “microevolução”, automaticamente se concede uma aprovação à “macroevolução”, uma vez que ambos consistem na mesma coisa. Novamente, essa distinção parte de uma má-compreensão do real significado da classificação taxonômica: como no caso dos fósseis (citado anteriormente), a pessoa encara o termo “espécie” como uma categoria que existe &lt;i style=""&gt;a priori&lt;/i&gt; na natureza, por si mesma, e não como uma forma &lt;i style=""&gt;humana&lt;/i&gt; de descrever algo, um &lt;i style=""&gt;artifício linguístico&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;Se “microevolução” e “macroevolução” são termos diferentes para descrever o mesmo processo, como é possível que um não valide o outro?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;Passando para o método científico, é comum ouvirmos que “criacionismo não é ciência”. É igualmente comum ouvirmos criacionistas acusando a comunidade científica de dogmatismo e conspiracionismo por conta disso, o que faz com que sejam necessárias explicações acerca desse ponto. De maneira extremamente simplificada, a metodologia científica pode ser resumida da seguinte forma:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Formulação da hipótese;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Execução de experimentos ou coleta de dados a fim de testar a hipótese;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Revisão da hipótese a fim de entrar em concordância com os dados;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Teste da nova hipótese (revisada);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;- Conclusões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;No esquema acima me refiro ao método &lt;i style=""&gt;dedutivo&lt;/i&gt;. Não há razões para alongar este ensaio analisando outros métodos científicos, uma vez que o tema principal não é esse. Adicionalmente, o uso do método indutivo tem caído em desuso, enquanto o método hipotético-dedutivo apresenta poucas diferenças em relação ao dedutivo, estando as mesmas ligadas mais à falseabilidade das conclusões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O criacionismo não pode ser considerado algo científico porque não obedece à metodologia científica. No esquema acima, apenas o primeiro passo (“formulação da hipótese”) seria ultrapassado. Não há experimentos ou dados que corroborem o criacionismo (pelo contrário, a maioria o refuta) e os adeptos dessa corrente se negam veementemente a revisar suas hipóteses de forma que elas entrem em concordância com os dados. É por isso que o criacionismo não pode ser considerado “ciência”, e não devido a alguma conspiração ou dogmatismo por parte do meio científico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Uma vez que não obedece às delimitações do método científico, como pode o criacionismo aspirar ao título de “ciência”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;Por último, gostaria de discutir superficialmente a relação entre criacionismo e religião, bem como entre ciência e laicismo. É frequente os defensores radicais do criacionismo acusarem cientistas de “ateus”, “descrentes” ou coisas do gênero. Nenhuma teoria científica traz qualquer tipo de afirmação metafísica consigo: a gravitação não tem nenhuma implicação metafísica, o eletromagnetismo também não, a evolução muito menos. Teorias científicas são descrições baseadas em fatos e evidências; uma vez que lidam com o &lt;i style=""&gt;palpável&lt;/i&gt;, o &lt;i style=""&gt;mundo físico&lt;/i&gt;, são impossibilitadas de fazer qualquer afirmação a respeito do &lt;i style=""&gt;não-físico&lt;/i&gt;, &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;se&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; este existir. O criacionismo tem implicações metafísicas pois sua origem está intimamente ligada à reforma protestante e ao neo-pentecostalismo; porém, como mostrado anteriormente neste ensaio, o criacionismo não é uma ciência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;O que faz com que radicais religiosos acreditem que fatos científicos anulam a crença em uma divindade é muito simples: muito do que é dito na bíblia e em outros textos sagrados não tem o menor cabimento frente ao conhecimento moderno. “Parar o sol” é fisicamente impossível, curar doentes com cuspe ou com comandos verbais é biologicamente e quimicamente impossível, o surgimento de plantas antes de estrelas ou de homens a partir do barro é biologicamente, geologicamente, fisicamente e quimicamente impossível.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;Frente a isso, chega-se à uma conclusão óbvia: ou o conhecimento atual está errado, ou o "texto sagrado" está. Se for o texto, outra conclusão logo vêm à tona – se UM trecho estiver errado, nada impede que o restante também esteja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;A maioria das religiões contorna isso tornando seus textos "passíveis de interpretação". Não se trata de um relato literal dos fatos, e sim de linguagem simbólica – o verdadeiro sentido não está nas palavras e sim nas entrelinhas. Em outras palavras, a obra não deve ser lida “ao pé da letra”. Existe até mesmo uma bula papal, do papado de João Paulo II, que afirma que o livro do gênesis não deve ser interpretado literalmente. Infelizmente, o Papa Bento XVI retrocedeu na história ao fazer afirmações de cunho contrário em seus discursos e pregações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;A reforma protestante deu um tiro no próprio pé justamente nesse ponto: para os protestantes e neo-pentecostais a bíblia não é passível de interpretação, seu conteúdo é LITERAL. É aí que reside o impasse. No entendimento dos protestantes e demais derivados do protestantismo, se as escrituras forem passíveis de “interpretação”, não há justificativa para o moralismo tão rígido em que eles se baseiam para “atingir a salvação”. Isso guarda uma certa semelhança com o embate entre juspositivismo e jusnaturalismo no direito; porém, prefiro deixar que esse tema seja aprofundado por bacharéis, mestres e doutores em filosofia do direito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;A proporção de ateus na população brasileira é inferior a 10%. No meio científico não é diferente: a esmagadora maioria dos cientistas são teístas e cristãos. Não há qualquer fundamento em afirmar que cientistas são “descrentes”, além de ser &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;ofensivo&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; e &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;u&gt;preconceituoso&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; utilizar os termos “ateu” e “descrente” de forma pejorativa. Ateus não são seres amorais com rabo e chifres que comem criancinhas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;Hipóteses e teorias científicas devem ser neutras, ou seja, não podem priorizar uma determinada visão cultural em detrimento de outra. Uma teoria científica deve servir igualmente a cristãos, ateus, budistas, muçulmanos, agnósticos e quaisquer outros. Rejeitar uma gama de conhecimentos apenas porque eles não se encaixam em uma interpretação extremamente restrita de um texto escrito enquanto a civilização ainda engatinhava é uma forma exagerada de limitação do raciocínio. Na história da humanidade, o conhecimento sempre avançou mais rápido do que os costumes; o que chama a atenção no caso da polêmica em torno da evolução é que os “costumes” já acumularam um atraso de quase dois séculos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;Como pode o criacionismo ter qualquer aspiração científica se está necessariamente ligado à uma visão mitológica do mundo natural? Se suas bases se encontram na “revelação” metafísica, e não em fatos? A ciência lida apenas com o mundo físico, não com o que está &lt;i style=""&gt;além&lt;/i&gt; dele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Saindo do campo da ciência e manifestando uma mera opinião pessoal,&lt;span style="color: black;"&gt; em algum ponto vai ser necessário que a sociedade mude por completo o conceito de "deus". É contraditório imaginar uma divindade não-física que interfere no mundo físico, mesmo que de maneira indireta. Um ente não-físico por si só já é uma idéia contraditória, visto que nós só conseguimos apreender aquilo que se encontra na esfera do sensível. A nossa experiência enquanto civilização demonstra que a manutenção desta visão só alimenta a intolerância; seja ela filosófica, moral, política ou intelectual. Se quisermos uma sociedade melhor teremos de corrigir isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;* O termo usado originalmente é “blueprint”. Seu correlato mais próximo em português é “planta”, como as que são utilizadas em projetos de engenharia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-116830819636932782?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/116830819636932782/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=116830819636932782&amp;isPopup=true' title='12 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/116830819636932782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/116830819636932782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2007/01/palavra-de-especialista.html' title='Palavra de Especialista'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-116722214504559167</id><published>2006-12-27T10:21:00.000-02:00</published><updated>2006-12-27T10:22:25.053-02:00</updated><title type='text'>Pescoço da girafa é salto competitivo</title><content type='html'>Apesar de ser usado com freqüência até em salas de aula, apenas agora um experimento científico conseguiu provar a importância competitiva do pescoço das girafas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo, que será publicado na edição de janeiro da revista "American Naturalist" foi feito por pesquisadores da Universidade de Pretória, África do Sul, e da Universidade de Utah (EUA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas isolaram as árvores que servem como alimento para os pequenos herbívoros. Depois de todo um ciclo de crescimento, as plantas do Parque Nacional Kruger, na África do Sul, foram revisitadas para novas medições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma das folhas que nasceram em locais baixos haviam sido cortadas. Ainda não se sabe exatamente o motivo, mas as girafas desenvolveram um pescoço longo porque, lá nas alturas, elas conseguem ingerir mais folhas por uma determinada área física de floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirado &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u15757.shtml"&gt;daqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-116722214504559167?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/116722214504559167/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=116722214504559167&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/116722214504559167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/116722214504559167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2006/12/pescoo-da-girafa-salto-competitivo.html' title='Pescoço da girafa é salto competitivo'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-116587354428060402</id><published>2006-12-11T19:44:00.000-02:00</published><updated>2006-12-11T19:45:44.293-02:00</updated><title type='text'>Study Detects Recent Instance of Human Evolution</title><content type='html'>A surprisingly recent instance of human evolution has been detected among the peoples of East Africa. It is the ability to digest milk in adulthood, conferred by genetic changes that occurred as recently as 3,000 years ago, a team of geneticists has found.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The finding is a striking example of a cultural practice — the raising of dairy cattle — feeding back into the human genome. It also seems to be one of the first instances of convergent human evolution to be documented at the genetic level. Convergent evolution refers to two or more populations acquiring the same trait independently.&lt;p&gt;Throughout most of human history, the ability to digest lactose, the principal sugar of milk, has been switched off after weaning because there is no further need for the lactase enzyme that breaks the sugar apart. But when cattle were first domesticated 9,000 years ago and people later started to consume their milk as well as their meat, natural selection would have favored anyone with a mutation that kept the lactase gene switched on.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Such a mutation is known to have arisen among an early cattle-raising people, the Funnel Beaker culture, which flourished some 5,000 to 6,000 years ago in north-central Europe. People with a persistently active lactase gene have no problem digesting milk and are said to be lactose tolerant.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Almost all Dutch people and 99 percent of Swedes are lactose-tolerant, but the mutation becomes progressively less common in Europeans who live at increasing distance from the ancient Funnel Beaker region. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Geneticists wondered if the lactose tolerance mutation in Europeans, first identified in 2002, had arisen among pastoral peoples elsewhere. But it seemed to be largely absent from Africa, even though pastoral peoples there generally have some degree of tolerance.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A research team led by Sarah Tishkoff of the &lt;a href="http://topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/organizations/u/university_of_maryland/index.html?inline=nyt-org" title="More articles about University of Maryland"&gt;University of Maryland&lt;/a&gt; has now resolved much of the puzzle. After testing for lactose tolerance and genetic makeup among 43 ethnic groups of East Africa, she and her colleagues have found three new mutations, all independent of each other and of the European mutation, which keep the lactase gene permanently switched on.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;The principal mutation, found among Nilo-Saharan-speaking ethnic groups of Kenya and Tanzania, arose 2,700 to 6,800 years ago, according to genetic estimates, Dr. Tishkoff’s group is to report in the journal Nature Genetics on Monday. This fits well with archaeological evidence suggesting that pastoral peoples from the north reached northern Kenya about 4,500 years ago and southern Kenya and Tanzania 3,300 years ago.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Two other mutations were found, among the Beja people of northeastern Sudan and tribes of the same language family, Afro-Asiatic, in northern Kenya.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Genetic evidence shows that the mutations conferred an enormous selective advantage on their owners, enabling them to leave almost 10 times as many descendants as people without them. The mutations have created “one of the strongest genetic signatures of natural selection yet reported in humans,” the researchers write. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;The survival advantage was so powerful perhaps because those with the mutations not only gained extra energy from lactose but also, in drought conditions, would have benefited from the water in milk. People who were lactose-intolerant could have risked losing water from diarrhea, Dr. Tishkoff said.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diane Gifford-Gonzalez, an archaeologist at the &lt;a href="http://topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/organizations/u/university_of_california/index.html?inline=nyt-org" title="More articles about the University of California."&gt;University of California&lt;/a&gt;, Santa Cruz, said the new findings were “very exciting” because they “showed the speed with which a genetic mutation can be favored under conditions of strong natural selection, demonstrating the possible rate of evolutionary change in humans.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;The genetic data fitted in well, she said, with archaeological and linguistic evidence about the spread of pastoralism in Africa. The first clear evidence of cattle in Africa is from a site 8,000 years old in northwestern Sudan. Cattle there were domesticated independently from two other domestications, in the Near East and the Indus valley of India.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Both Nilo-Saharan speakers in Sudan and their Cushitic-speaking neighbors in the Red Sea hills probably domesticated cattle at the same time, since each has an independent vocabulary for cattle items, said Dr. Christopher Ehret, an expert on African languages and history at the University of California, Los Angeles. Descendants of each group moved southward and would have met again in Kenya, Dr. Ehret said. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dr. Tishkoff detected lactose tolerance among both Cushitic speakers and Nilo-Saharan groups in Kenya. Cushitic is a branch of Afro-Asiatic, the language family that includes Arabic, Hebrew and ancient Egyptian.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dr. Jonathan Pritchard, a statistical geneticist at the &lt;a href="http://topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/organizations/u/university_of_chicago/index.html?inline=nyt-org" title="More articles about University of Chicago"&gt;University of Chicago&lt;/a&gt; and the co-author of the new article, said that there were many signals of natural selection in the human genome, but that it was usually hard to know what was being selected for. In this case Dr. Tishkoff had clearly defined the driving force, he said.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;The mutations Dr. Tishkoff detected are not in the lactase gene itself but a nearby region of the DNA that controls the activation of the gene. The finding that different ethnic groups in East Africa have different mutations is one instance of their varied evolutionary history and their exposure to many different selective pressures, Dr. Tishkoff said. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“There is a lot of genetic variation between groups in Africa, reflecting the different environments in which they live, from deserts to tropics, and their exposure to very different selective forces,” she said.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;People in different regions of the world have evolved independently since dispersing from the ancestral human population in northeast Africa 50,000 years ago, a process that has led to the emergence of different races. But much of this differentiation at the level of DNA may have led to the same physical result. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;As Dr. Tishkoff has found in the case of lactose tolerance, evolution may use the different mutations available to it in each population to reach the same goal when each is subjected to the same selective pressure. “I think it’s reasonable to assume this will be a more general paradigm,” Dr. Pritchard said.&lt;/p&gt;Tirado &lt;a href="http://www.nytimes.com/2006/12/10/science/10cnd-evolve.html?ex=1323406800&amp;en=6576a01a1bb4ce31&amp;amp;ei=5090&amp;partner=rssuserland&amp;amp;emc=rss"&gt;daqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-116587354428060402?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/116587354428060402/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=116587354428060402&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/116587354428060402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/116587354428060402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2006/12/study-detects-recent-instance-of-human.html' title='Study Detects Recent Instance of Human Evolution'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-116533976138551674</id><published>2006-12-05T15:19:00.000-02:00</published><updated>2006-12-05T23:18:39.676-02:00</updated><title type='text'>In Vino Veritas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1483/4167/1600/917171/bombforpeace.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1483/4167/320/848997/bombforpeace.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;O texto a seguir nada tem a ver com evolução. Ele é um texto da minha amiga Bárbara, dona do Blog "In Vino Veritas", que está aí ao lado, nos blogs relacionados. Particularmente, eu gosto muito do blog, por ter textos atuais, bem escritos e cheios de conteúdo. Esse, em especial, escolhi para postar aqui por eu ter uma opinião muito parecida e o texto ser um dos melhores que já li sobre o assunto, que é justamente OPINIÃO. Divirtam-se e visitem o Blog "in Vino Veritas".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Blog:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bushkablog.blogspot.com/"&gt;www.bushkablog.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;.................................................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 class="post-title"&gt;      Politicamente correto é o c@%@$$*!&lt;/h3&gt;Deve-se dar um crédito aos extremistas. Estes não costumam ser incoerentes. A verdade é que quão mais politicamente correta uma pessoa é maior a probabilidade desta cair em contradição e incoerência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um debate a resposta mais inteligente não necessariamente é a mais correta sob o ponto de vista ético. Um característica importante da resposta inteligente seria sua coerência, não só em relação a todos os pontos abordados na resposta em si, mas também em relação a todas as respostas anteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, vejamos o caso do tema aborto. Evidente há os que defendem sua legalização, e há os que são contra. É interessante observar os do meio. Há os que na ânsia de parecer politicamente correto adotam uma postura que defende a legalização em apenas alguns casos, como por exemplo, na gravidez fruto de estupro. Ora, qual o argumento que explica por que um bebê gerado com amor é melhor do que um fruto de violência? Encontrou-se a incoerência do discurso Pró-vida. Apenas mais um, dentre muitos. Se fomos analisar sob o ponto de vista lógico, a tão mal afamada Igreja Católica, acusada de retrógrada e extremista em relação ao sexo, se mostra coerente em todos seus princípios. Ela proibe qualquer tipo de aborto e ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro exemplo da mesma Igreja Católica é sua posição frente ao assunto anticoncepcionais. Uma vez que seus preceitos defendem o sexo apenas dentro de um casamento, e o sexo essencialmente para procriação, não haveria sentido se a Igreja se posicionasse a favor do preservativo. Não interessa se a posição da Igreja favorece a expansão da epidemia de AIDS na Africa subsaariana, ela foi coerente em seu discurso, seus dogmas e preceitos, simplesmente não violou a coerência de seus discurso deixando milhões de fiéis felizes e satisfeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou exemplo é o discurso do branco racista extremista. Imagine um americano sulista republicano padrão. Ele não gosta de negros e ponto. Agora imagine um brasileiro médio. Ele talvez diga que não tem nada contra negros, que acha linda a bunda das mulatas, que tem muito negro bom jogador de futebol, que a música negra é fantástica, mas ai da filha desse brasileiro se aparecer com um netinho crioulinho na casa dos pais. Tenta-se ser politicamente correto, mas o meio termo em determinadas questões não existe, pura e simplesmente. Ou se é a favor da pena de morte, ou não. Não há a solução de deixar o criminoso em um estado suspenso parecido com o coma. Não se pode ser contra a homosexualidade e não ter nada contra os gays. Isso não existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todo discurso coerente é ético, mas o discurso verdadeiramente ético preenche-se de coerência e estrutura lógica. Não creio que o americano padrão seja "melhor" que o brasileiro médio. Também não creio que a posição da Igreja Católica seja a mais ética. É curiosa também certas posições que dizem ter anseios pela paz e pelo bem conseguido atravé de armas e truculência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior problema de quem recolve aderir a moda do politicamente correto não é apenas sua falta de coerência, mas sua visão embaçada e distorcida do que seja ser ético. A atitude ética está longe de alguém que diz " ele é afro-descendente MAS é legal", e muito mais de "eu sou contra o aborto, sou pró vida, mas bandido tem que levar cacetada da polícia para aprender a ter vergonha na cara". Ética não é conceito fast-food, e coerência não gosta de muros, especialmente do lugarzinho em cima deles...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-116533976138551674?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/116533976138551674/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=116533976138551674&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/116533976138551674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/116533976138551674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2006/12/in-vino-veritas.html' title='In Vino Veritas'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-116517450519869309</id><published>2006-12-03T17:28:00.000-02:00</published><updated>2006-12-03T17:35:05.236-02:00</updated><title type='text'>Os Métodos Científicos</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Olá pessoal!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Desculpem a ausência por alguns dias, mas tive minhas provas finais, viajei e tive que comparecer a um casamento. As postagens estão normalizadas novamente. Então, aí vai um breve esquema, muito bom, por sinal, de como se constrói o conhecimento científico, através dos métodos científicos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;O criador de tal esquema, o Rubens Antonio, autorizou sua publicação:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Prefil do Rubens do orkut:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=6689950186546485626"&gt;http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=6689950186546485626&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;......................................................................................................&lt;br /&gt;Em Ciência, temos três caminhos principais básicos a serem trilhados, que são os Métodos aceitos como Científicos. São o Indutivo, o Dedutivo e o Hipotético-Dedutivo. Seja como for, o ápice desses caminhos é a chamada Teoria Científica. Assim, enquanto um leigo acha que Teoria é algo fraco, no Conhecimento Científico a Teoria é o ponto máximo.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Basicamente, todos eles partem de uma primeira questão subjetiva. Um esquema, para a localização da posição terminal da Teoria Pode ser este aqui:&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;01... Surpresa - Perplexidade&lt;br /&gt;02... Curiosidade&lt;br /&gt;03... Questionamento&lt;br /&gt;04... Referências anteriores&lt;br /&gt;05... Análise&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;CAMINHO 1 - INDUÇÃO&lt;br /&gt;06... Hipótese&lt;br /&gt;07... Experiência&lt;br /&gt;08... Fatos&lt;br /&gt;09... Dados&lt;br /&gt;10... Qualificação&lt;br /&gt;11... Quantificação&lt;br /&gt;12... Contemplação&lt;br /&gt;13... Informações&lt;br /&gt;14... Síntese&lt;br /&gt;15... Percepção de Leis&lt;br /&gt;16... Teses&lt;br /&gt;17... Testes&lt;br /&gt;18... Integração das Leis à Estrutura e Sistema do Conhecimento Científico&lt;br /&gt;19... Teoria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAMINHO 2 - DEDUÇÃO&lt;br /&gt;06... Percepção de Leis&lt;br /&gt;07... Hipótese&lt;br /&gt;08... Experiência&lt;br /&gt;09... Fatos&lt;br /&gt;10... Dados&lt;br /&gt;11... Qualificação&lt;br /&gt;13... Quantificação&lt;br /&gt;13... Contemplação&lt;br /&gt;14... Informações&lt;br /&gt;15... Síntese&lt;br /&gt;16... Teses&lt;br /&gt;17... Testes&lt;br /&gt;18... Integração das Leis à Estrutura e Sistema do Conhecimento Científico&lt;br /&gt;19... Teoria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CAMINHO 3, da HIPOTÉTICO-DEDUÇÃO segue basicamente os mesmos passos da DEDUÇÃO. As diferenças principais é que se deve, juntamente com a Teoria, elevar os critérios de sua corroboração, além de ser amarrada a sua falseabilidade, isto é, aqueles eventos que, se ocorrerem, entrarão em contradição com essa Teoria e a derrubarão. Através desse caminho, a questão da Verdade sucumbe, passando nós a dispor de Teorias que são funcionais mas que, em certo instante, se esgotarão.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;Assim, não há O Método Científico, mas há os Métodos Científicos. Há cientistas que preferem um ou outro dos Métodos. Dificilmente um cientista que trabalha com um método se sente confortável trabalhando com o outro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-116517450519869309?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/116517450519869309/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=116517450519869309&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/116517450519869309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/116517450519869309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2006/12/os-mtodos-cientficos.html' title='Os Métodos Científicos'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-116464276462010753</id><published>2006-11-27T13:46:00.000-02:00</published><updated>2006-11-27T13:52:44.680-02:00</updated><title type='text'>Palavra de Especialista</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial; color: black;"&gt;“REFLEXÃO SOBRE O DOGMATISMO CIENTÍFICO NO ORKUT”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial; color: black;"&gt;Margarita Rodrigues&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial; color: black;"&gt;MS, doutoranda em Sociologia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial; color: black;"&gt;27/11/2006&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial; color: black;"&gt;O texto anterior (“Demonização de Darwin”) é resultado de um pedido de um amigo, através de e-mail, para escrever uma resposta para um tópico aberto em uma comunidade do Orkut, na qual havia participado - a Criacionismo. Na verdade, relutei em escrever, já que havia decidido me afastar de discussões que envolvam o tema. Participando em outras comunidades, percebi que discutir ciência com fundamentalistas religiosos não só é perda de tempo, porque representa mexer com crenças profundamente enraizadas ao longo de suas vidas, como também porque acredito que, se na sala de aula e estudando sobre o assunto essas pessoas não mudaram a sua visão de mundo, não será o Reality Show da virtualidade orkutiana que os farão mudar. A teoria popperiana do Balde explica bem esse fenômeno! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial; color: black;"&gt;Usar a tecnologia da comunicação da internet ou virtualidade como informação, mas utilizando a mesma metodologia de “ensino bancário”, continuará privilegiando a educação para a formação dos “Filisteus da Cultura” de que Paulo Freire e Nietzsche falam. Percebi também haver entre aqueles que fomentam as discussões, estudantes que se aproveitam das respostas embasadas cientificamente em seus trabalhos escolares. Como disse sabiamente&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Nietzsche: “o papel do professor não é empanzinar os espíritos, mas criar uma fome”. Além do que, se formos analisar o que se passa nessas comunidades, se verá&lt;span style="display: none;"&gt;formos analisar direito Comunidade Criacionismo x Ecomunidades veremos que beira&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;para um t&lt;/span&gt; que o dogmatismo já chegou também à ala científica, como por exemplo, quando da defesa extremada, a argumentação cientifica nos últimos tempos sempre vem carregada de ironia, prepotência ou arrogância (muitas vezes acompanhada de pornografia). Ou quando passam a desqualificar as ciências preparadigmáticas na defesa “cega” ao empiricismo, esquecendo as palavras de Khun&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; color: black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial; color: black;"&gt;sobre os “saltos” ou “revoluções científicas”. Negar que estamos em meio a um processo revolucionário é não enxergar a evolução do conhecimento científico nas mais diversas áreas do conhecimento. Desde o início do século XX novas descobertas dos fenômenos subatômicos, da física quântica, vêm dando novos contornos às estruturas da natureza dos fenômenos até então estudados e abalando a base do paradigma científico newtoniano/cartesiano, que dominou a ciência moderna ao longo destes três últimos séculos. Edgard Morin nos ensina que nem mesmo a união de todas as ciências seria capaz de explicar os fenômenos da complexidade. Já o olhar de Ilya Prigogine nos trouxe a “novidade a respeito da organização e criatividade na natureza, do pensamento humano enquanto função cognitiva e conceitos sobre o Tempo”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: black;"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial; color: black;"&gt;Não estariam, sob a mascara da “erudição”, os cientistas escondendo ou defendendo uma “teologia camuflada”? O quê dizer então sobre a sugestão dada de um livro de Schopenhauer como “manual de refutação de falácia” e que foi levado para outra comunidade, a Céticos S/A, como o seguinte título no tópico “Da leviandade de alguns membros”?&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial; color: black;"&gt;Como foi discutido nas Comunidades Linha Evolucionista, TMF/Tenho Medo de Fanatismo e Evolucionismo x Criacionismo, no tópico Evo x Evo, o nível das discussões já entrou para alguns professores/pesquisadores no terreno da ética.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial; color: black;"&gt;Dado o nível tomado nas discussões, são poucos os criacionistas que ainda permanecem, ou que discutem nessas comunidades porque o dogmatismo científico está conseguindo esvaziá-las, porém isso não indica que estão ganhando o debate. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial; color: black;"&gt;Finalizando lembro aos cientistas/professores e àqueles que usam sua real identidade, que o mundo virtual do Orkut é apenas mais uma “jaula de ferro” que a burocracia, no sentido weberiano se apropriou, ou um simulacro do “panóptico de Bentham” de que fala &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial;"&gt;Foucault&lt;span style="color: black;"&gt;. Mesmo moderada, as comunidades são “vigiadas” e “observadas” e um pequeno deslize pode comprometer a vida profissional de alguém mais exaltado como diversas reportagens sobre esse tema já informaram. A linguagem utilizada no Orkut é um terreno fértil para aqueles que se dedicam à Análise do Discurso!&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial; color: black;"&gt;Os profissionais da educação e da ciência não podem se dar ao “luxo” de repetir a frase que um estudante militante “evo” me deu ao ser alertado sobre essa possibilidade de estar sendo “vigiado”: “Felizmente não preciso trabalhar ainda, mas, quando precisar deleto esse perfil e abro outro”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial; color: black;"&gt;Para aqueles que poderão vir a ver essa crítica como negativa, afirmo que não foi essa minha intenção. Muito pelo contrário, tenho aprendido muito nas leituras que faço do que é postado com seriedade. Minha intenção foi tentar provocar aquilo que costumo fazer com meus alunos: “uma tempestade de idéias”. Às vezes, estamos tão empolgados com um tema no Orkut, que esquecemos que a vigilância eletrônica faz parte do dia-a-dia de nossas vidas e que a privacidade da vida está cada vez mais limitada. E, se mesmo assim, não for compreendida me desculpem, parafraseando Voltaire, mas vou defender o seu direito de criticar mesmo que não compartilhe de suas idéias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-116464276462010753?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/116464276462010753/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=116464276462010753&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/116464276462010753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/116464276462010753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2006/11/palavra-de-especialista_27.html' title='Palavra de Especialista'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-116445338120667519</id><published>2006-11-25T09:12:00.000-02:00</published><updated>2006-11-25T09:33:30.070-02:00</updated><title type='text'>Palavra de Especialista</title><content type='html'>&lt;p style="color: rgb(0, 102, 0); font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Olá Pessoal! Aí está o texto de Francisco Quiumento na coluna de hoje do Palavra de especialista. Aproveitem!&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;.............................................................................................................&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;Vida e Termodinâmica&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt; 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UM FLUXO DE 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style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;  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texto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Vamos primeiro considerar que não sabemos a origem dos seres vivos, nem suas modificações possíveis no tempo, nem mesmo suas mais complexas relações, nem mesmo seus mais sofisticados mecanismos internos e muito menos alguns sistemas ecológicos que dependem mais de determinadas fontes de energia, que como veremos, no quadro mais amplo, &lt;span class="GramE"&gt;nenhuma diferença fazem&lt;/span&gt; no contexto do que seja vida dentro do panorama que apresentaremos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Perdoem quando alguns dos conceitos e observações apresentadas parecerem extremamente até infantis. Fiquem tranqüilos os mais sedentos por informações, pois ao avançar de nosso pueril texto, veremos que as coisas poderão ser bastante mais sofisticadas que inicialmente se apresentam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Primeiramente, vamos considerar a principal fonte de energia da Terra, pois consideraremos que só existe vida que podemos analisar neste planeta, já que neste ensaio, estamos mais interessados num pé de alface e numa vaca que nas possíveis formas de vida pelo universo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Observemos que o Sol dista cento e cinqüenta milhões de quilômetros médios da Terra, e mesmo &lt;span class="GramE"&gt;à&lt;/span&gt; esta distância, sobre a superfície de uma esfera de menos de sete mil quilômetros de diâmetro, recebemos a quantidade de energia deste astro que um período curto de exposição a tal poder eleva nossa temperatura até o nível do insuportável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Definidos estes pontos simples e elementares ao mais desatento observador dos fenômenos da natureza, consideremos uma primeira hipótese, que desencadeará todo o conjunto de evidências que pretendo tornem a definição do que temos de ter como o que seja vida pela Termodinâmica da forma mais clara e simples possível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Imaginemos que não houvesse vida alguma sobre a Terra, ainda sim a quantidade de energia do Sol seria intensa o suficiente para elevar a temperatura dos materiais, que por hora chamaremos de inorgânico, tal como evidenciamos em qualquer basalto em qualquer calçada e o calor deste se perderia para o ambiente à noite, como qualquer pessoa percebe no esfriamento de qualquer xícara de café.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Deste conceito observável no diário, de que os corpos quentes sempre perdem calor para o ambiente, nasce conceituação muito mais sofisticada na Física, e das questões mais gerais e profundas da natureza, a tal ponto que muitas das &lt;span class="SpellE"&gt;consequências&lt;/span&gt; do estudo de tal questão resultam até em questões sofisticadas como a Cosmologia, mais abrangente das Ciências, e conceituações sobre questões outrora ligadas mais a Filosofia do que as Ciências, tais como o que seja o tempo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Estamos falando da Entropia, tão cara a “alguns de nossos amigos”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Esperemos um pouco por hora e abordemos outro ponto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Como qualquer criança aprende muito cedo, não podemos realizar esforços ilimitadamente, pois cansamos, fogueiras esgotam seu combustível, os carros tem de ser reabastecidos, etc.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Tudo simplesmente porque a quantidade de energia de qualquer sistema, ao que tudo indica, é limitada. Seja nosso Sol, sejam os combustíveis, seja o alimento que ingerimos, tudo tem uma quantidade máxima de energia para fornecer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Esta característica universal da energia ser conservativa e limitada sobre todos os ângulos possíveis de análise, definimos como Princípio Universal da Conservação da Energia, sendo uma das afirmações mais confiáveis em Ciências por &lt;span class="GramE"&gt;nós conhecida&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;De tal princípio derivam os conceitos, já conhecidos anteriormente, da Lei da Conservação da Energia da Mecânica Newtoniana, que diz: O somatório das Energias de um Sistema é constante. Assim como também o Princípio da Conservação das Massas de Lavoisier (&lt;span class="GramE"&gt;“Nada se cria...), que conjuntamente com a Teoria Geral da Relatividade, resulta: num sistema isolado a energia relativística (massa-energia) total é conservada, quando medida em qualquer sistema inercial dado.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Em Termodinâmica tal princípio é tratado especificamente como Primeira Lei da Termodinâmica resulta e é tratado quantitativamente por:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Var &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;E = &lt;font&gt;Var &lt;/span&gt;H +&lt;font&gt; &lt;/span&gt;W&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Variação da Energia Interna é Igual &lt;span class="GramE"&gt;A&lt;/span&gt; Variação da Quantidade de Calor mais Trabalho Realizado (sobre o Sistema)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Chegando na Primeira Lei da Termodinâmica, voltemos à que é chamada de Segunda:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;“É impossível qualquer processo que envolva nada mais do que a transferência de calor de um corpo frio para outro quente&lt;span class="GramE"&gt;.” &lt;/span&gt;(Enunciado de Clausius).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="GramE"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Ou: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;“Não é possível qualquer processo no qual ocorra apenas a conversão de energia térmica de um único reservatório em trabalho macroscópico&lt;span class="GramE"&gt;.” &lt;/span&gt;(Enunciado de &lt;span class="SpellE"&gt;Kelvin-Planck&lt;/span&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Ou simplesmente: “Calor sempre passa de um corpo mais quente para outro mais frio&lt;span class="GramE"&gt;.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Mais uma vez, estabelecida a passagem de uma abordagem leiga para um tratamento mais formal da questão, &lt;span class="GramE"&gt;guardemos&lt;/span&gt; na memória o apresentado por hora e voltemos a nós, reles seres vivos sob o Sol.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Emitida a radiação pelo Sol, esta gera calor sobre a Terra, mas não somente isso, pois a radiação se manifesta em diversas &lt;span class="SpellE"&gt;frequências&lt;/span&gt; e como &lt;span class="GramE"&gt;pode-se&lt;/span&gt; ver na mais simples chapa fotográfica ou colorido dos pigmentos de qualquer tinta, causam alterações químicas, sempre na direção dos compostos mais estáveis sob esta radiação (como um próprio limitar para o revelar de uma chapa fotográfica como o descolorir de um pigmento o demonstra). Logo, havendo o conjunto de substâncias adequado, tendo calor ou tendo radiação, haverá a ocorrência de reações químicas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Consideremos mais uma vez um mundo sem seres vivos de espécie alguma. Consideremos que embora pequeno, nosso &lt;span class="SpellE"&gt;planetinha&lt;/span&gt; insignificante possui quantidades gigantescas de materiais e astronômico número de moléculas. Mesmo que combinações mais exóticas e complexas sejam raras e dependam do acaso, lembremo-nos que o Sol permanentemente provê energia, sem contar os &lt;span class="SpellE"&gt;meteorologismos&lt;/span&gt; (raios) e os vulcanismos, sendo que os primeiros são conseqüência da energia do sol. Deste modo, acaso ao acaso as moléculas se combinam, se decompõe, se recombinam e esporadicamente, formam moléculas que não se decompõe tão facilmente e estas continuam ao acaso se recombinando.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Agora, numa desonestidade intelectual clara, mas nem por isso &lt;span class="SpellE"&gt;desembasada&lt;/span&gt;&lt;span class="GramE"&gt;, darei&lt;/span&gt; um salto e teremos de supor que uma destas moléculas, em meio à inúmeras outras moléculas e até associada com estas, consiga, neste recebimento permanente e abundante de energia, não mais se decompor ou aumentar se tamanho em estruturas mais complexas, mas sim SE REPRODUZIR. Está formada a primeira molécula &lt;span class="SpellE"&gt;auto-replicante&lt;/span&gt;, e esta, configurada numa associação de outras moléculas, formará um conjunto, que por mais simples e instável que seja, é uma primeira célula e como óbvio, um primeiro organismo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Havendo a abundância de componentes (mas &lt;span class="GramE"&gt;lembremo-nos que o suprimento de energia é um fluxo relativamente constante&lt;/span&gt;, mas a quantidade de moléculas adequadas, NÃO), este organismo se reproduzirá até agregar em sua população toda a matéria aproveitável disponível e aí chegará a um equilíbrio entre reprodução, absorção e decomposição, sempre propiciada pelo fluxo de energia do Sol (e outros).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Como é da natureza de todos os compostos químicos a instabilidade, mesmo nos períodos de tempo mais longos, ainda mais com ação constante de energia, é de se aceitar a obviedade que a reprodução não se dará com exatidão permanente, ainda mais com populações de escala geológica e ainda mais que determinadas fontes de radiação de alta energia não são oriundas somente do Sol e sim dos bilhões de bilhões de suas estrelas irmãs, como &lt;span class="GramE"&gt;observa-se&lt;/span&gt; de maneira CABAL ao se olhar para nossa noite (desculpem-me, mas sou viciado em meu próprio estilo!).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Podemos no momento desprezar o conceito um tanto mais complexo de que elementos e substâncias da geologia, e&lt;span class="GramE"&gt; portanto&lt;/span&gt; do ambiente, também colaboram para a ocorrência de erros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Definidos que os erros são inexoráveis, devido ao próprio contexto geral da matéria na Terra e ao próprio Universo, consideraremos que inúmeros destes erros apenas causarão, e agora já podemos usar o termo morte, decomposição dos conjuntos de moléculas que formam tais seres simplíssimos, MAS NÃO SEMPRE. Ocasionalmente, e temos de entender que a escala é global, alguns dos erros propiciam alguma vantagem em relação ao meio, tal como uma mais rápida cadeia de reações, uma melhor reprodução, uma mais fácil absorção das moléculas nutrientes, um melhor aproveitamento de energia do Sol e outras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Chegamos, por passos curtos e seguros, aos princípios básicos e iniciais do processo evolutivo. Agora, de erro em erro, inexoravelmente, passaremos por “erros favoráveis” que nos levarão, SOB A LUZ DO SOL, de simples células a conjuntos complexos de células trabalhando em conjunto, inclusive passando por células que não apenas aproveitam reações geológicas e decomposições de células alheias e suas moléculas, mas por meio de moléculas simples em meio a moléculas adequadas, frutos também, de erros favoráveis, tomam moléculas do ambiente e produzem suas próprias moléculas úteis e independem agora de moléculas de células alheias. Temos os primeiros organismos fotossintetizantes, e destes, teremos todas as plantas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Notemos que as plantas foram beneficiadas pelo acaso e pela abundância de recursos e energia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Mas havendo produção de algo, podemos ter que outra coisa sobre como resíduo, e a fotossíntese tem como preço a produção de corrosivo e reativo gás como subproduto, o oxigênio. Mas não tardaria o permanente fluxo de energia e erros a produzir um organismo que aproveitaria tal reagente e realizaria violentas reações produzindo calor, mais uma vez um fluxo de energia, decompondo de maneira inteiramente nova as mais diversas substâncias. Não tardaria também a ocorrência de erros que levaria ao surgimento de organismos que decomporiam as substâncias produzidas pelas plantas e pelos outros organismos. Temos então uma primeira geração de herbívoros e de predadores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Perdoem-me, mas após tal exercício de desonestidade, de forçar argumentos evolucionistas, cheguei onde queria, que é a vaca que invade a horta do vizinho e come seus deliciosos pés de alface, e ao primeiro churrasco de confraternização, é carneada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Notemos que o sol propiciou a energia, que produziu moléculas na alface, que virou carne na vaca, que por sua vez virou carne nos &lt;span class="SpellE"&gt;banqueteiros&lt;/span&gt;. Os átomos que formavam o pé de alface estavam no sistema solar e na Terra há milhões de anos, assim como as da vaca, igualmente os dos &lt;span class="SpellE"&gt;banqueteiros&lt;/span&gt;. Desprezemos o papel dos organismos &lt;span class="SpellE"&gt;decompositores&lt;/span&gt; e outros, pois assuntos desagradáveis deste tipo são do gosto dos Biólogos e acredito que não de todos nós. Já nos basta &lt;span class="GramE"&gt;as&lt;/span&gt; limpas alfaces, as simpáticas vacas (para infelicidade da alface) e os felizes &lt;span class="SpellE"&gt;banqueteiros&lt;/span&gt; (para infelicidade da vaca). O que passou de um para outro, independente da quantidade de átomos que sempre esteve aí, praticamente?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;A quantidade de energia cedida pelo Sol, milhões de anos atrás e que formou as mais elementares moléculas orgânicas, depois as bioquímicas, destas os primeiros organismos, e o processo evolutivo posterior. Todos os seres vivos estão em permanente troca de moléculas (logo de átomos) com o meio ambiente, incluindo outros seres vivos, mas mais do que tudo, de ENERGIA, mesmo quando ela se “oculta” nas mais duradouras estruturas químicas. Agora, voltemos à formal e chata Termodinâmica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Pelo Princípio da Conservação da Energia já sabemos, &lt;span class="GramE"&gt;aliás&lt;/span&gt; o que pouco interessa no momento, que nosso sistema solar tem um total de energia total constante, que está sendo disperso pelo Universo e exatamente pela Entropia, permanentemente se perdendo e não podendo retornar ao nosso sistema.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Todos os seres vivos, em menor ou maior grau, produzem calor em suas reações, que se perde para o ambiente, e mesmo que até muitas de suas reações absorvam calor do ambiente, mais cedo ou mais tarde decomposições e outras reações perderão esta energia para o ambiente. Aqui entra o fluxo constante de energia do Sol. Estamos perdendo energia para o ambiente, e o ambiente (que nos inclui) para o frio espaço infinito, mas o Sol continua a nos prover. Portanto, continuamos sendo &lt;span class="GramE"&gt;uma fluxo&lt;/span&gt; de energia do Sol para a Terra, nos seres vivos, dos seres vivos entre si e deste para o Universo. Somos&lt;span class="GramE"&gt; portanto&lt;/span&gt;, um MOMENTO de organização instável, que se auto-multiplica, entre a CHEGADA DA ENERGIA à Terra e a sua perda para o espaço. Estamos, pois, num “sistema de equilíbrio dinâmico”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;Temos de considerar também, que havendo o fornecimento de energia, podemos ter sistemas de organismos vivos em vulcanismos e no calor geotérmico de variados tipos, tal como hoje evidenciamos em sistemas ecológicos submarinos. Podemos considerar que &lt;span class="GramE"&gt;os vírus não tem&lt;/span&gt; metabolismo, mas têm mecanismos de reação que propiciam sua multiplicação que na verdade são modificações das reproduções celulares, mas percebamos, independentemente destes quadros específicos, que de forma algumas deixamos de evidenciar que a energia propicia reações químicas entre moléculas adequadas, que são aproveitadas em outras reações químicas, num ciclo permanente e evolutivo, pois se modifica no tempo, procura manter sua organização relativa, mesmo com erros, que alguns modificações favoráveis propiciam, mas sem deixar de ser nunca o que como seres vivos todos somos: um fluxo de energia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;font&gt;&lt;o:p&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt; 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- A variação genética entre os seres humanos é bem maior do que se imaginava, segundo um estudo divulgado nesta quinta-feira (23/11). Pelo menos 10% dos genes do homem podem diferir em relação ao número de cópias de seqüências de DNA que contêm. A descoberta altera o consenso de que o DNA de todos os seres humanos seria 99,9% semelhante em conteúdo e identidade. &lt;p&gt;A equipe de pesquisadores comparou o DNA de 270 pessoas com ascendências asiática, africana e européia e mapeou o número de genes duplicados ou apagados – a variação de número de cópias (VNC). Os resultados estão publicados na revista &lt;i&gt;Nature&lt;/i&gt;.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Utilizando técnicas de &lt;i&gt;microarray&lt;/i&gt;, os pesquisadores verificaram que mais de 10% do total do genoma humano tem variações no número de cópias de segmentos específicos do DNA. As diferenças, segundo eles, podem influenciar a atividade genética e, em última instância, funções do organismo. Os cientistas esperam que o estudo revele novas rotas para a detecção de genes envolvidos em doenças. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados do DNA de 270 indivíduos haviam sido compilados pelo projeto HapMap, que mapeou variações entre nucleotídeos (a unidade básica do código genético) para compará-las à seqüência de referência do DNA humano. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O atual estudo buscou diferenças entre regiões maiores do genoma e descobriu que havia mudanças não apenas de algumas “letras” do código genético, mas de “sentenças” inteiras. O novo mapa pode mudar os procedimentos científicos para a busca de genes envolvidos em doenças, já que os mapas produzidos pelo HapMap não eram capazes de detectar as VNCs. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Segundo os pesquisadores, as numerosas mudanças encontradas foram também bastante profundas. Faltavam, por exemplo, segmentos de DNA de cerca de um milhão de nucleotídeos de extensão. “Pensávamos que variações grandes como essa estavam ligadas à presença de doenças, mas estamos mostrando que todos podemos ter tais variações”, disse um dos coordenadores do estudo, Stephen Scherer, do Instituto Médico Howard Hughes, nos Estados Unidos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O cientista lembrou que pesquisas anteriores haviam comparado duas seqüências do genoma humano, mas encontraram tantas diferenças que preferiram atribuí-las a um erro. “Eles não acreditaram que as alterações encontradas pudessem ser variações entre as fontes de DNA analisadas”, disse. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O artigo &lt;i&gt;Global variation in copy number in the human genome&lt;/i&gt; pode ser lido por assinantes da &lt;i&gt;Nature&lt;/i&gt; em &lt;a href="http://www.nature.com"&gt;&lt;b&gt;&lt;a target="_blank"&gt;www.nature.com&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37149703-116431667480632893?l=linhaevo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linhaevo.blogspot.com/feeds/116431667480632893/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37149703&amp;postID=116431667480632893&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/116431667480632893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37149703/posts/default/116431667480632893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linhaevo.blogspot.com/2006/11/diferenas-profundas.html' title='Diferenças profundas'/><author><name>Linha de Frente Evolucionista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17844656520351020548</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37149703.post-116414020774685211</id><published>2006-11-21T18:06:00.000-02:00</published><updated>2006-11-21T18:18:56.693-02:00</updated><title type='text'>Palavra de Especialista</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Olá! Hoje inauguramos uma nova coluna no Blog, que é a "palavra de Especialista", que vai trazer textos de assumidades nas áreas científicas. A colunista de hoje é Margarita Rodrigues, socióloga, e seu texto foi escrito originalmente como resposta a uma postagem de orkut.&lt;br /&gt;..........................................................................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;color:black;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; color: rgb(0, 0, 0);" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;“DEMONIZAÇÃO DO DARWINISMO”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; color: rgb(0, 0, 0);" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; color: rgb(0, 0, 0);" align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;Margarita Rodrigues&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; color: rgb(0, 0, 0);" align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;MS, doutoranda em Sociologia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; color: rgb(0, 0, 0);" align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;21/10/2006&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;O tópico em questão afirma: “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;TE – é um constructo social! 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